O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O PLANETA?
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—Jornalista José Adauto Ribeiro da Cruz
Eu estudei bastante terremoto. Uhum. E assim, aquilo nunca aconteceu, brother. Numa mesma placa tectônica, é, no círculo de fogo ali do Pacífico, sete, oito terremotos. Não, não tem precedentes isso, né? nunca aconteceu.
Tem outros supervulcões e tem outros filhas. Então assim, não já basta iar, não já basta invasão de seres de fora, não já basta possível guerra nuclear, não já e ainda tem esse essa coisa que tá balançando sob os nossos países geológica.
Então assim, eh eu não me sinto bem criticar bilionários, porque a impressão que a gente sempre tem é que é por inveja da gente, porque se a gente pudesse os bilionários seríamos nós.
Mas com essa ideia de terem tantos bunkers e colônias, a a pergunta que fica é na sua opinião, o que que eles sabem que o resto da humanidade não sabe? Eles sabem muitas coisas. Eh, o eles aí é que é complicado dizer, mas seria algumas perto de 20 a 30 famílias sabem de muitas coisas e parte do que eles sabem os 200 sabem um clube é maior de umas 200 famílias, sabe?
Sim. Você acredita naquela ideia do Charles Hgwood de que vai ter um um abalo geofísico na terra assim como houve na época de Atlântida? Inevitável quando Charles RG escreveu aquele livro dizendo, ó, a crosta terrestre, essa camadazinha é igual a casca de uma laranja solta.
Ela se acomoda ali, ela se acomoda no derretimento das geleiras. Há 12.000 anos atrás é porque era muito gelo nos pos muito peso. Houve alguma coisa que, né?
Agora não tem essa quantidade de gelo porque há 23.000 anos que tá tendo desse congelamento do gelo na terra inteira, aquecimento global. Essa questão do núcleo da Terra é é isso.
Tem inversão de polo, tem não sei o quê. E assim os vulcões, as placas tectônicas e o ciclo mesmo de vida dos benditos vulcões. Não é o vulcão, são os super vulcões que a Terra tem. Nós chegamos num num dos temas principais da nossa conversa que e essa quantidade terrível de terremotos que estão acontecendo nos últimos dias.
Isso que aconteceu semana passada foi muito complicado. Eu estudo, eu estudo, eu, eu sou quase um geólogo, eu tenho formação acadêmica de administração de empresas, sou formado, tudo. Mas eu fiz um curso de geologia que eu larguei faltando só fazer o relatório na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Entendi.
Então assim, a minha mente é de geólogo, ainda que eu não tenho diploma. Que que você acha que eu e eu cheguei a fazer um curso na na no Instituto de do I de o IAG da USP, Instituto de Astronomia e Geofísica da USP. Eu estudei bastante terremoto. Legal. Um e assim aquilo nunca aconteceu, brother.
Numa mesma placa tectônica, é, no círculo de fogo ali do Pacífico, sete, oito terremotos. Não, não tem precedentes isso, né? Nunca aconteceu. Nunca aconteceu. É, é um negócio ao concurso total, né? É. Então assim, você acha que faz parte de todas essas transformações que tão ciência? Na ciência a gente estuda os chamados eventos recorrentes.
Uhum. E os eventos extremos. O que é evento recorrente? É que acontece todo dia. Sempre ali, né? Extremo é que acontece uma vez ou outra. Uhum. Quando você diz: "Ah, hoje foi o dia mais quente da cidade de São Paulo nos últimos anos. Nos últimos tr anos. Isso é um evento extremo. É, mas se todo dia [risadas] esse recorde vai sendo batido, pá, hoje também foi o dia mais quente. É, e o o que era extremo vira recorrente.
Ou seja, nas épocas em que eventos extremos se tornam recorrentes, recorrente é um sinal de que caos se se impõe, é inevitável, porque é uma descontinuidade que tá ferindo uma continuidade. Então tá em choque de algo novo tá chegando e infelizmente nós estamos no limite da idade de Elostone nos Estados Unidos. No limite assim, porque Elostone explode a cada 700.000 anos, segundo as últimas quatro explosões.
Então já faz 700.000 anos teve a última porque a gente consegue medir na escala geológica, fica nas camadas geológicas. O 700.000 1 anos. Se algum psicopata ou um louco não jogar uma bomba atômica em cima de Yellow Stone, que é ele. E não é só Yellow Stone, tem mais e a falha de San Andreas também tem outros supervulcões e tem outros falhas.
