Escalada no Oriente Médio — Israel destrói complexo iraniano e tensão global aumenta
- há 23 horas
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Israel confirmou nesta sexta-feira a destruição de um vasto complexo subterrâneo em Teerã, considerado o maior centro de mísseis do Irã.
A operação envolveu cerca de cinquenta caças F-15 e F-16 da Força Aérea Israelense, que lançaram mais de cem munições de precisão, incluindo bombas bunker busters projetadas para penetrar estruturas fortificadas.
Imagens divulgadas pelo Exército de Defesa de Israel mostram explosões massivas e crateras no complexo, que servia como bunker de emergência para altos oficiais iranianos.
Fontes israelenses relatam que o local continuava em uso por clérigos e generais do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica, mesmo após a morte do líder supremo Ali Khamenei.
Analistas destacam que a estrutura, projetada para resistir a ataques convencionais, sucumbiu à precisão das bombas guiadas por GPS, causando colapsos estruturais e baixas entre a elite iraniana.
Paralelamente, os Estados Unidos anunciaram a destruição do Shahid Bagueri, o maior projeto naval iraniano voltado para operações com drones.
O navio, convertido de um porta-contêineres, foi atingido no Golfo de Omã por mísseis Tomahawk e Harpoon lançados do destroyer USS Bainbridge, resultando em incêndios e explosões secundárias que incapacitaram totalmente a embarcação.
Enquanto isso, informações de inteligência apontam que Rússia e China estariam fornecendo apoio indireto ao Irã, com dados de satélite e componentes para mísseis, o que aumenta o risco de o conflito regional evoluir para uma guerra convencional de escala mundial.
Moscou compartilha informações estratégicas, enquanto Pequim fornece peças e financiamento para manter suprimentos de petróleo.
Em resposta, o Irã intensificou ataques com mísseis de longo alcance contra Israel e bases americanas no Golfo, causando danos e baixas.
Porta-vozes iranianos prometem novas ofensivas, enquanto os Estados Unidos reforçam sua presença militar na região.
A França também entrou no cenário, enviando o porta-aviões nuclear Charles de Gaulle para o Mediterrâneo Oriental, fortalecendo a presença da OTAN.
Com exigências de rendição incondicional por parte do presidente Trump e respostas intensas do Irã, o conflito entra em seu sétimo dia com sinais claros de escalada global.
Especialistas alertam que, embora ainda não se trate de uma guerra nuclear, o envolvimento de múltiplas potências pode redefinir alianças e impactar diretamente a segurança energética mundial.

