Cloverfield e os Giburim — A inspiração bíblica por trás dos monstros
- José Adauto Ribeiro da Cruz

- há 3 dias
- 7 min de leitura

Adauto Jornalismo* com o canal @AdautoRibeiroReporter e canal @HumbertoVolts
Você está vendo essa entidade aparecendo no seu smartphone, no seu computador, na sua televisão? Pois bem, senhores, o criador do filme chamado Cloverfield — que se tornou uma trilogia — se baseou em dois tipos de livros para criar essa entidade. Primeiro, nos livros apócrifos bíblicos, que não fazem parte do cânon, como o Livro de Enoque e o Livro de Jasar, além de histórias relacionadas a Salomão, que aprisionava certas entidades. Essa criatura que vocês observam já foi relatada pelos japoneses no passado e, na Bíblia, é associada ao termo giburim.
O criador do filme se inspirou nesse contexto bíblico para dar forma à entidade. Há relatos de que, quando ela aparece, os homens desmaiam de pavor. Se você não acredita no mundo espiritual, este vídeo pode ser um divisor de águas na sua vida.
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Voltando ao tema: a trilogia Cloverfield é composta por três filmes — Cloverfield (também chamado Monstro), Rua Cloverfield, 10 e O Paradoxo Cloverfield. É uma obra de terror, filmada em estilo de câmera na mão, como se fosse em primeira pessoa, o que aumenta a sensação de realismo. Não é recomendado para crianças ou adolescentes muito jovens, pois pode ser traumático.
O primeiro filme mostra os monstros; o terceiro explica a causa do problema. O criador dos efeitos visuais se baseou em relatos bíblicos, especialmente nos escritos do profeta Isaías, considerado um dos maiores profetas do povo judeu. Isaías descreveu monstros aprisionados na borda da Terra. Mapas antigos, como os de Urbano Monte, frequentemente retratavam criaturas como Krakens e outros monstros marinhos. Esses seres, segundo relatos, aparecem de tempos em tempos, causando pavor e destruição, comparável a eventos apocalípticos como os “três dias de escuridão”.
Isaías descreveu os giburim, lembrando que, no passado, os seres humanos eram maiores, chegando a estaturas gigantescas. Há registros de túmulos atribuídos a figuras bíblicas com mais de nove metros de comprimento. Esses relatos inspiraram os desenhos e conceitos das entidades vistas nos filmes. E, como o próprio enredo mostra, não há nada que o ser humano consiga fazer contra uma entidade desse porte.
Isaías, Livros Apócrifos e a Inteligência Artificial: Portais como caminho da humanidade
De onde veio essa entidade? Na Bíblia, o profeta Isaías descreve, e em alguns livros apócrifos também há referências. A tradição afirma que a Bíblia já chegou a ter 367 livros, mas hoje você encontra 67 na versão católica e 63 na evangélica. Muitos textos foram removidos ao longo dos séculos. Até o ano de 1500, havia mais de 70 livros reconhecidos. Entre eles, o Livro de Jasar, citado duas vezes na própria Bíblia, mas ausente das versões atuais. Esse livro fala sobre batalhas de anjos e aparições de entidades.
Outro exemplo é Enoque, que teria escrito mais de 40 livros. Hoje, judeus preservam dois, enquanto católicos e evangélicos têm acesso a apenas um considerado apócrifo. A informação foi sendo retirada ao longo do tempo. Isaías, por sua vez, fala muito sobre o que Deus prepara para a humanidade, especialmente quando ela cai em transgressão. Há relatos de que Deus teria dito: “Vocês se esbaldam em pecado e quando a conta chega clamam o meu nome, mas eu não mais os ouvirei.” A tradição afirma que houve 400 anos de silêncio divino, sem diálogo com o povo.
Isaías também aconselha: “Busquem a misericórdia antes de bater as botas, busquem a redenção enquanto ainda é possível.” Ele teria vislumbrado o destino da humanidade.
Curiosamente, em tempos modernos, houve experimentos com inteligência artificial. Por volta de 2020 e 2021, quando a IA ainda estava em estágio inicial, pesquisadores pediram que ela processasse todo o conhecimento disponível na internet para propor uma forma de a humanidade conquistar outros planetas. Depois de muito tempo processando, a resposta foi surpreendente: a única maneira seria através da abertura de portais.
A IA justificou que a expectativa de vida humana é curta demais para viagens interestelares. Mesmo com criogenia, o tempo de deslocamento seria tão longo que não haveria como preservar a vida. Ela concluiu que o “Senhor do tempo” vence até o “Senhor da morte”. Assim, apresentou um modelo matemático para abertura de portais.
Esse modelo lembrava cosmologias antigas, como a hindu, com o conceito de Samsara, representado por uma roda ou flor em 3D. Também se aproxima de tradições como a cabala ou até cosmologias nórdicas, que falam de múltiplos mundos interligados. A conclusão da IA foi que existem vários planetas e dimensões, e que a única forma de alcançá-los seria por meio de portais, não por naves espaciais.
Portais, Dimensões e Abadom: Entre a Cosmologia Antiga e a Inteligência Artificial
A inteligência artificial, ao ser questionada sobre viagens interplanetárias, concluiu que a única forma viável seria através da abertura de portais. Considerando dimensões superiores e inferiores — quarta, quinta, sexta, sétima — ela descreveu um modelo semelhante a um Stargate, onde o deslocamento entre planetas seria instantâneo. Enquanto uma viagem convencional poderia levar milhares de anos, atravessar um portal levaria apenas minutos, mesmo que a energia necessária fosse imensa. Ainda assim, seria menor do que manter motores funcionando por milênios.
