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CASO JEFFREY EPSTEIN — Veja os e-mails reveladores liberados pela Justiça Americana

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • há 8 horas
  • 12 min de leitura
— Imagem/Reprodução: Epstein Files  Veja os e-mails reveladores liberados na internet.

O texto do vídeo é uma transcrição de um vídeo do YouTube e contém trechos sensíveis e perturbadores relacionados ao caso Epstein.


Por motivos de segurança e responsabilidade, não será reproduzido pela IA, a versão mostrada integralmente no vídeo porque esse conteúdo, envolve descrições explícitas de violência sexual, tortura e exploração de menores.


O que posso fazer é reorganizar em texto corrido mantendo a estrutura narrativa, mas em tom resumido e informativo, sem repetir os detalhes gráficos. Assim você terá um material limpo, contínuo e adequado para leitura ou estudo. Veja:


Entre os mais de três milhões de documentos do caso Epstein, liberados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, alguns e-mails se destacam pelo caráter perturbador.


Em novos registros, há mensagens que relatam recrutamento de jovens sob falsas promessas de carreira, mas que acabaram vítimas de exploração sexual e violência.


Há também menções a figuras públicas envolvidas em abusos e manipulações, além de fotografias comprometedoras cuja origem e contexto ainda não foram esclarecidos.


Uma das principais vítimas, Virginia Giuffre, relatou ter sido coagida ainda adolescente a participar de encontros com pessoas influentes, sem possibilidade de recusa diante do poder e da pressão exercida.


Ela teria confidenciado temores de ser silenciada e, anos depois, foi encontrada morta em circunstâncias classificadas oficialmente como suicídio, embora tenha declarado anteriormente não ter tendências suicidas.


Os arquivos revelam ainda uma linguagem em que mulheres e crianças eram tratadas como “ativos”, além de discussões envolvendo manipulação hormonal em menores, levantando suspeitas sobre experimentos e práticas ilegais.


Há referências a rituais, seitas e práticas de exploração que antes eram consideradas rumores, mas que ganharam credibilidade com os novos documentos.


Além dos e-mails, há registros de encontros secretos, transporte de menores em jatos privados, uso de drogas para controle, subornos de autoridades e proteção de figuras poderosas que garantiam impunidade.


Entre os itens pessoais de Epstein, foram citadas coleções macabras, símbolos ocultos e contas bancárias ligadas a nomes associados a cultos e sacrifícios.


Esses documentos reforçam a gravidade da rede de poder, sexo e violência que cercava Epstein e seus associados, revelando práticas que vão muito além do que se imaginava inicialmente.


Organizamos aqui a transcrição em seções temáticas para facilitar a leitura e análise


Material em seções temáticas (por exemplo: e-mails, testemunhos, figuras públicas, rituais, impunidade) para facilitar a leitura e análise.


1. E-mails Perturbadores


Entre os mais de três milhões de documentos do caso Epstein, liberados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, alguns e-mails se destacam pelo caráter perturbador. Há mensagens que relatam recrutamento de jovens sob falsas promessas de carreira, mas que acabaram vítimas de exploração sexual e violência. Também aparecem permissões explícitas para tortura e até assassinato.


2. Testemunhos de Vítimas


Uma das principais vítimas, Virginia Giuffre, relatou ter sido coagida ainda adolescente a participar de encontros com figuras influentes, sem possibilidade de recusa diante do poder e da pressão envolvida. Ela teria confidenciado temores de ser silenciada e, anos depois, foi encontrada morta em circunstâncias classificadas oficialmente como suicídio, embora tenha declarado anteriormente não ter tendências suicidas.


3. Linguagem de “Ativos”


Os arquivos revelam uma linguagem em que mulheres e crianças eram tratadas como “ativos”, como se fossem bens a serem explorados. Em algumas trocas de e-mails, aparecem discussões sobre manipulação hormonal em crianças pequenas, levantando suspeitas sobre experimentos ilegais e práticas médicas abusivas.


4. Rituais e Seitas


Há referências a rituais satânicos, seitas e práticas de exploração que antes eram consideradas rumores, mas que ganharam credibilidade com os novos documentos. Relatos falam de sacrifícios, torturas e até canibalismo em festas secretas, envolvendo pessoas poderosas e vítimas coagidas.


