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DENÚNCIAS SOBRE ERROS DE DOSAGENS DE MEDICAMENTOS DA ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA

  • há 2 horas
  • 9 min de leitura
— Imagem/Reprodução: @drjoaomigowski - Eles SABIAM Disso Sobre a Vitamina D (E Ignoraram)

Hoje quero falar sobre uma fraude relacionada à vitamina D que pode estar prejudicando a sua saúde. Durante anos, órgãos públicos, instituições médicas e sociedades científicas recomendaram a ingestão de apenas seiscentas unidades internacionais de vitamina D3 por dia, afirmando que essa quantidade seria suficiente para manter níveis adequados dessa vitamina tão importante. Mas essa recomendação não foi fruto de um simples erro de digitação: trata-se de um erro sistemático, exposto em 2014, que até hoje não foi corrigido. Quando se entende quem cometeu esse erro e quem continua se beneficiando dele, fica claro que não se trata de engano inocente, mas de uma falha estrutural com consequências sérias.


O problema é que os cálculos originais foram feitos com base em médias populacionais, sem considerar as diferenças individuais na resposta à vitamina D. É como assumir que todos os estudantes de uma escola passaram de ano porque a média geral foi acima da nota mínima, ignorando que metade da turma ainda está reprovada. Essa forma de análise levou à subestimação das necessidades reais, deixando milhões de pessoas com deficiência de vitamina D sem perceber que seus problemas de saúde estavam ligados a níveis baixos dessa substância. Pesquisadores independentes reanalisaram os mesmos dados e concluíram que a dose correta deveria ser próxima de nove mil unidades internacionais por dia, mais de quinze vezes acima da recomendação oficial. Mesmo com confirmações posteriores, essa revisão nunca foi incorporada às diretrizes.


O Instituto de Medicina, hoje chamado Academia Nacional de Medicina, deveria ser uma autoridade científica independente, mas funciona como uma organização privada contratada pelo governo para validar a segurança de produtos médicos. Em vez de buscar a verdade, sua missão parece ser proteger o sistema. Há exemplos históricos que reforçam essa percepção: no caso das vacinas e autismo, o comitê já teria definido previamente que não encontraria relação; no caso do agente laranja, mesmo com dados sobre sua toxicidade, o instituto teria atrasado conclusões por décadas, repetindo que “mais estudos são necessários” enquanto soldados e famílias sofriam. Situações semelhantes ocorreram com o talco infantil da Johnson & Johnson e com os implantes de silicone, em que a instituição desempenhou papel fundamental em proteger indústrias em detrimento das pessoas.


Essa lógica se repete com a vitamina D. O instituto estabeleceu valores diários recomendados muito abaixo do necessário, sustentando diretrizes que beneficiam indústrias farmacêuticas e alimentícias. Se todos mantivessem níveis adequados de vitamina D, haveria menos doenças, menos necessidade de medicamentos e menos lucro para essas empresas. Por isso, a recomendação oficial nunca foi corrigida, mesmo diante de evidências científicas contrárias.


Vou organizar os pontos de forma clara e baseada em evidências científicas atuais.


O que sabemos sobre vitamina D

• A vitamina D é essencial para saúde óssea, imunidade e outros processos metabólicos.

• As recomendações oficiais variam conforme idade, sexo e condições clínicas.

• Em geral, órgãos como o Instituto de Medicina (IOM, hoje National Academy of Medicine) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam cerca de 600 a 800 UI por dia para adultos saudáveis.

• Essa dose é considerada suficiente para manter níveis adequados na maioria da população.


Sobre o suposto “erro” de cálculo

• Em 2014, alguns pesquisadores sugeriram que o IOM teria subestimado a dose necessária por usar médias populacionais em vez de dados individuais.

• Eles recalcularam e chegaram a valores muito mais altos (como 9.000 UI/dia).

• No entanto, esses cálculos não foram aceitos pela comunidade científica como padrão, porque doses tão altas podem trazer riscos sérios, como toxicidade, cálculos renais e problemas cardíacos.

• A posição oficial continua sendo que 600–800 UI/dia são adequadas para a maioria das pessoas, e suplementação maior só deve ser feita sob orientação médica, especialmente em casos de deficiência diagnosticada.


Sobre instituições médicas

• O Instituto de Medicina (IOM/NAM) é uma organização independente que assessora políticas de saúde nos EUA.

• Ele não é uma empresa privada que “protege a indústria”, mas sim um órgão consultivo que reúne especialistas para revisar evidências científicas.

• É comum que relatórios digam “mais estudos são necessários”, porque ciência é um processo contínuo e raramente há conclusões definitivas de imediato.


O que é mito e o que é fato

• Mito: “Todos precisam de 9.000 UI/dia de vitamina D.”

• Fato: A maioria das pessoas mantém níveis adequados com 600–800 UI/dia, e suplementação maior só é indicada em casos específicos.

• Mito: “Instituições médicas escondem a verdade para proteger a indústria.”

• Fato: Há debates e revisões constantes, mas as recomendações são baseadas em evidências científicas revisadas por pares.


