UFOLOGIA — Luzes na Floresta: Experiências no Acre e no Atacama
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Adauto Jornalismo* com o canal @AdautoRibeiroReporter @AmbienteDeConhecimentoe
Só de curiosidade, o que você viu lá no Acre? No Acre eu vi materializações dessas luzes e fenômenos que aconteciam sempre à noite.
Às vezes vinham na forma de som, como barulhos metálicos impossíveis de ocorrer no meio da floresta.
No primeiro dia, quando cheguei, levei cadeiras para a mata com os meninos e logo começaram os sons de móveis se arrastando, metais batendo. Eu precisei afirmar que estava ali apenas para pesquisa, sem intenção de maldade, e o fenômeno parou.
No segundo dia, ao instalar as câmeras, as manifestações começaram como se aceitassem nossa presença, mostrando bolas de fogo que surgiam da floresta, vindas da árvore Samaúma, considerada sagrada na Amazônia.
Essas bolas tinham cerca de um metro de diâmetro, às vezes estáticas, às vezes pulsantes, aproximando-se cada vez mais.
Em certo momento, uma dessas luzes chegou a poucos metros de nós. Enquanto alguns corriam assustados, eu permaneci observando. Lancei o drone para filmar, mas a gravação saiu toda preta, como se houvesse uma interferência incomum.
Ao recuperar a imagem, percebi uma figura passando, semelhante a patas correndo, que logo se transformou em energia e desapareceu. Era como se o fenômeno mostrasse apenas o que queria.
Mais tarde, no Atacama, realizei outro experimento com a médium Marion, que nunca havia visto esses seres, mas os percebia. Escolhemos o vulcão Licancabur, local de antigos sacrifícios incas, por sua energia geológica.
Marion, como meditadora avançada, entrou rapidamente em estado alterado de consciência e conseguiu ver os seres. Pela primeira vez, sua visão coincidiu com registros feitos por celular, usando técnicas de fotografia noturna com ISO e exposição no máximo.
As imagens mostraram manifestações no espectro infravermelho, invisíveis ao olho humano, sugerindo que esses seres talvez estejam sempre presentes, mas em frequências que não conseguimos captar.
Entre Luzes e Sombras: Mistérios do Acre e do Atacama
Esses fenômenos parecem se manifestar em diferentes espectros de energia. Se querem gastar menos energia, permanecem em frequências mais baixas, como o vermelho ou o laranja, que são justamente as cores mais comuns observadas nos campos.
Já os seres positivos talvez estejam no ultravioleta, invisível ao olho humano, mas perceptível quando se materializam em tons violetas. O vermelho e o laranja, por sua vez, são associados a manifestações de menor energia, muitas vezes ligadas a histórias de exploração, sofrimento e ganância.
No interior do Brasil, há a crença na “mãe do ouro”, que aparece como uma esfera dourada ou alaranjada, associada a locais de mineração e antigas práticas de escravidão. Conta-se que senhores de engenho enterravam ouro e sacrificavam vidas para proteger seus tesouros, gerando uma energia negativa que se manifesta até hoje.
A mãe do ouro, nesse sentido, seria uma guardiã, impedindo que qualquer pessoa se aproxime do tesouro manchado por sangue. Daí surgem também tradições mágicas, como as ligadas a São Cipriano, que buscavam rituais para desenterrar tesouros sem sofrer as consequências espirituais.
Nos experimentos realizados no Atacama, durante momentos em que a médium Marion estava mais sensível, foram registradas imagens de entidades de sombra, mais escuras do que o ambiente, mas com pontos vermelhos na cabeça — talvez olhos, talvez auréolas, ou algum tipo de energia.
Essas figuras apareciam próximas ao grupo, projetando escuridão mesmo em áreas iluminadas por lanternas, como se sua presença fosse capaz de absorver a luz ao redor. Em uma das imagens, uma esfera de luz desceu pelo vulcão Licancabur, deixando um rastro visível graças à longa exposição da câmera.
Em outra, pequenas esferas caminhavam lado a lado com os participantes, revelando um contato imediato e intrigante.
Essas experiências reforçam a ideia de que tudo é energia: luzes, sombras, cores e manifestações que se relacionam com a história, com o ambiente e com a consciência humana.
Entre Esferas e Sombras: Experimentos no Acre e Atacama
Nas imagens registradas, ao aplicar filtros, surgem figuras com corpos escuros, quase pretos, contrastando contra o fundo rosado da captura. No topo, uma luz vermelha em infravermelho parece marcar a cabeça dessas entidades.
Embaixo, aparecem formas menores, como se fossem “filhotes”, com pequenas luzes vermelhas. Durante os experimentos, a médium entrava em transe, afirmando que os seres eram do bem e convidando à aproximação.
Nessas situações, ao realizar orações em latim, o fenômeno mudava: a médium se libertava momentaneamente, mas não lembrava do que havia acontecido. Depois, voltava a ser influenciada, ficando cada vez mais fraca, até que foi necessário retirá-la do local.
A experiência no vulcão Licancabur parecia revelar um “principado” desses fenômenos, como se fosse o território de um poder maior, lembrando práticas antigas dos incas que realizavam sacrifícios de crianças para apaziguar o vulcão e garantir colheitas prósperas.