Então assim, não já basta iar, não já basta invasão de seres [roncando] de fora, não já basta possível guerra nuclear, não já e ainda tem esse essa coisa que tá balançando sob os nossos países geológicas biológica e ninguém consegue controlar isso.
Ah, não, mas isso pode ser produzido por tecnologia humana. Pode, mas a essas tecnologias que algumas potências t para produzir terroto em um outro lugar, nunca consegue ultrapassar 6º na escala rista, só é para baixo.
E é um outro, não é aquilo ali? Sim, o círculo de fogo do Pacífico inteiro, né? Do Venezuela foram dois terremotos aí na Califórnia, Filipinas, Japão, Nova Guiné. É, você fala: "Meu Deus, é continentes tremendo no mesmo tempo".
É, então assim, eu não sou alguém medroso, eu sou [risadas] alguém que autoalizado, que diariamente eu me finalizo como se eu não fosse ter amanhã. Eu sou alguém pronto a qualquer hora deixar essa vida e já estou realizado sem nenhum problema. Então eu é isso não te gera um pânico, né?
Não, eu pratico a disciplina do poa, que é arte de morrer. Bem as duas vezes em que meu corpo morreu, dentro do hospital, foi ressuscitado com choque. Na hora que eu percebi que ia embora, eu digo com dignidade. [risadas] Ou seja, ai, Deus me salve, não, com dignidade. Então assim, eu lido bem com isso, tá?
Então eu me mantenho frio para analisar as coisas. Eu não entro em pânico, blá blá blá, pelo menos até hoje não julga com as emoções. É, sabe? Olho pros fatos e eu digo, cara, os fatos são gritantes, não é mais nem eventos extremos tornando recorrente. É o limite do limite de uma corda que já se tourou, entendeu? Já se tourou, cara. Não tem mais como arremendar isso.
E o essa essa insistência do governo norte-americano de convencer a população que os fenômenos alienígenas são reais. E você acha que qual é o qual seria o objetivo que tá por trás de da formalização ou da do reconhecimento dessa realidade? Olha, eu algo que foi sempre negado. Eu acompanho isso desde que eu me entendo por gente, em 1947, na verdade 1945, quando realmente ele não era nascido ainda não, né?
Não, mas eu acompanho historicamente. [risadas] Eu me tornei ufólogo com 16 anos. Entendi. Então assim, Harry Truman governou os Estados Unidos de 1945 até 1953. Uhum. E Harry Truman, quando houve problema do Roswell em 1947, quando em 1952, um belo dia o Washington amanheceu com móvil voando em cima da Casa Branca. É, Truman queria falar, abrir o jogo.
Abrir o jogo. Mas qual o problema? No dia 22 de maio do ano 1953, James Forrestal, o chefe dos 12 magistrados, é MJ12, mag que estudava os casos de disse n na nina não, não vamos ah, foi ele que num primeiro momento, mas aí ele começou a estudar tudo que os nazistas sabiam. Sim. como herança da guerra. Sim. Aí ele resolveu querer concordar com Truman, só queenhaer já era o presidente. Uhum.
Os caras jogaram ele do 16º andar. Ele não escorregou, [risadas] né? Ele foi suicidado. Essa coisa da gente ver hoje um monte de cientista tá sendo Sim. É, desaparecendo. É a mesma coisa, cara. Forestal. foi liquidado. Eisenhauer ficou numa posição dificíima, mas em 1954 Eisenheruer foi visitar foi por um a base Edwards para um um uma visita uma visita de seres extraterrestres filmado.
A partir daí calaram Eisenhauer, os majestosos dominaram e a tentativa que houve antes de revelar isso não foi adiante. Aí surge Kennedy. Sim. 1961 62. Kennedy e Nikita Krev lá na União Soviética, os dois vamos pra guerra. Vamos pra guerra porque vocês estão atacando.
Aí um dizia: "Não, não tô atacando não, mas tá aparecendo no radar. crise dos mís aí Kennedy e Crucha chegaram à conclusão de criar uma comissão dos dois países, seis cientistas de um, seis de outro, para eles acompanharem os radares para não ter perigo de um dos dois presidentes apertar botão, se destruírem por engano, por engano.
