top of page

Cuba em colapso e a pressão dos EUA na América Latina

  • há 6 horas
  • 2 min de leitura
 — Imagem/Reprodução: @canalmilitarizandoomundo - ATAQUE DOS EUA EM CUBA FAZ REGIME MOBILIZAR TROPAS, TRUMP IRÁ ENVIARO EXÉRCITO?

Cuba enfrenta um segundo apagão nacional em menos de uma semana, deixando milhões sem energia e agravando a crise já marcada pela escassez de petróleo após o corte de suprimentos da Venezuela.


O governo cubano anunciou que suas forças armadas estão em alerta máximo diante da possibilidade de uma intervenção militar norte-americana.


O vice-ministro das Relações Exteriores declarou que o país não busca confronto, mas tem o direito de se defender e está preparado para mobilizar tropas e civis se necessário.


Esse posicionamento ocorre em um contexto mais amplo de reafirmação da influência dos Estados Unidos na América Latina. Inspirada na doutrina Monroe e reinterpretada como “Trump Corollary”, a estratégia americana busca manter presença estratégica em todos os territórios do hemisfério ocidental, afastando a crescente influência da China.


Pequim tem investido em portos, estradas, energia e até projetos espaciais na região, o que preocupa Washington.


No Peru, por exemplo, a inauguração de um porto operado por uma estatal chinesa levou os EUA a investir bilhões na modernização de bases navais próximas.


No Equador, forças americanas atuam em conjunto contra cartéis e narcotráfico, enquanto na Venezuela a deposição de Nicolás Maduro marcou uma nova fase da política de intervenção.


No México, há ameaças de ações diretas contra cartéis, e no Brasil, a recusa em classificar facções criminosas como organizações terroristas gera atritos com Washington.


A Colômbia, por sua vez, busca apoio do Equador e da nova Venezuela para combater facções armadas e evitar uma possível invasão americana.


O presidente Gustavo Petro, inicialmente resistente, recuou após a queda de Maduro e agora tenta alinhar-se parcialmente às medidas regionais.


No fim, a preparação cubana reflete um continente em processo de realinhamento forçado. Países que desafiam a influência dos Estados Unidos ou se aproximam da China correm risco de isolamento ou intervenção.


pressão é intensa e a história recente mostra que a estratégia americana não hesita em impor mudanças de regime ou operações militares para manter sua hegemonia no hemisfério.







 
 
bottom of page