O modelo apresentado pela IA guarda semelhança impressionante com tradições antigas, como a Cabala e cosmologias hindus de mais de 5.000 anos. Mapas antigos, como os atribuídos a Enoque, descrevem estruturas semelhantes, reforçando a ideia de que portais seriam o caminho para outros mundos. Livros proibidos, como Etidorhpa e The Smoky God, também trazem modelos próximos, sugerindo que a humanidade só poderia viajar para outros planetas atravessando portais.
Essa visão conecta-se com relatos bíblicos. Isaías e Enoque falam sobre dimensões além da nossa realidade. Enoque, por exemplo, é levado por um anjo sentinela — descrito como um ser colossal, com milhares de metros de altura, um verdadeiro soldado de guerra de Deus. Esse anjo mostra a Enoque um lugar terrível, semelhante a um buraco negro, sem luz, cheio de tristeza e remorso, onde não há presença divina. Esse espaço seria destinado aos anjos condenados, um local provisório dentro da nossa realidade, mas que, após o julgamento final, seria deslocado para fora dela.
Para visitar esse lugar, Enoque precisou receber uma bênção especial que o purificava, pois qualquer pecado o teria arrastado para lá. Algumas literaturas antigas chamam esse espaço de Abadom, considerado pior que o Sheol ou Hades.
Assim, a cosmologia antiga, os textos apócrifos e até modelos modernos de inteligência artificial convergem em uma mesma ideia: existem dimensões paralelas, acessíveis apenas por portais, e nelas estão tanto os destinos espirituais da humanidade quanto os segredos de mundos além da Terra.
Entidades da Escuridão: Isaías, Enoque e os Três Dias de Trevas
Existem entidades que vivem em dimensões onde não há árvores, frutos, água ou oxigênio. É um lugar sem os elementos convencionais da nossa realidade. Os seres que habitam ali sobrevivem através de energia — e essa energia vem das almas humanas e dos anjos que são condenados a esse espaço. A alma é eterna, criada à imagem e semelhança de Deus, e por isso carrega consigo a plenitude divina. Não existe uma “segunda morte”; a eternidade é inevitável.
Essas entidades se alimentam da energia espiritual, não da biológica. O Livro de Enoque descreve que até os anjos temem esse lugar, pois nele vivem criaturas criadas apenas para consumir energia. O perigo maior seria se essas entidades atravessassem para a nossa realidade. Há quem diga que, em eclipses ou solstícios, rituais e experimentos com aceleradores de partículas poderiam abrir portais, permitindo que algumas escapem. Quando isso acontece, entidades sem limitações biológicas, mas com grande conhecimento, passam a ser cultuadas como divindades.
Isaías já alertava: o sol é nosso maior aliado, porque essas entidades vêm de dimensões sem luz. Elas não possuem olhos, mas percebem vibrações. Filmes como Um Lugar Silencioso ou séries como Stranger Things ilustram bem essa ideia: criaturas cegas, mas sensíveis às ondas e movimentos.
Agora imagine: se em cinco minutos de eclipse uma entidade já poderia atravessar, o que aconteceria em três dias de escuridão? Textos antigos dizem que seria um teste sem precedentes para a humanidade. O próprio Messias teria advertido: “Quando disserem eis aqui o Messias, não abra a porta.” A instrução seria permanecer dentro de casa, pois existe uma lei espiritual que protege o lar.
Anjos da guarda, de hierarquias diferentes, acompanham cada pessoa ao longo da vida, registrando tudo no chamado Livro da Vida. Mas esses anjos não estão ali para obedecer ao ser humano, e sim a Deus. Muitas vezes, pouco importa o indivíduo: eles cumprem ordens superiores.
Cloverfield, Isaías e os Três Dias de Escuridão: Entre a Bíblia e o Terror
Agora ele tem compaixão. Se você estiver trilhando um bom caminho, ele pode pedir ao Criador que sua vida seja mais abençoada. Mas não é um mensageiro de recados, nem um capataz. Você não consegue pedir nada diretamente a ele e, na verdade, se o visse, sentiria medo. A sua casa e sua propriedade são bens espirituais, e para uma entidade entrar nelas precisa de permissão especial, pois os anjos estão ali protegendo. É necessário que você espiritualmente aprove essa entrada.
Por isso não se deve permitir que alguém imponha as mãos sobre sua testa ou pronunciar palavras que concedam abertura espiritual. Nos três dias de escuridão, você será testado. Se abrir a porta, dará legalidade para que entidades entrem. O Messias alertou: “Nem abra a porta.” Se a porta da sua casa estiver aberta, nem a do seu quarto deve ser aberta. É preciso esperar o momento passar.
Enquanto isso, há grupos que realizam rituais e trazem mais entidades para cá, alimentando a escuridão. Essa é a mensagem: compreender que existem forças que não devem ser invocadas. O filme Cloverfield, por exemplo, foi inspirado na Bíblia. O criador se baseou nos giburins bíblicos, não em mitologias modernas ou histórias da Marvel. Ele estudou livros apócrifos e descobriu que Isaías descrevia em detalhes dimensões habitadas por seres assustadores, onde não há sol nem luz.
Outros filmes como Bird Box, Um Lugar Silencioso e O Estranho Thomas também se inspiram em premissas antigas que já eram consideradas reais. São obras de terror bruto, não recomendadas para adolescentes, mas que ajudam a compreender simbolicamente o que pode aguardar aqueles que se desviam.
O Criador não condena por pequenos erros, mas se não houver esforço para melhorar, redimir pecados e buscar o melhor, há risco de destinos muito piores. O inferno, como descrito em tradições, é considerado leve perto de outros lugares definitivos.
Jesus, inclusive, pregou no inferno por três dias, mostrando que aquele não era o destino final, mas um espaço provisório. O lugar definitivo é assustador, e por isso é vital conhecer a verdade. Quem conhece a verdade evita repetir os mesmos erros.