Mas para isso era necessário que abrissem as informações que tinham. Os 12 majestosos não aceitavam que Kennedy levasse adiante isso. E Kennedy começou a escolher nomes para fazer esse pacto com a União Soviética. Entendi. Quando Kennedy morreu, tá em cima do birô dele o nome dos que ele escolheu. E ele não tinha escolhido nenhum dos 12.
Cara, Kened foi assassinado. 12, os 12 controlam essa informação até hoje, você acredita? Ó, isso foi 1963. Os Estados Unidos libera as informações de tudo, todos os segredos deles. 30 anos depois.
É em 1993 cobrarei. Você não vou esclarecer não. Não, porque sei o quê, ainda tem gente viva. OK. em 2023, 60 anos depois, vamos liberar, vamos liberar. Não liberaram por É isso que eu quero saber. Porque não tem mais gente viva.
É porque o que que você acha? Qual a sua opinião? É porque o governo dos Estados Unidos teria que reconhecer que tem armamentos que tem eh naves que caíram, que tem sedes, blá blá blá blá blá blá blá blá. E alguém tem que assumir a responsabilidade por isso.
Uhum. reconhecer que mentiu durante década. Exatamente. [limpando a garganta] Então eles não podiam liberar, não liberaram, liberaram as as besteiras. Mas assim, isso aí não. Ó, lei para inglês ver. Então assim, John Kennedy morre, entra Lindon Johnson, 1970 entra Nixon.
Aí Nixon toma um porre, leva um amigo pra base de Homst. Leva, tá até no filme, né? No dia dele. Depois a gente pode falar do filme. É isso que eu estou. Você fez um vídeo sobre o filme, né? Fiz. Eu faço palestra sobre isso desde meus 16. bem pouco importa. Então assim, tudo que eu que vários de nós passamos a vida afirmando e sendo chamado de mentirosos, bá. Sim, loucos.
O filme agora diz, ó, tudo isso era verdade. Uhum. Então assim, depois disso aqui, Clinton já falou sobre Obama, vamos liberar. O Ronald Reagan falou na Assembleia Geral da ONU, né? Ronald Reagan quis liberar, mas os majestosos não deixam. Entendi.
Eu tô andando assim para chegar em você perguntou por que que Trump tá liberando? É, qual que é o interesse? Ou é uma liberação só para agradar a opinião? Não, realmente o problema de Trump é muito sério. Trump ele, isso se sabe, tá?
Sim. Trump, Netaniarlo e Putin são três seres humanos que estão à frente de três países, mas são membros de um mesmo grupo. Sim, mas que também as oposições, eles três têm filmes deles em situações horrorosas. Ah, sim, sim. Chantagem, né? Chantagem. Tá certo. Então eles se chantajeiam e são chantageados também.
Putin tá de um jeito que ele não dorme duas noites no mesmo canto há mais de 3 anos, segundo o que a imprensa da Polônia afirma. Fora os sózias, né, que imagino que ele tem, né? É, então assim, Trump ele pauta 10 escândalos por dia. Ele comete 10 grosseristas por dia. Ele mente 20, 30 vezes por dia para pautar a imprensa, para esquecer da dos pepinos dele. E, os arquivos de Epon.
Sim, ele faz qualquer coisa. Ah, entendi. O a liberação dos documentos seria para um diversionismo, desviar atenção. Seguramente por assim como a captura de Nicolás Maduro foi exatamente quando o Congresso estava tratando do EPS.
Porque porque abaixo de Trump todo mundo que abriu o bico tá morrendo ou tá desaparecendo. Desde 2002 que ex oficiais. Abriu o B que você diz da questão alieníg ufológica. Ufológica. Sim. No ano 2002 paraa frente, vários exmarinheiros, ex-pilotos, ex soldados das forças Estados Unidos começam 200 e poucos, porque se fosse empreender, teria que prender todo mundo.
É lógico. Então começou o discloser ali. 2006, Paul Hillier, que foi ministro da Defesa do Canadá, Sim. durante 20 anos, quando ele saiu aí na onda, ele disse: "Ó, pessoal, do jeito que um pai e uma mãe de família chama o seu filhinho de 5, 6 anos, sua filhinha e diz: "Meu filho, senta aqui, eu tenho uma coisa muito, muito séria para Hoje" Você vai descobrir que Papai Noel não existe.
Pois é. Então, alguém precisa dizer, o coelhinho da Páscoa não é ele que traz o ovinho, não sou eu. É, a notícia tem que ser dada. Alguém tem que avisar a humanidade que existe terrestre, pá, pá, pá. Mas ninguém nunca fez isso. Quem fez agora? Spielberg. O filme del ficção, mas ele disse que é verdade.
