A Brilhante Nanda Guardian — Perseguição e Mudança de Caminho
- há 14 horas
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Adauto Jornalismo* com o canal @AdautoRibeiroReporter e @nandaguardian
Eu gostaria de ter publicado esse vídeo antes, mas por orientação dos meus advogados não expus o processo de mudança que acabei de viver. Essa foi a decisão mais importante e necessária da minha vida até hoje.
Saí do Brasil e sumi nas últimas semanas justamente por orientação jurídica, como forma de proteção diante dos processos que estava recebendo.
Apenas pessoas próximas — amigos, mentorados e alguns clientes — sabiam o que eu estava passando.
O principal motivo da minha saída foi a perseguição institucionalizada. No Brasil, eu recebia intimações, processos e pedidos de explicação praticamente a cada quinze dias. Estou sendo processada por duas grandes instituições financeiras, uma pública e uma privada.
O primeiro processo surgiu porque critiquei a venda de COI por assessores de investimentos, prática que diversos estudos já demonstram ser menos rentável e mais arriscada do que o Tesouro Selic. O segundo processo veio de um banco público, após eu afirmar que se tratava de um projeto socialista de controle de crédito nas mãos do Estado.
Além disso, cheguei a receber quinze denúncias no Ministério Público por ter declarado que não contrato esquerdistas. Esse vídeo viralizou e gerou ainda mais pressão. O nível de intervenção estatal é tão grande que eu não podia contratar quem quisesse na minha própria empresa privada. Aqui nos Estados Unidos, tenho liberdade de contratar quem eu quiser.
As notificações e processos eram constantes, e isso me impedia até de aparecer ao vivo em podcasts ou eventos, já que a simples divulgação de local e horário poderia resultar em novas intimações. No Brasil, eu vivia com a sensação de que poderia ser assaltada ou intimada a qualquer momento.
A perseguição a pessoas que representam ameaça ao sistema não é novidade. Sócrates foi condenado à morte por ensinar jovens a pensar por conta própria. Mais recentemente, vimos o próprio Bolsonaro ser alvo de perseguições. O sistema sempre tenta silenciar quem expõe verdades.
Eu incomodo porque incentivo as pessoas a tirarem seu dinheiro do mercado financeiro brasileiro, que considero condenado ao fracasso. As instituições que me processam perdem clientes para mim, já que muitos assessores e consultores vendem produtos ruins com taxas ocultas, pensando mais em comissão do que na proteção da carteira dos clientes.
O resultado disso é visível: o Brasil está empobrecendo em níveis globais. De 2011 para cá, não só a renda em dólar do brasileiro caiu, como também a fortuna dos maiores bilionários do país permaneceu praticamente estagnada, enquanto no mundo os grandes bilionários multiplicaram suas riquezas.
Risco Brasil e Novos Caminhos
O Brasil, mais uma vez, acompanhou esse cenário de estagnação, já que a fortuna em dólar dos maiores bilionários praticamente não se alterou nesse período. O mais preocupante é que até mesmo os mais ricos vivem em uma zona de conforto, acreditando que a Selic a 15% representa uma boa oportunidade de investimento.
Essa percepção ignora a diferença crucial entre rentabilidade nominal e rentabilidade real, já que a primeira é apenas o número exibido na corretora, enquanto a segunda considera o impacto da inflação.
Os próprios dados de inflação divulgados pelo governo são questionáveis, pois não é possível matematizar as preferências de consumo dos agentes econômicos. Além disso, o IPCA é divulgado por um órgão dirigido por um petista declarado, o que levanta dúvidas sobre sua imparcialidade. Quando se observa o quadro geral, fica evidente que o Brasil não está bem. Os 15% de Selic são uma falácia diante do empobrecimento global do país.
Diante disso, aproveito este vídeo emblemático para anunciar a abertura das inscrições do workshop Risco Brasil 2026. Seja você alguém com grande ou pequeno patrimônio, é fundamental aprender a investir em moeda forte e no exterior, especialmente nos Estados Unidos, o maior mercado de capitais do mundo.
