A Democracia de Lula Sem Estatística — O Abismo da Propaganda Enganosa
- José Adauto Ribeiro da Cruz

- há 3 horas
- 6 min de leitura
Adauto Jornalismo* com o canal @AdautoRibeiroReporter e @ShimonOliveira1
Fila de Escândalos, Falência da Confiança
Não é mais um escândalo, é uma fila. Sim, meus amigos, uma fila de escândalos esperando a vez de explodir. IBGE. Sim, um instituto que deveria dizer a verdade sobre o Brasil virou peça de propaganda do governo e o que está vindo à tona agora é gravíssimo. E se você acha que é exagero, fique comigo até o final, porque os números reais contam uma história completamente diferente da fantasia que Brasília está tentando vender. Mas antes, se inscreve no canal, ative o sininho das notificações, deixe o seu like no vídeo e compartilhe. Compartilhe com todo mundo, porque o Brasil precisa saber.
Olha isso. Vamos ser sinceros antes de mais nada. Está simplesmente impossível acompanhar a quantidade de escândalos desse governo. Correios, Banco Master, INSS, filho do Lula, nora envolvida em superfaturamento de materiais escolares, Polícia Federal batendo na porta. Maduro está prestes a delatar financiamento de corrupção para líderes da esquerda latino-americana. Já são seis grandes casos e eu ainda nem cheguei no de hoje. Só que agora entra o IBGE nessa lista. O mesmo IBGE que diz que o Brasil está às maravilhas, que tem pleno emprego, que o PIB cresce mais que o da China, que a inflação está sob controle. Enquanto isso, você vai ao supermercado, paga aluguel, tenta fechar o mês e sente na pele que essa história não bate. Todo mundo sente. E agora a bomba estourou por dentro. O IBGE entrou oficialmente em crise depois que Márcio Pochmann, economista ligado ao PT, militante assumido, tomou o comando do instituto.
IBGE sem credibilidade — Quando o PIB Vira Propaganda
Desde 2024, técnicos do próprio IBGE já tinham alertado em carta pública que o órgão estava sendo politizado. Ex-presidentes endossaram o alerta. A coordenadora das contas nacionais, Rebeca Palis, assinou essa carta dizendo claramente: “Estatística não pode virar ferramenta política”. E o que aconteceu agora, às vésperas da divulgação do PIB marcada para 3 de março, no dia 19 de janeiro, numa segunda-feira qualquer, como quem não quer nada, Rebeca é exonerada. Onze anos no cargo, uma das pessoas mais qualificadas do instituto. Logo depois dela, pedem demissão o coordenador da área de bens e serviços, Cristiano Martins, e a Cláudia Dionísio, responsável pelas contas trimestrais, e ainda a Amanda Tavares. Percebe o padrão? Caiu inteiro o núcleo técnico que calcula o PIB, todo o coração do sistema. Isso não é coincidência, isso é intervenção, isso é aparelhamento explícito. E quem entra no lugar? Um técnico da área de pesquisa sem histórico nas contas nacionais chamado Ricardo Moraes. Um instituto que há décadas serve como base para decisões econômicas, investimentos, empregos e políticas públicas foi esvaziado dos seus especialistas justamente no momento mais sensível. Mas por quê? Porque os técnicos começaram a falar em adulteração de dados, em fabricação de estatísticas para favorecer o governo. Aos 45 do segundo tempo, arrancaram quem conhecia o processo por dentro. E o resultado? O IBGE virou agência de publicidade do Lula.
Brasil em Números Falsos — A Estatística Sequestrada
E enquanto isso, o governo insiste em repetir que está tudo ótimo. Recorde de emprego, PIB bombando, inflação sob controle. Mas deixa eu te mostrar o dado que eles não gostam de divulgar: falências de empresas. Segundo a Fecomércio, em 2024 já tínhamos 2.273 empresas quebradas. Em 2025 isso explodiu para 5.280, mais que dobrou. E se continuar assim, passa fácil de 10.000. Agora explica como o emprego cresce se as empresas estão fechando as portas. No governo Bolsonaro, mesmo com pandemia, esse número caiu. Em 2022, chegamos a apenas 838 falências. A partir da volta do PT, disparou. Essa é a realidade. O resto é maquiagem. Carrinho de supermercado que custava R$ 500 hoje passa de R$ 2.000. Aluguel subindo em dois dígitos, moradores de rua dobrando, criminalidade explodindo com 26% do território sob domínio de facções. Mas o governo vem dizer que está combatendo o crime organizado. Você vê assalto todo dia no seu celular, mas Brasília diz que está tudo sob controle. Antigamente o PT mentia com alguma sutileza. Hoje nem isso mais. A distância entre o discurso oficial e a vida real ficou tão absurda que parece piada.