A lógica era semelhante à de uma máfia: se não houvesse sacrifício, o vulcão poderia entrar em erupção ou a colheita fracassar. Essa relação de refém entre humanos e forças invisíveis reforça a ideia de que o fenômeno exerce controle sobre o que se manifesta.
O pesquisador destaca que já está provado que é possível registrar em imagem aquilo que médiuns percebem. Porém, permanece a dúvida: será possível capturar a forma real desses seres? Até agora, as imagens mostram trajetórias, cores e energias, mas não revelam claramente se são humanoides ou outra forma.
Por isso, novos equipamentos de ponta — câmeras térmicas, visão noturna e sensores — estão sendo preparados para futuras expedições, buscando registros mais nítidos. Ainda assim, há a consciência de que o fenômeno parece controlar o nível de informação revelado: se não quiser mostrar sua forma completa, simplesmente não aparecerá.
No Acre, a escolha da região se deu por relatos de avistamentos em casas indígenas, onde bolas de luz entravam e observavam pessoas dormindo. Casos semelhantes são narrados em reservas indígenas nos Estados Unidos, onde guardas florestais relatam esferas de luz que chegam a atravessar carros e até corpos humanos, causando queimaduras internas e efeitos semelhantes à radiação.
Há registros de pessoas que desenvolveram tumores após esse tipo de contato. No Brasil, a Operação Prato, no Pará, também documentou queimaduras e extração de sangue em vítimas. Esses relatos sugerem que o fenômeno pode ter aspectos positivos e negativos, dependendo da energia emanada pelo ambiente e pelas pessoas envolvidas.
Regiões marcadas por atrocidades, sacrifícios ou crimes parecem atrair manifestações mais intensas e perigosas.
Sombras da Floresta e Guardiões da Natureza
Esses fenômenos dificilmente apareceriam em grandes centros urbanos, como na Avenida Paulista. Se surgissem, seriam confundidos com fantasias de carnaval. A vantagem deles é justamente permanecer nas sombras, afetando pessoas simples em áreas rurais, onde os relatos têm pouca credibilidade.
Muitas vezes, são associados ao folclore brasileiro: saci, curupira, boitatá, mula sem cabeça, mulher de branco. Para alguns, essas figuras são apenas interpretações culturais de manifestações energéticas, como bolas de fogo ou entidades da floresta.
A natureza parece ter papel fundamental na manifestação desses seres. Florestas, rios, montanhas e vulcões funcionam como portais, cada ecossistema atraindo um tipo diferente de energia. São como elementares: fogo, terra, água, ar.
Cada ambiente guarda seus “principados”, entidades que se manifestam de acordo com o poder do lugar. Por isso, rituais antigos eram realizados na mata, buscando conexão com essas forças.
Relatos populares reforçam essa ideia. Um caçador do interior contou que, certa vez, encontrou um menino pequeno na mata. Seu amigo bateu na cabeça do menino, mas logo perceberam que não se tratava de uma criança comum.
Ao entrarem no barco, foram atacados por pedras vindas das margens do rio, e o menino aparecia ora de um lado, ora do outro, demonstrando uma presença sobrenatural.
O caçador advertiu: não se deve agredir ou provocar tais entidades, pois elas reagem. A fé e a proteção espiritual são vistas como barreiras contra essas influências.
Para quem se sente atormentado por fenômenos assim, a recomendação é ter fé em algo, seja qual for a religião escolhida. Todas oferecem formas de proteção. O pesquisador, por exemplo, adota práticas de jejum antes das vigílias.
Durante a quaresma, realiza um jejum de 40 dias, evitando carne vermelha e até mesmo água à noite. Essas práticas, segundo ele, fortalecem espiritualmente e criam uma defesa contra possíveis ataques energéticos durante os contatos.
Proteção Espiritual e Fenômenos Noturnos
Essas práticas de jejum e oração são vistas como formas de fortalecimento espiritual, mas é claro que cada pessoa deve respeitar suas condições de saúde e, se necessário, acompanhar com orientação médica.
O essencial é a fé: acreditar que a oração protege e buscar uma religião que faça sentido para si. Não adianta se declarar católico ou de qualquer outra tradição sem praticar, sem estar conectado de fato. A proteção vem do vínculo real com algo superior, do mindset de confiança e entrega.
Segundo o relato, é fundamental manter essa conexão especialmente à noite, quando o sol se põe e as influências se tornam mais fortes. É nesse período que muitas pessoas sentem tristeza, depressão ou experiências estranhas, justamente porque, ao dormir, entram em contato com dimensões não físicas.
A vulnerabilidade do sono pode abrir espaço para fenômenos como paralisia, que em alguns casos evoluem para experiências de abdução, implantes, cortes e até possessões, vistas como formas de controle total da mente. Por isso, a oração antes de dormir é considerada uma defesa essencial, capaz de afastar inteligências negativas.
A ideia central é que, se esses seres são não físicos, a proteção também precisa ser não física. Fé, oração e práticas espirituais são as ferramentas que criam barreiras contra influências invisíveis, evitando que pequenos sinais evoluam para estados mais graves de desequilíbrio.