Nesse workshop, vou revelar como construir uma carteira internacional de acordo com minha filosofia de investimentos, que no último ano gerou mais de 40% de rentabilidade em dólar.
Também abordarei temas como sucessão nos Estados Unidos, empresas e estruturas offshore. Para quem pensa em imigração, haverá uma participação especial do advogado Marco Morais, responsável pelo meu processo imigratório.
Inicialmente, chegamos a considerar até mesmo o asilo político, mas ele apresentou um caminho mais rápido e eficiente para que eu viesse legalmente para cá.
Enquanto no Brasil eu era tratada como criminosa por minhas opiniões, nos Estados Unidos fui reconhecida como uma profissional de habilidades extraordinárias, visto concedido apenas a atletas, cientistas e empresários de destaque.
Esse reconhecimento comprova que não há crime algum em minha trajetória, já que o processo de concessão desse visto é rigoroso e investiga todos os aspectos da vida do candidato.
Hoje administro centenas de milhões de dólares em bancos e corretoras 100% americanas, sem qualquer vínculo com o Brasil, e já palestrei sobre economia e investimentos em diversos países.
Liberdade na América e o Futuro
Mês que vem estarei em Paris, inclusive palestrando. É claro que me tornei uma ameaça às instituições centenárias, porque os clientes delas me procuram. São pessoas insatisfeitas, preocupadas com o risco Brasil, que buscam alternativas para mandar seu dinheiro para fora.
Muitas vezes esses clientes são atendidos por filiais dessas instituições em Miami, mas os consultores não entendem nada de mercado americano e continuam recomendando apenas títulos de empresas brasileiras, como Vale ou Petrobras, mantendo vínculos com o Brasil. Esse é o nível dos meus concorrentes, e é por isso que eles perdem. É por isso que eu incomodo.
Enquanto alguns comemoram minhas denúncias e processos, eu sigo em frente. Muitos que me criticam jamais conquistaram 2% do que eu conquistei. Eu nasci pobre, tenho orgulho disso, mas nunca perdi tempo denunciando pessoas no Ministério Público. Hoje, meu lugar é em Downtown Miami, no Icon Brickell, onde estou temporariamente até alugar um apartamento definitivo.
Apesar dos problemas que os Estados Unidos também têm, aqui posso gravar vídeos sem medo, andar na rua sem receio de ser assaltada, ter minha arma e empreender com liberdade.
O Brasil se tornou inviável para mim. Os gastos com advogados já eram parte do meu custo fixo. Não quero que este vídeo seja visto como vitimização, mas sim como um alerta.
É frustrante e custoso ter a carreira empresarial questionada por opinião política, ser perseguida por instituições financeiras apenas por criticar práticas abusivas. Agora vivo em um lugar mais seguro, que incentiva o empresário, e recomendo que outros também protejam seu patrimônio fora do Brasil.
Foi assim que comecei: primeiro enviando meu dinheiro para fora, antes mesmo de decidir me mudar. Hoje quero formar minha família nos Estados Unidos, em um ambiente que não criminaliza o sucesso empresarial.
Continuo trabalhando para brasileiros, mas não para qualquer brasileiro. Não aceito clientes ou mentorados de esquerda, por convicção. Prefiro atender o brasileiro honesto, trabalhador, que deseja proteger seu patrimônio em moeda forte e construir riqueza em um país sólido e seguro.
Essa é a minha chamada: inscreva-se no workshop Risco Brasil 2026, garanta sua vaga e aprenda a investir no exterior. Eu seguirei denunciando as fraudes do mercado financeiro brasileiro, mesmo que tentem me calar.
Se derrubarem meu canal, criarei outro. Minha voz continuará ecoando, porque aqui na América eu tenho liberdade de empreender, contratar quem eu quiser e exercer minha liberdade de expressão — algo que no Brasil acabou.

