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O que está por trás do filme Cloverfield - Monstro

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura
 — Imagem/Reprodução: Cloverfield - Monstro (2008) | Trailer [Legendado].

O filme Cloverfield pode ser interpretado biblicamente como uma metáfora moderna para os “giburins” e outras entidades descritas em textos apócrifos e proféticos, representando forças espirituais que escapam do controle humano e trazem juízo e temor.


A narrativa de monstros que surgem de forma inesperada e devastadora ecoa passagens bíblicas sobre criaturas colossais, juízos divinos e a fragilidade da humanidade diante do sobrenatural.


1. Monstros como símbolos bíblicos


• Giburins e gigantes: O Antigo Testamento e livros apócrifos como Enoque descrevem gigantes e seres poderosos que habitavam a Terra antes do dilúvio. Os monstros de Cloverfield podem ser vistos como representações modernas desses seres, lembrando que a humanidade não controla todas as forças espirituais.


• Isaías e o juízo: O profeta Isaías fala sobre criaturas aprisionadas em dimensões de trevas, que poderiam ser libertas em tempos de julgamento. O surgimento repentino dos monstros no filme reflete essa ideia de entidades ocultas que emergem para trazer terror.


2. Portais e dimensões


• O Paradoxo Cloverfield (terceiro filme da franquia) sugere que experimentos científicos abriram portais entre dimensões, liberando criaturas. Biblicamente, isso pode ser comparado à ideia de que o pecado e a curiosidade humana podem “abrir portas” espirituais indesejadas.


• Enoque e outras tradições: O Livro de Enoque descreve viagens a outras dimensões e locais de condenação. A abertura de portais no filme ecoa essas narrativas, mostrando que mexer com forças além da compreensão humana traz consequências.


3. Juízo e temor


• Homens desmaiando de pavor: Lucas 21:26 fala que “os homens desmaiarão de terror, na expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo”. Essa passagem se conecta diretamente com a atmosfera de Cloverfield, onde o medo paralisa e revela a vulnerabilidade humana.


• Três dias de escuridão: A ideia de um período de trevas em que entidades poderiam atravessar para nossa realidade é paralela ao caos do filme, em que a escuridão e o desconhecido são portas para o terror.


4. Mensagem espiritual


• Fragilidade humana: Assim como na Bíblia, o filme mostra que a humanidade é impotente diante de forças maiores. Não há armas ou tecnologia que realmente vençam os monstros.


• Necessidade de redenção: A interpretação bíblica sugere que o verdadeiro “escape” não é físico, mas espiritual. O filme pode ser lido como um alerta: sem buscar a misericórdia e a proteção divina, o homem está vulnerável às forças do caos.


5. Comparação direta


Tabela gerada por Inteligência Artificial


📌 Em resumo:


Cloverfield pode ser visto como uma parábola moderna sobre juízo, entidades espirituais e a vulnerabilidade humana diante do sobrenatural. Ele traduz em linguagem cinematográfica temas que já aparecem em Isaías, Enoque e no Apocalipse: portais, monstros, trevas e o medo coletivo.

 
 
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