Ele disse: "Tudo que eu tô apresentando no filme é verdadeiro." Ou seja, o que Paul Hiller pediu que alguém fizesse com alguém com credibilidade que a gente imaginava que ia ser um presidente.
É um no setor político, não da Spielberg fez. E é claro que o governo americano autorizou porque senão ele não teria feito aquilo, porque ele tá mexendo, ele tá, ele reproduz no filme aí o spoiler inevitável, né? Então assim, por que que Trump está fazendo isso?
É desespero, cara. Ou seja, a verdade está vindo à tona não por um motivo nobou porque alguém é bonzinho, por proteção da sua própria é por todo reputação ali.
Análise Crítica
Este segundo trecho é uma conversa que mistura geologia, catástrofes naturais, conspirações políticas e ufologia. Ele apresenta uma narrativa que conecta fenômenos reais (terremotos, vulcões, aquecimento global) com interpretações conspiratórias sobre governos, bilionários e extraterrestres. Vamos destrinchar os principais pontos:
1. Geologia e catástrofes naturais
O narrador afirma ter estudado geologia e descreve eventos recentes como inéditos: vários terremotos ocorrendo na mesma placa tectônica no Círculo de Fogo do Pacífico.
Explica a diferença entre eventos recorrentes (que acontecem regularmente) e eventos extremos (raros).
Alerta que quando extremos se tornam recorrentes, isso indica caos iminente.
Menciona o risco de erupção do supervulcão de Yellowstone, que teria ciclos de ~700 mil anos, e outras falhas como a de San Andreas.
Sugere que a Terra estaria em um “limite geológico”, prestes a sofrer grandes transformações.
2. Bilionários e bunkers
Questiona por que bilionários constroem bunkers e colônias subterrâneas.
Sugere que 20 a 30 famílias poderosas (ou até 200) sabem de informações ocultas sobre catástrofes futuras.
Isso reforça uma visão conspiratória de que elites se preparam para eventos que o público desconhece.
3. Ufologia e política
O texto conecta fenômenos geológicos com extraterrestres e segredos governamentais:
Cita o caso Roswell (1947) e outros avistamentos em Washington (1952).
Menciona o grupo secreto Majestic 12 (MJ-12), supostamente responsável por ocultar informações sobre alienígenas.
Relata que figuras como Truman, Eisenhower e Kennedy teriam tentado revelar a verdade, mas foram impedidos ou eliminados.
Kennedy teria sido assassinado em parte por tentar compartilhar informações com a União Soviética.
Afirma que desde os anos 2000, ex-militares e políticos (como Paul Hellyer, ex-ministro da Defesa do Canadá) começaram a falar abertamente sobre extraterrestres.
Spielberg é citado como alguém que, através de filmes, teria revelado “verdades disfarçadas de ficção”.
4. Trump, Putin e Netanyahu
O texto sugere que esses líderes fazem parte de um mesmo grupo, mas vivem sob chantagem mútua.
Trump teria usado a liberação parcial de documentos ufológicos como estratégia diversionista, para desviar atenção de escândalos políticos.
A narrativa reforça a ideia de que revelações sobre alienígenas não seriam por altruísmo, mas por desespero político.
5. Tom e estilo
Mistura linguagem técnica (geologia, eventos extremos) com teorias conspiratórias (MJ-12, assassinato de Kennedy, extraterrestres).
O narrador se apresenta como alguém calmo, sem medo da morte, que analisa os fatos com “frieza”.
Há uma tentativa de dar credibilidade ao discurso, citando estudos, cursos e experiências pessoais.
O tom é apocalíptico e conspiratório, mas também narrativo, como se fosse uma história contada em tom de revelação.
Conclusão
Este texto constrói uma narrativa que conecta catástrofes naturais com conspirações políticas e extraterrestres. Ele sugere que:
O planeta está em um ciclo geológico perigoso (terremotos, vulcões).
Elites globais sabem disso e se preparam em segredo.
Governos ocultam a verdade sobre extraterrestres desde os anos 1940.
Revelações recentes não são altruístas, mas estratégias de manipulação política.
É uma visão que mistura ciência, mitologia moderna e política, criando uma narrativa de desconfiança em relação às autoridades e de expectativa de grandes catástrofes.


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