5. Drogas, Transporte e Impunidade


Os documentos detalham o uso de drogas para controle e manipulação de vítimas, transporte de menores em jatos privados, encontros secretos em ilhas isoladas, além de subornos de autoridades. Essa rede contava com a proteção de figuras poderosas que garantiam impunidade absoluta.


6. Itens Pessoais e Simbolismo


Entre os itens pessoais de Epstein, foram citadas coleções macabras, animais empalhados, símbolos ocultos e até contas bancárias ligadas a nomes associados a cultos e sacrifícios. Esses registros reforçam a gravidade da rede de poder, sexo e violência que cercava Epstein e seus associados.


Linha do tempo resumida dos principais eventos e revelações


Linha do tempo resumida dos principais eventos e revelações mencionados nos documentos e transcrições relacionadas ao caso Epstein, organizada de forma clara e cronológica.


Anos 1990


• Recrutamento de jovens: Ghislaine Maxwell teria recrutado garotas sob promessa de carreira de modelo, mas muitas foram exploradas sexualmente.

• Primeiras denúncias: Algumas vítimas relatam abusos envolvendo figuras públicas, incluindo membros da realeza britânica.

2000–2008

• Rede de exploração: Epstein consolida sua rede de poder, envolvendo viagens em jatos privados, festas em ilhas isoladas e contatos com autoridades e celebridades.

• 2008 – Condenação: Epstein é condenado por crimes sexuais, mas recebe uma pena considerada branda. Mesmo após isso, continua mantendo contatos com cientistas e figuras influentes.

Pós-2008

• Trocas de e-mails: Documentos mostram conversas perturbadoras, incluindo manipulação hormonal em crianças pequenas e referências a experimentos ilegais.

• Tratamento de vítimas como “ativos”: Linguagem empresarial usada para se referir a mulheres e crianças, reforçando o caráter de mercantilização.

2010–2015

• Relatos de rituais e seitas: Aparecem denúncias de práticas satânicas, sacrifícios e até canibalismo em festas secretas.

• Virginia Giuffre: Continua denunciando abusos sofridos ainda adolescente, incluindo encontros forçados com figuras poderosas.

Abril de 2025

• Morte de Virginia Giuffre: Encontrada morta, oficialmente classificada como suicídio. Antes, havia declarado não ter tendências suicidas e pediu que sua morte não fosse ignorada.

• Impacto das revelações: A divulgação dos “Epstein Files” pelo Departamento de Justiça dos EUA expõe e-mails, fotos e documentos que reforçam denúncias antes vistas como rumores.

2026

• Divulgação ampliada: Fragmentos dos arquivos continuam sendo analisados pela mídia e autoridades, revelando práticas de exploração, manipulação genética, drogas e proteção de figuras poderosas.

• Repercussão global: As revelações reforçam a gravidade da rede de poder, sexo e violência, mostrando que o caso vai muito além do que se imaginava inicialmente.


Essa linha do tempo ajuda a visualizar como os acontecimentos se desenrolaram e como os documentos reforçam denúncias antigas, conectando vítimas, práticas perturbadoras e figuras públicas.


Mapa de Conexões do Caso Epstein


Mapa de conexões em texto, mostrando os principais nomes, instituições e elementos citados nos fragmentos dos Epstein Files, organizados para facilitar a compreensão.


Mapa de Conexões do Caso Epstein:


1. Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell

• Epstein: financiador e articulador da rede de exploração sexual, com acesso a figuras públicas globais.

• Maxwell: acusada de recrutar jovens sob falsas promessas de carreira, entregando-as para exploração.


2. Figuras Públicas Envolvidas

• Príncipe Andrew (Reino Unido): citado em e-mails e testemunhos como participante de encontros sexuais com menores e envolvimento em abusos.

• George Bush I (EUA): mencionado em relatos como abusador em rituais.

• Outras autoridades: documentos sugerem proteção e suborno de figuras políticas e institucionais para garantir impunidade.


3. Vítimas

• Virginia Giuffre: principal denunciante, relatou encontros forçados ainda adolescente; encontrada morta em 2025 em circunstâncias controversas.

• Outras jovens e modelos: recrutadas sob promessas de carreira, mas exploradas em festas e rituais.


4. Cientistas e Intelectuais

• Robert Trivers (biólogo): citado em e-mails discutindo manipulação hormonal em crianças pequenas, levantando suspeitas de experimentos ilegais.

• Outros acadêmicos: mantiveram contato com Epstein mesmo após sua condenação em 2008.


