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Trump volta a falar em anexar Canadá, Groenlândia e Venezuela como estados

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura
 — Imagem/Reprodução: Presidente dos Estados Unidos faz declarações em jantar em Washington e elogia liderança venezuelana.
— Imagem/Reprodução: Presidente dos Estados Unidos faz declarações em jantar em Washington e elogia liderança venezuelana.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a mencionar a possibilidade de ampliar o número de estados norte-americanos ao citar Canadá, Groenlândia e Venezuela como eventuais incorporações.


A declaração foi feita neste domingo (1), durante um jantar realizado em Washington D.C., no tradicional clube Alfalfa, que reúne integrantes da elite política e econômica do país.


Trump abordou o tema ao discursar para os convidados, sem anunciar qualquer medida formal relacionada à política externa ou a processos de anexação territorial.


Durante o evento, Trump afirmou literalmente: “Nunca foi minha intenção converter a Groenlândia no estado número 51. Quero converter o Canadá no estado número 51. A Groenlândia será o estado número 52. A Venezuela pode ser o estado número 53”.


Nos últimos meses, o presidente dos Estados Unidos tem mencionado publicamente a Groenlândia em diferentes ocasiões. Trump já associou o território a questões de segurança internacional, citando preocupações com a atuação de Rússia e China na região do Ártico, tema recorrente em seus posicionamentos recentes sobre geopolítica.


Além das declarações feitas em Washington, Trump também comentou a relação entre os Estados Unidos e a Venezuela. No sábado (31), a bordo do avião presidencial Air Force One, o presidente dos Estados Unidos fez elogios à liderança venezuelana. “Nos levamos muito bem com a liderança venezuelana. Estão fazendo um trabalho realmente bom”, disse Trump, de acordo com a mesma fonte.


As falas do presidente dos Estados Unidos chamaram atenção por envolverem diretamente países soberanos e por ocorrerem em meio a debates internacionais sobre segurança, influência geopolítica e relações diplomáticas envolvendo Washington.




 
 
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