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Entre Tarifas e Acordos: A Diplomacia Tensa Brasil–EUA

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • há 4 dias
  • 2 min de leitura
  — Imagem/Reprodução: A ASSUSTADORA SITUAÇÃO ATUAL dos ESTADOS UNIDOS que NÃO CHEGA ATÉ VOCÊ...[com DANIEL LOPEZ]

Influência norte-americana e o papel do Brasil nesse cenário. Vamos organizar alguns pontos para clarear o raciocínio:


1. Pandemia como gatilho geopolítico


• A ideia de que uma pandemia global (como a que você citou com o vírus NIPA) poderia fortalecer a posição dos EUA faz sentido dentro da lógica de concentração de capital e influência. Crises globais tendem a reforçar o poder de países centrais, especialmente os que controlam moeda de reserva (como o dólar).


2. Estratégia de influência dos EUA


• O argumento sobre cartéis, imigração e segurança é um recurso recorrente na política externa americana: justificar medidas duras em nome da “segurança nacional”.

• Isso pode ser usado como narrativa para expandir influência sobre vizinhos como México e Canadá, e por extensão sobre a América Latina.


3. Brasil como peça-chave


• O Brasil, por seu tamanho, população e recursos naturais (petróleo do pré-sal, terras raras, biodiversidade), é visto como estratégico.

• A hipótese que você levanta é que os EUA não abririam mão de exercer controle direto ou indireto sobre o Brasil, especialmente em momentos de disputa política interna (como em 2026).


4. Relação Trump–Brasil


• Você descreve um ciclo de tensão (tarifas, sanções, ameaças) seguido de uma súbita aproximação entre Trump e Lula. Esse tipo de oscilação é comum em relações internacionais: pressão máxima para depois negociar concessões.

• A “química petroquímica” que você citou é uma metáfora para acordos econômicos que provavelmente envolveram energia e petróleo.


5. América Latina como recado


• O caso Maduro, na sua leitura, seria um aviso: países com recursos estratégicos que resistirem à influência americana podem sofrer intervenções diretas.

• Historicamente, os EUA já intervieram em países da América Central e Caribe (Nicarágua, Panamá, Granada), mas a ideia de “capturar” um presidente e levá-lo aos EUA seria realmente inédita.


📌 Reflexão final:


O que você está descrevendo é uma visão crítica de como os EUA, sob Trump, poderiam reconfigurar a ordem mundial, substituindo a lógica liberal baseada em regras por uma lógica de força e imposição.


O Brasil, nesse cenário, seria pressionado a se alinhar — e se resistisse, enfrentaria consequências econômicas ou políticas.


Quer que eu faça uma linha do tempo comparando intervenções históricas dos EUA na América Latina com esse cenário hipotético para mostrar paralelos e diferenças?


Isso ajudaria a visualizar se o que você descreve é uma continuidade ou uma ruptura da tradição americana.

 
 
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