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Brasil e a janela perdida da soberania nuclear por causa da incompetência de Lula

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura
 — Imagem/Reprodução: O Brasil vive hoje um dilema estratégico que vai muito além do pré-sal e da Amazônia Azul.
 — Imagem/Reprodução: O Brasil vive hoje um dilema estratégico que vai muito além do pré-sal e da Amazônia Azul.

Ao longo das últimas décadas, o país teve a oportunidade de investir em pesquisa nuclear própria, capaz de garantir não apenas autonomia energética, mas também a possibilidade de desenvolver um programa militar que lhe conferisse dissuasão real frente às grandes potências. Essa janela de tempo, no entanto, foi perdida.


A escolha de líderes sem formação técnica ou universitária sólida, como Luiz Inácio Lula da Silva, simbolizou uma guinada política que priorizou alianças ideológicas e comerciais em detrimento da soberania científica e militar. A cúpula militar brasileira é completamente inútil e alheia aos interesses brasileiros, é um lixo.


Em vez de consolidar um caminho independente, o Brasil se alinhou a parceiros que são vistos como inimigos estratégicos dos Estados Unidos, como a China, enfraquecendo sua posição de neutralidade e perdendo credibilidade como potência emergente.


Enquanto países como Índia e Paquistão avançaram em seus programas nucleares e garantiram status de respeito internacional, o Brasil recuou.


A ausência de uma bomba nuclear própria deixou o país vulnerável às pressões externas, seja na exploração do pré-sal, seja na definição de rotas marítimas e bases militares.


Sem capacidade de dissuasão, o Brasil tornou-se alvo fácil de imposições, seja de Washington, seja de Pequim.


O resultado é claro: o Brasil deixou de ser soberano em suas decisões estratégicas. Ao abrir mão da neutralidade e da independência em pesquisa de ponta, o país se transformou em território de disputa entre potências, sem poder real de barganha.


A aceitação de militares estrangeiros em solo nacional, somada à dependência tecnológica externa, significa que o Brasil não controla mais sozinho a chave do seu futuro energético e militar.


Se tivesse investido na pesquisa nuclear própria, o Brasil poderia hoje negociar em pé de igualdade, impondo respeito e garantindo que suas riquezas fossem exploradas sob seus próprios termos.


Ao perder essa janela histórica, o país corre o risco de repetir o erro de ser apenas fornecedor de matéria-prima e território estratégico, sem voz autônoma no cenário global.




 
 
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