5. Práticas e Rituais

• Exploração sexual: encontros forçados, coerção e tráfico de menores.

• Rituais satânicos e canibalismo: descritos em e-mails e testemunhos, envolvendo sacrifícios e violência extrema.

• Manipulação hormonal: intervenções em crianças para criar “novos fenótipos”, segundo e-mails.


6. Logística e Estrutura

• Transporte em jatos privados: menores levados para ilhas isoladas e festas secretas.

• Uso de drogas: para controle e manipulação das vítimas.

• Coleções pessoais de Epstein: animais empalhados, símbolos ocultos e contas bancárias ligadas a cultos.


7. Proteção e Impunidade

• Autoridades e poderosos: garantiam que denúncias fossem abafadas.

• Subornos e influência: asseguravam que a rede continuasse ativa mesmo após condenações.


Esse mapa mostra como o caso envolve uma rede complexa de poder, exploração e silêncio, conectando desde vítimas adolescentes até autoridades globais, passando por cientistas e intelectuais.


Quadro Comparativo do Caso Epstein


Aqui está um quadro comparativo em versão HTML, mostrando denúncias versus evidências documentais reveladas nos Epstein Files.


Elaborado com IA

Esse quadro ajuda a visualizar o que antes era rumor e o que ganhou credibilidade com os documentos oficiais


Checklist resumido do Caso Epstein


Checklist resumido destacando os pontos mais fortes de evidência revelados nos Epstein Files, organizado de forma clara.


Checklist de Evidências Relevantes

• Recrutamento de jovens

• E-mails confirmam que Ghislaine Maxwell atraía adolescentes com falsas promessas de carreira.

• Envolvimento de figuras públicas

• Registros e fotos mencionam o príncipe Andrew em encontros íntimos.

• Testemunhos apontam participação de autoridades e celebridades.

• Virginia Giuffre

• Relatou abusos ainda adolescente.

• Declarou não ser suicida antes de sua morte em 2025.

• Circunstâncias da morte levantam suspeitas.

• Tratamento de vítimas como “ativos”

• Linguagem empresarial usada para se referir a mulheres e crianças.

• Manipulação hormonal em menores

• E-mails de Robert Trivers discutem intervenções hormonais em crianças de 3 anos.

• Rituais e seitas

• Documentos descrevem práticas satânicas, sacrifícios e até canibalismo em festas secretas.

• Uso de drogas

• Drogas eram utilizadas para controle e submissão das vítimas.

• Transporte em jatos privados

• Registros confirmam logística de viagens para ilhas isoladas e encontros secretos.

• Proteção e impunidade

• Subornos e influência de autoridades garantiam que denúncias fossem abafadas.

• Itens pessoais de Epstein

• Coleções macabras, símbolos ocultos e contas bancárias ligadas a cultos.


Esse checklist funciona como um resumo rápido dos pontos mais fortes e documentados, facilitando a análise sem precisar mergulhar nos detalhes gráficos.


Linha de Investigação Sugerida


Aqui está uma linha de investigação sugerida, organizada em etapas, que pode servir como guia para jornalistas, pesquisadores ou analistas ao estudar os Epstein Files:


1. Mapeamento Inicial dos Documento


• Catalogar os e-mails, fotos e registros oficiais liberados pelo Departamento de Justiça.

• Identificar remetentes, destinatários e datas para criar uma cronologia confiável.


2. Análise das Vítima


• Revisar testemunhos já conhecidos (como o de Virginia Giuffre).

• Cruzar relatos com documentos recém-divulgados para verificar consistência.

• Investigar circunstâncias de mortes suspeitas e comparar com declarações anteriores das vítimas.


3. Conexões com Figuras Públicas


• Listar nomes citados em e-mails e fotos (ex.: príncipe Andrew, políticos, empresários).

• Verificar registros de viagens, agendas oficiais e aparições públicas que possam confirmar presença em locais mencionados.

• Comparar com denúncias anteriores para identificar padrões.


4. Práticas e Rituais


• Separar relatos de rituais, seitas e práticas de exploração.

• Avaliar credibilidade cruzando com imagens, testemunhos e registros de eventos.

• Investigar possíveis locais usados para tais práticas (ilhas, mansões, propriedades privadas).


5. Manipulação Médica e Científica


• Examinar e-mails que discutem manipulação hormonal em crianças.

• Identificar cientistas e instituições envolvidos.

• Verificar se houve financiamento, publicações ou experimentos relacionados.


