A crise da ONU: entre ideologias, ditadores e o risco de falência
- José Adauto Ribeiro da Cruz

- há 1 dia
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Adauto Jornalismo* com o canal @AdautoRibeiroReporter @GustavoGayer
Uma das organizações mais perversas, nefastas, tóxicas e prejudiciais para as democracias mundiais e para a soberania de cada nação é a Organização das Nações Unidas (ONU), criada logo após a Segunda Guerra Mundial.
No início, suas intenções pareciam plausíveis e saudáveis, mas com o tempo a instituição foi sequestrada por ideologias de esquerda.
A ONU passou a defender terroristas, apoiar o aborto, a legalização das drogas, o feminismo, a destruição da masculinidade, além de ditadores, sem agir contra eles quando cometem atrocidades.
Mesmo financiada por países democráticos, a ONU chegou a permitir que o Irã presidisse a Comissão de Direitos Humanos, apesar de o regime ter reprimido violentamente manifestações, resultando em milhares de mortos e feridos.
Recentemente, Donald Trump interrompeu o envio de fundos para a ONU e retirou os Estados Unidos de diversos braços e tentáculos internacionais que interferem na vida das nações, impondo regras sobre emissões de carbono, desmatamento e agricultura.
Em reuniões recentes, a ONU foi criticada por sua demora em se posicionar diante da repressão no Irã. Organizações e especialistas denunciaram que crimes contra a humanidade estavam sendo ignorados.
Ao mesmo tempo, a própria ONU enfrenta uma grave crise financeira. Relatórios apontam que mais de 150 países membros não pagaram suas contribuições, acumulando dívidas bilionárias. A instituição está falindo.
Essa mesma organização, que defende pautas progressistas como aborto, drogas e aquecimento global, sobrevive graças a financiamento internacional, mas agora vê sua estrutura ruir.
Para muitos críticos, o início dessa revolução contra a ONU foi liderado por Donald Trump. Há quem defenda que o Brasil também deveria cortar qualquer financiamento à entidade, considerada um problema mundial prestes a acabar.


