Trump, Milei e Eduardo Bolsonaro em destaque enquanto Brasil enfrenta embates no Judiciário
- José Adauto Ribeiro da Cruz

- há 2 dias
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Donald Trump convocou Eduardo Bolsonaro para participar de um evento em seu resort Mar-a-Lago, na Flórida. O encontro contará também com a presença do presidente da Argentina, Javier Milei.
A notícia foi divulgada por portais como Poder360 e Metrópoles, que destacaram a participação do ex-deputado brasileiro no evento chamado Hispanic Prosperity Gala, marcado para o dia 10 de fevereiro.
Eduardo Bolsonaro compartilhou nas redes sociais o card oficial do evento, que celebra os 250 anos de prosperidade americana e as contribuições dos hispano-americanos para o futuro econômico dos Estados Unidos.
Segundo os organizadores, o encontro é promovido pelo grupo Latino Wall Street e busca reforçar parcerias estratégicas entre os EUA e a América Latina.
Eduardo afirmou sentir satisfação em retornar à residência de Trump e participar do mesmo evento que Javier Milei, a quem chamou de “o melhor presidente da Argentina em todos os tempos”.
A revista Veja publicou uma nota sobre o encontro, e Eduardo ironizou a matéria, dizendo que não estava sabendo, mas confirmando sua presença. Apesar da ironia, o ex-deputado reforçou que estará no evento e destacou a importância de estar ao lado de líderes conservadores.
Enquanto isso, no Brasil, o início do ano judiciário foi marcado por discursos no STF e no TSE. O presidente da OAB, Beto Simonetti, esteve presente, assim como ministros da Suprema Corte.
O presidente do STF, Edson Fachin, fez um discurso que alguns interpretaram como indiretas a Alexandre de Moraes, mencionando a criação de um código de ética para o tribunal.
Já a ministra Cármen Lúcia, atual presidente do TSE, defendeu maior rigor das cortes eleitorais, afirmando que sua função exige responsabilidade superior às demais instâncias.
Esses acontecimentos mostram como o cenário político segue movimentado tanto nos Estados Unidos, com a aproximação de Eduardo Bolsonaro a Trump e Milei, quanto no Brasil, com debates sobre ética e rigor no Judiciário.
O início do ano legislativo e judiciário no Brasil foi marcado por discursos e movimentações políticas. No Congresso, tanto na Câmara quanto no Senado, os trabalhos foram abertos com declarações de líderes que reforçaram a defesa de prerrogativas e prioridades, como a questão das negociações entre Mercosul e União Europeia.
Já no STF, o presidente Edson Fachin apresentou o chamado “código de ética” da Corte, interpretado por alguns como uma tentativa de responder às críticas internas e externas, mas visto por outros como uma mera cortina de fumaça diante das tensões políticas e jurídicas do país.
Enquanto isso, Lula prepara sua participação no carnaval, com presença esperada em Salvador e no tradicional Galo da Madrugada, em Recife, que deve reunir milhões de pessoas. Autoridades locais demonstram preocupação com a segurança, já que não há camarotes oficiais para autoridades, o que aumenta os desafios logísticos.
No campo político, cresce a expectativa em torno da CPMI do Banco Master, que deve ser protocolada pelo deputado Jordi. Segundo informações publicadas pelo Estado de São Paulo, há provas robustas que podem atingir diretamente o governo, aumentando a tensão entre Executivo e Judiciário.
O cenário revela uma temporada de intensas disputas institucionais, marcada por discursos duros, movimentações estratégicas e a constante tentativa de desviar a atenção da opinião pública. Para muitos, o chamado “código de ética” do STF é apenas uma forma de disfarçar os problemas mais graves que se acumulam no país.


