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Irã pede negociação para encerrar guerra enquanto Estados Unidos confirmam destruição de mais de vinte navios iranianos, incluindo embarcações que já atracaram no Brasil

  • há 10 horas
  • 5 min de leitura
  — Imagem/Reprodução: @canalmilitarizandoomundo - EUA DESTRÓI NAVIO QUE VEIO NO BRASIL! MAIOR ATAQUE DA HISTÓRIA! IRÃ QUER NEGOCIAR.

Notícia urgente. O Irã pede para negociar o fim da guerra. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos confirmam que mais de vinte navios de guerra iranianos foram totalmente destruídos e afundados, incluindo dois navios que já atracaram no Brasil após a autorização do presidente Lula, mesmo contrariando a ordem norte-americana.


Em um desenvolvimento de extrema gravidade no conflito armado no Oriente Médio, o Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos confirmou nesta quarta-feira o afundamento de mais dois navios de guerra iranianos por meio de ataques submarinos.


As ações, parte da operação conjunta com Israel batizada de Ira Épica, representam um golpe devastador à capacidade naval do Irã, elevando o total de embarcações destruídas para mais de vinte desde o início das hostilidades, há menos de uma semana. Imagens exclusivas divulgadas pelo Comando Central mostram o momento exato dos impactos, com explosões subaquáticas que rasgaram os cascos das embarcações, levando ao rápido afundamento em águas internacionais.


O primeiro ataque ocorreu nas primeiras horas da madrugada no Oceano Índico, a cerca de quarenta quilômetros da costa do Sri Lanka. A fragata iraniana Iris Dena, da classe Moudge, foi atingida por um torpedo MK48 lançado de um submarino da Marinha dos Estados Unidos, possivelmente da classe Virgínia.


De acordo com relatos oficiais, o submarino se aproximou furtivamente, aproveitando a cobertura da noite e a tecnologia de sonar avançado para evitar detecção pelos sistemas de defesa iranianos.


O torpedo atingiu a seção central da fragata, causando uma explosão que elevou o navio parcialmente para fora da água antes de ele começar a afundar em menos de quinze minutos.


As imagens divulgadas capturam o impacto, uma bola de fogo subaquática seguida de uma coluna de água e detritos, com o navio inclinando-se dramaticamente para bombordo, enquanto a tripulação tentava abandonar a embarcação em botes salvavidas.


Cerca de oitenta tripulantes morreram no incidente, conforme informou o vice-ministro dos negócios estrangeiros do Sri Lanka, que coordenou operações de resgate com trinta e dois sobreviventes resgatados, muitos com ferimentos graves e levados para hospitais em Galle.


A Iris Dena estava retornando de exercícios navais conjuntos com a Marinha Indiana quando foi alvejada, marcando a primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial que um submarino dos Estados Unidos afunda um navio inimigo em combate.


O segundo afundamento aconteceu no Golfo Pérsico, próximo ao porto de Bandar Abbas, envolvendo a corveta Shahid Saad Shirazi da classe Shahid Soleimani. Esse navio, conhecido por sua capacidade de lançar mísseis de cruzeiro e drones, foi atacado por outro submarino americano durante a noite.


Os detalhes revelam uma abordagem similar. O submarino posicionou-se a uma distância segura, utilizando dados de inteligência em tempo real de satélites e drones de vigilância para rastrear o movimento da corveta, que se dirigia ao porto após patrulhas no estreito de Ormuz. Dois torpedos foram disparados em sequência.


O primeiro acertou a proa, danificando os sistemas de propulsão, enquanto o segundo explodiu na popa, iniciando incêndios intensos que consumiram a estrutura. As imagens exibem o navio em chamas, com labaredas alaranjadas iluminando o mar escuro e subsequente afundamento com a proa erguida, como em um filme de guerra.


Relatos indicam que a tripulação tentou combater o fogo, mas o dano foi irreparável, resultando em perdas estimadas em dezenas de marinheiros. Esse incidente ocorreu enquanto o navio tentava se abrigar em águas territoriais iranianas, mas foi interceptado em zona internacional.