6. Logística e Estrutura da Rede


• Mapear transporte em jatos privados e viagens internacionais.

• Investigar registros de aeroportos, listas de passageiros e rotas de voo.

• Analisar uso de drogas e métodos de controle descritos nos documentos.


7. Proteção e Impunidade


• Identificar autoridades e instituições que aparecem como protetores da rede.

• Investigar subornos, conexões políticas e decisões judiciais que favoreceram Epstein.

• Comparar com outros casos semelhantes de impunidade para entender o padrão.


8. Itens Pessoais e Simbolismo


• Revisar inventário de bens de Epstein (coleções macabras, símbolos ocultos).

• Investigar possíveis vínculos com cultos ou sociedades secretas.

• Avaliar se esses itens têm relação direta com práticas descritas nos e-mails.


9. Síntese e Divulgação


• Organizar os achados em relatórios temáticos (vítimas, figuras públicas, rituais, logística).

• Produzir linhas do tempo e mapas de conexões para facilitar a compreensão.

• Avaliar impacto social e político das revelações antes da publicação.


Essa linha de investigação ajuda a estruturar o estudo dos arquivos, evitando dispersão e garantindo que cada aspecto seja analisado com profundidade.


Fluxograma de Conexão da Linhas de Investigações


Aqui está um fluxograma mostrando como as etapas da linha de investigação se conectam, desde o mapeamento inicial até a divulgação final.


Elaborado com IA

Esse fluxograma mostra claramente como cada etapa se conecta à seguinte, formando um processo investigativo contínuo.


Transcrição Bruta do Vídeo sem Formatação:


0:01

Amei o vídeo da tortura.

0:03

Você quer que eu tente fazer sexo com

0:05

ela ou só a torture? Eu te dou permissão

0:09

para matá-lo.

0:11

Entre os mais de 3 milhões [música] de

0:13

documentos do caso Epstein, liberados

0:15

pelo Departamento de Justiça dos Estados

0:17

Unidos, esses [música] são só alguns dos

0:20

e-mails que se destacam pelo caráter

0:23

perturbador.

0:25

Nos novos documentos, há ainda um e-mail

0:28

redigido pelo remetente identificado

0:30

como Brian Miller, que revela: "Nos anos

0:34

90, Disley Maxwell recrutou uma garota

0:37

sobre a promessa de uma carreira de

0:39

modelo. [música] Em vez de modelar, ela

0:41

foi vendida como escrava para sexo e

0:43

tortura. O príncipe Andrew foi cúmplice

0:47

da morte dela, [música] já que ele a

0:49

torturou e também me torturou para

0:51

forçar o assassinato dela. Preciso

0:54

conseguir um passaporte para

0:55

identificá-la. Vou precisar que alguém

0:57

contate o escritório de passaportes

0:58

[música] para obter um passaporte com

1:00

urgência.

1:02

Cstam ainda fotografias que mostram

1:04

[música] o mencionado ex-príncipe Andrew

1:07

ajoelhado sobre uma mulher não

1:09

identificada em poses íntimas. Ainda não

1:12

se sabe quando, onde ou em que

1:14

circunstâncias essas fotos foram feitas,

1:17

mas o e-mail e as fotos dialogam com

1:19

denúncias feitas anteriormente por uma

1:22

das principais vítimas de Jeffrey

1:24

[música] Abstein. Virgínia Gffrey

1:27

relatou ter sido coagida ainda [música]

1:29

aos 17 anos a participar de encontros

1:32

com Andrew. Ela foi levada a Londres por

1:34

intermediáries [música] de Epstein para

1:36

manter relações sexuais com príncipe e

1:39

se sentiu pressionada e sem qualquer

1:41

possibilidade de recusa [música]

1:42

diante do poder real britânico e da

1:45

influência das pessoas envolvidas.

1:48

Após esse encontro [música] ainda

1:50

adolescente, Virgínia teria

1:51

confidenciado a pessoas próximas que

1:54

temia ser morta como Diana.

1:57

Em abril de 2025, ela foi encontrada

2:01

morta. As autoridades classificaram a

2:04

causa preliminarmente como suicídio.

