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GEOPOLÍTICA — Israel está mudando drasticamente sua estratégia na batalha contra o Irã

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • há 2 dias
  • 4 min de leitura
  — Imagem/Reprodução: URGENTE: O Ataque Final Começou! Israel atinge o coração de Teerã e o bunker de Khamenei! (02/02/26).

GEOPOLÍTICA Israel passou a direcionar suas operações militares para um dos locais mais protegidos do mundo: o búnker subterrâneo onde o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, está refugiado.


Esse alvo marca um avanço importante em um conflito que não se limita ao espaço aéreo ou à superfície, mas que agora acontece literalmente debaixo da Terra. O grande dilema para Israel é como atacar um inimigo que se esconde a centenas de metros abaixo do solo, protegido por túneis e bunkers fortificados, sem escalar o conflito para uma guerra total.


Nos últimos meses, a tensão entre Israel e Irã atingiu níveis inéditos. A operação True Promise, em abril, foi uma resposta ao assassinato de dois generais iranianos em Damasco.


O Irã retaliou disparando mais de 300 mísseis e drones contra Israel, seguido por outra onda de ataques com mais 200 mísseis. Pouco depois, Khamenei e sua família foram transferidos em sigilo para um búnker fortificado na região de Lavisan, ao nordeste de Teerã, equipado com sistemas avançados de ventilação, comunicação segura, defesas aéreas e suprimentos para sustentar uma longa guerra. Esse local não é apenas um abrigo, mas o centro nervoso da resistência iraniana.


Israel reagiu rapidamente, atacando instalações subterrâneas de armazenamento de mísseis e eliminando comandantes do IRGC. Em uma operação ousada, realizou ataques em Machad, a quase 2.300 km de Teerã, demonstrando capacidade de atingir qualquer ponto do país.


A escalada ganhou ainda mais peso quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Washington busca a rendição incondicional do Irã e não permitirá que o país obtenha armas nucleares. Segundo ele, os EUA controlam os céus iranianos e apenas adiam a eliminação de Khamenei, considerado um alvo seguro em seu búnker.


Na madrugada de 20 de junho de 2025, Israel lançou um grande ataque aéreo contra a infraestrutura militar iraniana em Teerã. Mais de 120 caças, incluindo modelos avançados como F-35 Lightning II, F-15 Eagle e F-16 Fighting Falcon, além de drones, dispararam cerca de 600 munições para destruir fábricas de mísseis e centros de pesquisa nuclear.


Bombas GBU-39, mísseis de cruzeiro e bombas guiadas a laser foram usadas para destruir completamente o complexo de Lavisan, que abrigava milhares de centrífugas do programa nuclear iraniano.


Bombas GBU-28, capazes de atravessar paredes de concreto de mais de cinco metros, colapsaram instalações subterrâneas de armazenamento nuclear e de mísseis. Israel também utilizou bombas GBU-57, projetadas para perfurar bunkers, destruindo as entradas do abrigo de Khamenei. A operação contou com apoio direto dos Estados Unidos e informações de alta resolução obtidas por satélites e agentes do Mossad.


Além dos ataques aéreos, Israel realizou uma ofensiva naval para impedir o transporte de urânio altamente enriquecido em submarinos iranianos. A operação conjunta com os EUA identificou um submarino da classe Kilo carregando material nuclear, que foi destruído com mísseis AGM-84 Harpoon e bombas guiadas.


A explosão eliminou mais de 80% dos estoques nucleares do Irã, representando um golpe devastador ao programa nuclear do país. Em seguida, Israel também atacou instalações de testes de motores de mísseis balísticos na região de Karaj, ao noroeste de Teerã.


O mundo assiste a um jogo de xadrez geopolítico em que cada movimento é monitorado do espaço, mas cujas intenções reais estão enterradas sob centenas de metros de rocha. A diplomacia agora acontece em bunkers e túneis, longe dos olhos do público, em uma guerra que pode se prolongar por anos.


Israel intensificou seus ataques contra o programa de mísseis balísticos iraniano. Em instalações na região de Karaj, onde o Irã desenvolvia protótipos de mísseis intercontinentais de nova geração, foram utilizados mísseis de cruzeiro que não necessitam de linha de visão para atingir o alvo, além de mísseis Spike com alcance de 25 km e sistemas de orientação óptica e infravermelha capazes de atingir alvos com precisão milimétrica.


Também foram empregados mísseis LIRAS, projetados para voar em baixa altitude e evitar radares, com alcance de 250 km, destruindo centros de comando estratégicos. Drones Hermes 900, armados com mísseis Hellfire guiados a laser, atacaram oficiais de alta patente da Guarda Revolucionária Iraniana, paralisando parte da cadeia de comando.


Na base naval de Bandar Abbas, no estreito de Ormuz, Israel lançou mísseis de cruzeiro Popeye Turbo disparados de submarinos da classe Dolphin, capazes de carregar ogivas nucleares. O ataque enfraqueceu gravemente o poder naval iraniano. Além disso, portos estratégicos foram atingidos para interromper exportações de petróleo e cortar rotas econômicas vitais do país.


Em resposta, o Irã lançou mísseis balísticos Shahab-3 e Kiam-1, com alcance de 2.000 km, que atingiram a cidade de Beersheba, no sul de Israel, causando destruição em áreas residenciais e incêndios em casas e veículos. Cinco mísseis foram disparados em direção a diferentes regiões, incluindo o Mar Morto e o deserto do Negev.


Os sistemas de defesa Arrow-2 e Arrow-3 conseguiram interceptar quatro deles, enquanto sirenes de alerta soaram em diversas localidades. Além dos mísseis, drones kamikaze Shahed-136 e Ababil-3 foram enviados, mas neutralizados pelos sistemas David’s Sling, Patriot PAC-3 e pelo laser Iron Beam.


Apesar da forte rede de defesa aérea israelense, os danos em Beersheba revelaram o impacto direto sobre civis. Israel, por sua vez, atacou plataformas móveis de lançamento de mísseis na província de Khuzistão, destruindo modelos Fateh-110 e Soumar com bombas GBU-31.


A localização foi identificada por radares avançados Green Pine e sistemas norte-americanos de banda X. Centros logísticos usados pelo Irã em parceria com forças aliadas na Síria também foram atingidos por caças F-35, enfraquecendo a rede de apoio ao Hezbollah e reduzindo a influência iraniana na região.


Essas ações, somadas aos contra-ataques iranianos, aumentaram o risco de o conflito se transformar em uma guerra regional, gerando grande preocupação na comunidade internacional.


O cenário mostra uma escalada militar sem precedentes, em que Israel busca quebrar a influência do Irã e enfraquecer o moral de suas forças armadas, enquanto Teerã insiste em demonstrar capacidade de retaliação.

 
 
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