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ALERTA DE SAÚDE — A polêmica sobre a água e o flúor

  • há 21 horas
  • 3 min de leitura
 — Imagem/Reprodução: @cortesdaniellopezoficial - UM VENENO USADO para CONTROLE POPULACIONAL que INGERIMOS todos os DIAS - THIAGO LIMA E DR. PELOSI.

Sejam bem-vindos. Vamos começar falando sobre a água, já que o Dr. Rafael trouxe uma garrafa como presente. Ele conseguiu superar o meu presente inútil, que foi um brinquedinho da minha filha.


Mas é interessante porque, na verdade, a água que ele trouxe representa algo simbólico: hoje, a água que todos nós consumimos, seja da torneira ou mesmo aquela vendida como “pura”, está contaminada. Não apenas com microplásticos, mas também com outras substâncias.


Existe uma enorme diferença de preços entre águas vendidas no mercado. Algumas chegam a custar centenas de reais, enquanto outras são vendidas por poucos reais em qualquer esquina.


A justificativa é que quanto mais cara, mais pura e menos contaminantes ela teria. Já a água que a maioria das pessoas consome, vinda do encanamento e eventualmente filtrada, está carregada de contaminantes.


Além dos microplásticos, há relatos de presença de hormônios femininos e de substâncias como o flúor, que poderiam influenciar até mesmo o comportamento humano.


Água, flúor e controvérsias: entre saúde e resíduos industriais


O flúor é um ponto central dessa discussão. Muitos de nós lembramos da época escolar, quando fazíamos bochechos com soluções fluoradas para prevenir cáries. A odontologia da época acreditava que o flúor fortalecia os dentes.


Hoje, a toxicologia entende que o flúor só tem ação tópica, ou seja, funciona apenas quando aplicado diretamente e em condições controladas. O flúor presente na água ingerida diariamente não teria esse efeito preventivo.


Apesar disso, médicos recomendam o consumo de grandes quantidades de água por dia, sem considerar que essa água pode estar contaminada.


O debate se torna ainda mais complexo quando lembramos que a fluoretação da água não surgiu de estudos odontológicos, mas sim de uma solução encontrada para lidar com resíduos industriais.


O flúor utilizado nas redes de abastecimento é, na verdade, um subproduto da indústria de fertilizantes, considerado tóxico e corrosivo.


Na década de 1940, com a produção em massa de fertilizantes e alumínio, as indústrias enfrentaram processos milionários devido à poluição causada por esse resíduo.


Sem saber como descartá-lo, surgiu a ideia de adicioná-lo à água tratada, sob a justificativa de que ajudaria na prevenção de cáries.


Desde então, esse processo continua sendo adotado em muitos lugares, apesar das controvérsias e da falta de estudos toxicológicos de longo prazo.


Flúor, pós-guerra e controvérsias sobre saúde pública


Durante o pós-guerra, especialmente no contexto do Projeto Manhattan e da produção da bomba atômica, houve a geração de grandes quantidades de resíduos industriais relacionados ao flúor.


Não era exatamente o flúor em si, mas compostos como o hexafluoreto, que precisavam ser descartados. A solução encontrada foi diluí-los na água consumida pela população.


Segundo alguns relatos, essa prática teria sido motivada por interesses maiores: evitar danos ambientais diretos e, ao mesmo tempo, lidar com o excesso populacional.


A ideia seria que, ao diluir esses resíduos na água, não se causaria um impacto imediato no meio ambiente, mas haveria efeitos na saúde das pessoas.


Entre os impactos apontados, estão infertilidade em homens e mulheres, redução da expectativa de vida e alterações hormonais. Há quem veja nisso uma forma de controle populacional.


Estudos e matérias jornalísticas já mostraram que os níveis médios de testosterona dos homens atuais são mais baixos do que os de gerações anteriores, o que levanta questionamentos sobre a influência de contaminantes presentes na água.


Flúor na água: entre resíduos industriais e impactos na saúde


A redução da testosterona, acompanhada pelo aumento relativo de hormônios como o estrogênio, poderia gerar uma população masculina mais apática e menos combativa, enfraquecendo potenciais resistências sociais.


Do ponto de vista médico, o flúor é classificado como uma substância tóxica e bioacumulativa.


O problema não está apenas em ingerir pequenas doses diárias, mas no acúmulo ao longo dos anos. Esse excesso se deposita nos ossos, nos dentes e também em glândulas como a pineal.


O flúor tem afinidade com o cálcio e, ao se acumular na pineal, forma a fluorapatita, calcificando essa glândula.


Como a pineal regula a produção de melatonina e serotonina, substâncias essenciais para o ciclo do sono e o equilíbrio emocional, sua calcificação pode gerar sérios problemas de saúde, afetando diretamente o bem-estar das pessoas.



 
 
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