Esses afundamentos agravam a narrativa de destruição total da Marinha de Guerra Iraniana, conforme declarado pelo secretário de defesa dos Estados Unidos, Pete Het. Em uma coletiva de imprensa nesta manhã, Het afirmou que os Estados Unidos praticamente destruíram toda a Marinha de Guerra Iraniana e a força Quds, referindo-se à elite do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica, responsável por operações externas.


Segundo ele, as forças americanas, em coordenação com Israel, eliminaram mais de noventa por cento da frota naval iraniana, incluindo fragatas como a Jamaran e a Sahand, previamente afundadas por ataques aéreos, e agora essas duas embarcações adicionais.


“Nossos submarinos e caças operam com precisão cirúrgica, neutralizando ameaças que o regime iraniano usava para aterrorizar o comércio global no estreito de Ormuz”, disse Het, destacando que a força Quds sofreu baixas significativas em bombardeios a complexos militares em Teerã, onde mais de cem caças israelenses lançaram centenas de bombas de precisão, destruindo quartéis-generais, unidades cibernéticas e forças de repressão interna.


Ele mencionou o uso inédito em combate dos mísseis Precision Strike Missile Purple RCM, disparados de lançadores HARS com alcance superior a quinhentos quilômetros e capacidade de penetrar defesas fortificadas, o que dobrou a efetividade das plataformas de lançamento.


Os ataques dos Estados Unidos contra o Irã intensificaram-se nas últimas vinte e quatro horas, com operações aéreas e navais coordenadas que visam desmantelar o aparato militar do regime.


Além dos afundamentos submarinos, forças americanas realizaram ataques com drones e mísseis contra sítios de mísseis balísticos subterrâneos no interior do Irã, resultando em mais de mil mortes confirmadas pela mídia estatal iraniana, um aumento significativo em relação ao dia anterior.


Os alvos incluem instalações nucleares suspeitas e depósitos de armas com o objetivo declarado de impedir o Irã de ameaçar aliados regionais. Het enfatizou que esses esforços incluem a inclusão de responsáveis por tramas de assassinato contra oficiais americanos, como tentativas contra o presidente Donald Trump, na lista de alvos prioritários.


Em meio à escalada, surgem indícios de que o Irã busca desesperadamente uma saída diplomática. De acordo com uma reportagem do The New York Times, agentes do Ministério da Inteligência Iraniano contataram a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos por intermédio de um país não identificado, sinalizando disposição para negociar o fim da guerra.


Autoridades americanas expressam ceticismo, mas fontes indicam que Teerã propõe uma trégua imediata para evitar colapso total. O embaixador iraniano na ONU em Genebra descartou negociações publicamente, mas o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou que o Irã quer dialogar, mas é tarde demais enquanto continuam as operações.


Analistas apontam que o Irã está acabando com seus estoques de mísseis, com lançamentos recentes contra bases americanas no Iraque e Kuwait mostrando sinais de escassez. Muitos mísseis falharam ou foram interceptados por defesas da OTAN, como o caso de um míssil balístico abatido sobre o espaço aéreo turco nesta manhã.


Sem reabastecimento, o Irã sabe que em breve não terá mais projéteis para lançar contra aliados de Israel ou dos Estados Unidos, forçando uma postura de negociação para preservar o que resta de seu regime. Vale destacar que a fragata Iris Dena afundada hoje tem uma conexão recente com o Brasil.


Em 2023, ela atracou no Rio de Janeiro junto ao navio Iris Makran, em uma visita que visava demonstrar apoio à defesa e cooperação naval, incluindo exercícios conjuntos com a Marinha brasileira.


Na época, a presença das embarcações gerou debates sobre sanções internacionais, mas serviu como gesto de força iraniana na América do Sul. Agora, seu afundamento simboliza o alcance global das operações dos Estados Unidos, estendendo o conflito além do Oriente Médio.





 
 
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