O País do Dado Inventado — A Derrocada da Verdade
E é por isso que esse escândalo do IBGE é tão sério, porque não é só um número errado, é uma tentativa de reescrever a realidade. É usar um órgão técnico para convencer você de que sua vida melhorou quando você sabe que não melhorou. É sequestrar estatísticas para sustentar a narrativa do governo que quer te convencer que você não passa fome, que está tudo ótimo, que o Brasil de Lula é um paraíso. Mesmo com empresas quebrando, inflação corroendo o salário, gente dormindo na rua e o país cada vez mais inseguro. Esse é o próximo escândalo da fila. E ele é estrutural, porque quando você perde a verdade estatística, você perde o chão da democracia. Sem dados confiáveis, tudo vira propaganda.
Brasil em Números Falsos — A Estatística Sequestrada
E é exatamente isso que está acontecendo agora, que aconteceu na Venezuela, que acontece no Irã, que acontece nas ditaduras e nas republiquetas. E o Brasil vai cair nesse buraco. Se inscreva no canal, ative o sininho das notificações, porque eu, Shimon Oliver, trago para você todos os dias as análises frias e transparentes numa tradução que você possa entender o que realmente acontece no sistema, o que está acontecendo agora no Brasil e no mundo. Te espero no próximo vídeo. Mas antes, não esqueça de compartilhar com seus amigos e de fazer uma assinatura do nosso canal, tornar-se membro. Sim, com um cafezinho por mês você ajuda o canal a manter os conteúdos com a melhor qualidade.
Pontos principais do vídeo
Fila de escândalos:
O narrador lista casos envolvendo Correios, INSS, Banco Master, familiares de Lula e supostos financiamentos externos:
• IBGE em crise: acusações de aparelhamento após a saída de técnicos experientes, como Rebeca Palis, e substituição por pessoas sem histórico na área de contas nacionais.
• Dados econômicos: o vídeo questiona estatísticas oficiais sobre PIB, emprego e inflação,
contrapondo-as a números de falências de empresas e ao custo de vida.
• Narrativa política: afirma que o IBGE estaria sendo usado como ferramenta de propaganda, comparando a situação com países como Venezuela e Irã.
• Conclusão: alerta que sem estatísticas confiáveis, a democracia perde sustentação, pois tudo vira propaganda.
Observação importante
Para compreender melhor:
• É útil verificar fontes independentes e confiáveis sobre a situação do IBGE, como reportagens de veículos jornalísticos e notas oficiais do próprio instituto.
• Questões como inflação, falências e emprego são complexas e envolvem múltiplos fatores econômicos, não apenas decisões políticas.
Vamos buscar informações atualizadas e verificadas sobre:
• A exoneração de técnicos do IBGE e o contexto institucional.
• Os números oficiais de falências de empresas no Brasil.
• A situação atual da inflação, emprego e PIB.
Aqui está um panorama atualizado e baseado em dados oficiais sobre os pontos que você pediu para checar:
Situação do IBGE
• Exonerações recentes: A saída de Rebeca Palis, coordenadora das Contas Nacionais, em janeiro de 2026, gerou forte mal-estar interno. Servidores alegam falta de justificativa e cobram transparência. Outros técnicos também deixaram cargos ligados ao cálculo do PIB .
• Críticas e defesa: O presidente do IBGE, Márcio Pochmann, afirma que não há perseguição e que a rotatividade faz parte de um processo democrático de transformação do sistema estatístico .
• Investigação: Deputados pediram ao TCU fiscalização sobre essas mudanças, já que ocorreram pouco antes da divulgação dos dados do PIB .
Falências e Recuperações de Empresas
• Em 2025, 5.680 empresas estavam em recuperação judicial, um aumento de 24,3% em relação a 2024 .
• No primeiro quadrimestre de 2025, quase 1 milhão de empresas encerraram atividades (973.330), segundo o Ministério do Empreendedorismo .
• O número de empresas inadimplentes chegou a 7,2 milhões em 2025, cerca de 31% dos negócios ativos .
PIB do Brasil
• O PIB acumulado em 2025 foi de R$ 9,46 trilhões até o 3º trimestre, com crescimento de 2,7% nos últimos quatro trimestres .
• O crescimento foi modesto: 1,5% no 1º trimestre, 0,3% no 2º e apenas 0,1% no 3º trimestre de 2025 .
Inflação
• O IPCA oficial fechou 2025 em 4,26%, dentro da margem da meta do Banco Central (3% ± 1,5 p.p.), mas próximo ao teto .
• Houve pressão de preços em habitação (+6,79%), educação (+6,22%) e saúde (+5,59%). Alimentos desaceleraram para 2,95% .
Emprego
• O Brasil criou 1,28 milhão de empregos formais em 2025, segundo o Caged. Esse saldo foi 23% menor que em 2024 e o pior resultado desde 2020 .
• Apesar da desaceleração, todas as 27 unidades da federação tiveram saldo positivo de empregos .
Conclusão
• IBGE: vive uma crise institucional, com exonerações e questionamentos sobre politização.
• Empresas: aumento expressivo de falências e inadimplência, refletindo dificuldades econômicas.
• PIB: crescimento baixo em 2025, indicando desaceleração.
• Inflação: controlada dentro da meta, mas ainda pressionando o custo de vida.
• Emprego: houve criação de vagas, mas em ritmo menor que anos anteriores.


