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Lula não pode atacar quem financia a base do seu poder — Esquerda Radical, Cartéis de Drogas e o Islã

  • há 21 horas
  • 2 min de leitura
  — Imagem/Reprodução: Trump mira o BRASIL e LULA se DESESPERA - EUA quer classificar FACÇÕES BRASILEIRAS como TERRORISTAS.

Uma iminente decisão dos Estados Unidos (EUA) de designar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras tem gerado grande preocupação no governo brasileiro, que teme uma possível intervenção militar no território brasileiro.


A medida já conta com o trabalho técnico concluído nos EUA e aguarda apenas a chancela política e dificilmente será revertida.


 — Imagem/Reprodução: ACABOU A BRINCADEIRA EUA VÃO CAÇAR O CRIME NO BRASIL.

A iniciativa do governo americano ocorre em meio aos preparativos para a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington, onde o tema deve compor a agenda oficial entre os dois chefes de Estado. 


O chanceler brasileiro, Mauro Vieira, conversou por telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, na noite de domingo (8), para tratar da viagem do presidente Lula, mas principalmente, para tentar barrar essa classificação.


Fontes do governo brasileiro revelaram o temor de que os Estados Unidos utilizem o combate ao narcotráfico e a classificação de grupos como terroristas para justificar operações militares no Brasil.


Implicações da classificação


Ao classificar o PCC e o CV como terroristas, o governo dos EUA transformaria suas bases e operações em alvos legítimos de um ataque militar, mesmo em território estrangeiro. A legislação americana permite intervenção, incluindo o uso de força militar e operações unilaterais, contra organizações designadas como “terroristas estrangeiras”.


Sob a gestão de Donald Trump, o governo tem incluído cartéis de drogas na América Latina na lista, autorizando o Pentágono a usar força militar contra eles, inclusive de forma unilateral. 



 
 
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