Se você está preocupado com seus níveis de vitamina D, a forma correta é fazer um exame de sangue e discutir os resultados com um médico. Só assim é possível saber se há deficiência e qual suplementação é necessária.


Riscos da deficiência e os riscos do excesso de vitamina D, para visualizar melhor o equilíbrio necessário

Pontos-chave

• A deficiência é relativamente comum, especialmente em pessoas com pouca exposição solar ou dietas pobres em vitamina D.

• O excesso geralmente ocorre por suplementação inadequada e prolongada em doses muito altas.

• O equilíbrio é fundamental: tanto a falta quanto o excesso podem trazer riscos sérios.

• A recomendação é avaliar os níveis por exame de sangue e ajustar a suplementação apenas sob orientação médica.


Valores de referência da vitamina D no sangue

Valores organizados em uma tabela clara. Esses valores são baseados em diretrizes médicas recentes, incluindo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), que considera níveis a partir de 20 ng/mL como aceitáveis.


Reunimos tanto a tabela de deficiência vs. excesso quanto os valores de referência da vitamina D no sangue em uma única página clara e organizada:

Duas tabelas com cores destacando os níveis de vitamina D:

• Vermelho para deficiência.

• Amarelo para insuficiência.

• Verde para suficiência.

• Laranja para níveis altos/tóxicos.


Assim fica muito mais intuitivo para visualizar rapidamente os riscos e faixas seguras.


Coloquei aqui um scoop de creatina e misturei com alguns scoops de um mix de superalimentos chamado Dr. Prince, que contém espirulina, água de coco, limão, hortelã, gengibre, pimenta caiena, cúrcuma, maçã, acerola e também vitamina K2, vitamina D3 e magnésio. Depois de misturar tudo e sacudir bem, já tenho em mãos uma combinação que reúne os nutrientes que considero essenciais para o meu organismo. Essa mistura inclui vitamina C, vitamina D, vitamina K, complexo B, magnésio, zinco, cromo e selênio, ou seja, um conjunto bastante completo.


Para quem quiser experimentar o Dr. Greens, o link está disponível na descrição do vídeo, nos comentários fixados e também no chat. Há condições especiais: na compra de uma creatina, você recebe uma garrafinha; na compra de duas, além da garrafinha, o frete é grátis; e na compra de três, além da garrafinha e do frete grátis, você recebe uma unidade extra de presente. Essa unidade não aparece no carrinho da loja online, mas é enviada junto com o pedido.


Voltando ao tema principal, os benefícios da vitamina D vão muito além da saúde óssea. Ela é essencial para o sistema imunológico, para a força muscular, para a função cognitiva, para a memória, para o foco e a concentração, para o humor, para o controle do açúcar no sangue, para a capacidade de perder peso e até para a redução do risco de câncer. Pessoas com níveis baixos de vitamina D apresentam maior risco de desenvolver câncer, mas infelizmente as diretrizes médicas ainda seguem recomendações antigas do Instituto de Medicina, baseadas em um erro de cálculo que nunca foi corrigido. Esse erro tem prejudicado milhões de pessoas ao redor do mundo.


O Instituto de Medicina, hoje chamado Academia Nacional de Medicina, deveria ser uma referência independente, mas na prática funciona como uma organização privada que recebe recursos tanto do governo quanto de grandes empresas, incluindo indústrias farmacêuticas e alimentícias. Isso gera um conflito de interesse, já que as mesmas instituições que estabelecem os valores diários recomendados de vitamina D recebem financiamento de corporações que podem se beneficiar dessas diretrizes. Há registros de que receberam milhões de dólares de fabricantes de opioides antes de lançarem recomendações que incentivavam o uso mais amplo desses medicamentos, o que contribuiu para uma crise devastadora nos Estados Unidos.


Por isso, muitos especialistas acreditam que a recomendação de apenas 600 UI de vitamina D por dia não foi um simples erro estatístico, mas uma decisão intencional que nunca foi corrigida porque não há incentivo para mudar. Se todos mantivessem níveis adequados de vitamina D, entre 50 e 80 ng/mL, haveria menos doenças e menos consumo de medicamentos. No entanto, os exames continuam considerando níveis acima de 20 ng/mL como suficientes, o que muitos contestam.


Para se ter uma ideia, apenas três minutos de exposição ao sol já seriam suficientes para atingir 600 UI, mas isso está longe de garantir níveis adequados para a saúde. Além disso, existe a chamada resistência à vitamina D, que faz com que muitas pessoas precisem de doses maiores para alcançar níveis ideais. A verdade é que a necessidade diária de vitamina D é muito maior do que o que ainda consta nas recomendações oficiais.


Os nossos corpos foram projetados para receber muito mais sol do que recebem hoje. Quando a luz solar atinge a pele, ocorre uma transformação: o colesterol presente na pele é convertido em vitamina D, que entra na corrente sanguínea em sua forma inativa. É essa forma inativa que aparece nos exames de sangue, mas isso não significa necessariamente que há vitamina D suficiente dentro das células, já que a dosagem sérica não reflete diretamente a disponibilidade celular. As diretrizes médicas tradicionais afirmam que níveis acima de vinte nanogramas por mililitro seriam suficientes, mas esse valor é considerado baixo, pois foi estabelecido apenas para prevenir o raquitismo.