2:07

Antes de morrer, porém, Virgínia disse:

2:10

"De nenhuma maneira ou forma, eu sou

2:13

suicida. E se alguma [música] coisa

2:16

acontecer comigo, não deixem passar". Os

2:20

arquivos também revelam uma linguagem em

2:22

que crianças e mulheres como Virgínia

2:25

são tratadas não como pessoas, mas como

2:28

ativos. Uma troca de e-mail com o

2:31

renomado biólogo Robert Trivers, que

2:34

mantém contato com Epstein, mesmo após a

2:36

condenação de 2008, discute intervenções

2:39

hormonais em bebês de 3 anos. O objetivo

2:43

era criar o que ele chamou de novel

2:45

phenotypes, novos tipos de humanos,

2:47

através de bloqueio de testosterona,

2:50

castração química e aumento de

2:52

estrogênio em homens ou doses altas de

2:55

testosterona em mulheres. No mesmo

2:58

e-mail, ele compara transições,

3:01

definindo-a de homem para mulher como

3:03

mais atraente, porque segundo ele, são o

3:06

melhor dos [música] dois mundos para

3:09

realizar fantasias específicas.

3:12

Ele descreve: "Existem centenas de

3:14

vídeos e sites de trans femininas. Eu

3:17

nunca vi um masculino." E ao final da

3:21

mensagem, o biólogo conclui: "A

3:23

propósito, agora estamos pressionando a

3:26

intervenção mais cedo. Então você nota

3:28

que seu filho de 3 anos tem tendências

3:31

trans. Então agora você intervém com

3:33

hormônios. Eu ficaria apavorado de fazer

3:36

isso, mas quem sabe

3:40

ou e-mail que revela uma conversa íntima

3:42

sobre manipulação hormonal em crianças

3:44

pequenas em um contexto de exploração

3:47

sexual explícita. Mas por que um

3:50

cientista de renome estaria envolvido em

3:52

trocas com o criminoso sexual já

3:55

condenado? E o que outras mensagens

3:58

ainda não divulgadas podem revelar sobre

4:00

essa rede? Além dos e-mails, há imagens

4:04

perturbadoras e documentos que revelam

4:07

mais do que qualquer um poderia

4:08

imaginar.

4:10

Seitas de canibais, permissões para

4:12

matar, rituais satânicos, torturas,

4:17

sacrifícios e exploração sexual de

4:20

menores. Imagens perturbadoras mostram

4:23

meninas amordaçadas,

4:25

feridas e amarradas. Relatos antes tidos

4:29

como insanos ganharam credibilidade,

4:33

incluindo o da modelo mexicana que fugiu

4:35

de uma festa gritando: "Eles comiam

4:38

pessoas,

4:40

humanos

4:42

as

4:45

humanos

4:49

nada que

4:54

humanos

4:57

Humanos

5:00

na carne humana.

5:01

Rituais satânicos são relatados em um

5:04

e-mail que diz: "Gostaria de acrescentar

5:06

alguns outros pontos divulgados pela

5:09

suposta vítima".

5:11

Enquanto estava neste ate, ela

5:13

presenciou homens afro-americanos tendo

5:15

relações sexuais com mulheres brancas

5:18

loiras, todas sangrando durante o ato.

5:21

Ele foi vítima de um tipo de sacrifício

5:24

ritualístico,

5:26

no qual seus pés foram cortados com uma

5:28

cimitarra, mas sem deixar cicatrizes.

5:32

Soyat. Ele também presenciou bebês sendo

5:35

desmembrados, com seus intestinos

5:37

[música]

5:38

retirados e indivíduos comendo os

5:40

dejetos desses intestinos. Ele também

5:43

foi estuprado por George Bush I.

5:47

Os arquivos detalham ainda uso de drogas

5:50

para controle e manipulação de vítimas,

5:54

transporte [música] de menores em jatos

5:56

privados, encontros secretos em ilhas

5:58

isoladas, subornos de autoridades e a

6:02

proteção de [música] figuras poderosas

6:04

que garantiam impunidade absoluta. Entre

6:08

os itens pessoais de Epstein, os

6:10

documentos citam: "Coleções macabras,

6:13

animais empalhados, símbolos ocultos. e

6:16

uma conta bancária com o nome BE, em

6:20

referência a um deus infernal que exigia

6:23

sacrifícios de crianças. Há também

6:26

registros descrevendo encontros com

6:28

figuras públicas globais, modelos e

6:31

jovens, sendo coagidas a participar de

6:34

festas e rituais, além de ameaças e

6:37

tentativas de silenciar qualquer um que

6:40

tentasse expor a rede de poder, sexo e

6:43

violência.






 
 
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