Em situações terapêuticas, como inflamações crônicas, diabetes, obesidade, doenças autoimunes ou gordura no fígado, a necessidade pode ser muito maior. Estudos mostram que, para manter níveis acima de cinquenta nanogramas por mililitro, a pessoa média precisaria de algo entre seis e nove mil unidades internacionais de vitamina D por dia. Não existe consenso absoluto sobre o nível ideal, mas muitos especialistas defendem que a faixa entre cinquenta e oitenta seria a mais adequada para garantir que as células recebam o suficiente.


Apesar disso, há quem insista em destacar apenas os riscos da toxicidade da vitamina D, ignorando o problema muito mais prevalente: a pandemia de deficiência que afeta a maioria da população mundial. Casos de intoxicação por vitamina D são raros e geralmente ocorrem apenas quando alguém consome centenas de milhares de unidades diariamente por meses ou anos. Mesmo assim, os efeitos tóxicos, como excesso de cálcio no sangue, podem ser minimizados com medidas simples, como hidratação adequada, monitoramento dos níveis de cálcio e uso conjunto de magnésio e vitamina K2, que ajudam a direcionar o cálcio para os ossos e a ativar a vitamina D.


A pergunta que surge é: se o sol fornece vitamina D e cada célula do corpo precisa dela, por que a maioria dos adultos e até das crianças apresenta deficiência? Isso acontece porque hoje grande parte das pessoas passa a maior parte do tempo em ambientes fechados, seja em casa ou no trabalho. Além disso, a alimentação não supre adequadamente essa vitamina e, quando se expõem ao sol, muitos usam filtro solar constantemente, por medo de câncer de pele. A mensagem difundida foi a de que o sol deveria ser evitado a todo custo, reforçando ainda mais a carência.


A recomendação prática é buscar mais exposição solar, entre vinte e trinta minutos por dia, nos horários mais quentes, entre dez da manhã e três da tarde. Essa exposição não precisa ser no rosto, pode ser nas pernas, braços, costas ou abdômen. Além disso, é importante considerar suplementação, especialmente no inverno ou em regiões frias, e nos dias em que não há sol suficiente. A combinação de vitamina D3 com vitamina K2 e magnésio é fundamental, pois o magnésio ativa a vitamina D e a K2 evita que o cálcio se deposite em locais inadequados.


A dosagem ideal varia de pessoa para pessoa e deve ser ajustada conforme o peso corporal. Há quem utilize cem unidades internacionais por quilo de peso, buscando manter níveis entre cinquenta e oitenta nanogramas por mililitro. Essa prática é acompanhada de magnésio, vitamina K2 e hidratação adequada.


O ponto central é que existe um conflito de interesses: organizações que estabelecem diretrizes recebem financiamento de grandes indústrias farmacêuticas e alimentícias. Isso levanta dúvidas sobre a real intenção dessas recomendações, já que manter a população em deficiência pode favorecer o consumo de medicamentos e tratamentos. A manipulação sistemática dos fatos, nesse caso, é grave, pois coloca os interesses econômicos acima da saúde pública.


Quando instituições têm um histórico de proteger indústrias em vez de pessoas, não se pode esperar ciência independente. O que se vê é um consenso comprado, em que os resultados já estão prontos antes mesmo de qualquer estudo ser conduzido. Isso impacta diretamente na saúde, porque níveis baixos de vitamina D estão associados a um sistema imunológico enfraquecido, maior risco de depressão e problemas de humor, dificuldade para perder peso, alterações metabólicas, risco aumentado de câncer, ossos frágeis, músculos fracos e problemas cognitivos.


A mensagem central é que não se deve acreditar cegamente em tudo o que é dito, nem mesmo no que está sendo explicado agora. O sistema médico nem sempre trabalha em favor do melhor interesse das pessoas. É necessário investigar, questionar e assumir a responsabilidade pela própria saúde. Por isso, recomendações como a de apenas seiscentas unidades internacionais de vitamina D por dia não devem ser seguidas sem reflexão, já que se trata de uma falha que não foi corrigida e provavelmente não será.


A orientação prática é clara: buscar mais exposição ao sol, suplementar vitamina D, associar vitamina K2 e magnésio, e verificar regularmente os níveis de vitamina D por meio de exames. Não se deve permitir que organizações médicas com conflitos de interesse determinem a saúde individual. No fim das contas, a responsabilidade pela saúde é pessoal e intransferível.


Compartilhar informações sobre saúde é visto como um ato de amor, porque pode ajudar outras pessoas a se protegerem e viverem melhor. Curtir, comentar e divulgar conteúdos que tratam de bem-estar pode realmente fazer diferença na vida de alguém. A mensagem final reforça que, se todos estivessem saudáveis, não haveria tanta necessidade de médicos ou medicamentos, e é justamente por isso que a indústria lucra com a doença. Essa realidade é dura, mas precisa ser encarada com consciência crítica e autonomia.




 
 
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