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A captura de Madura representa um golpe para Lula e criminosos na região

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 3 de jan.
  • 4 min de leitura
 — Imagem/Reprodução: TRUMP CAPTURA MADURO e Muda o Jogo na América do Sul.

Adauto Jornalismo Policial* with AI Copilot support provided by Microsoft and @vidanoquartel


Presidente dos Estados Unidos, não só confirmou esse ataque, mas também iniciou informando que Nicolás Maduro foi capturado e retirado do território venezuelano.


Sob ordens diretas de Donald Trump, Nicolás Maduro foi capturado pelas forças militares dos Estados Unidos em uma operação cirúrgica que entrou para a história.


A ação envolveu equipes da CIA, Navy Seals, Marine Raiders e agentes da DEA, todos coordenados para garantir que o ditador fosse retirado vivo de seu esconderijo.


Vários helicópteros sobrevoaram Caracas, enquanto caças F-35 e F-18 permaneceram em alerta na costa venezuelana para dar suporte à operação.


Explosões controladas neutralizaram qualquer tentativa de reação, fazendo com que a extração de Maduro ocorresse sem interferências.


Maduro foi encontrado em seu quarto ao lado da esposa Cilia Flores e não esboçou resistência. Sua equipe de segurança já havia sido rendida e por isso não houve confronto direto.


Moradores da capital relataram tremores, barulho intenso de aeronaves e correria nas ruas durante a madrugada. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, especialmente nas proximidades da base aérea de La Carlota.


Enquanto muitos acreditavam que o governo Trump não conseguiria neutralizar Maduro, as forças norte-americanas confirmaram a fama de serem a maior potência bélica e operacional do mundo.


Imagens mostram dezenas de helicópteros Black Hawk, Viper e Chinook em ação numa combinação de aeronaves de transporte e ataque. O planejamento da extração foi minucioso, com agentes da CIA monitorando Maduro em tempo real por meses.


O risco das forças chavistas reagirem era alto. Por isso, caças norte-americanos e drones de ataque permaneceram no ar até a saída completa das tropas.


Os ataques ao solo foram realizados por helicópteros e drones em alta altitude, atingindo pontos estratégicos como o complexo militar de Fuerte Tiuna.


Explosões controladas destruíram equipamentos militares sem causar danos colaterais significativos.


A operação foi rápida e precisa, impedindo qualquer resposta das forças venezuelanas.


A localização atual de Maduro ainda não foi confirmada. Maduro e sua esposa foram conduzidos de helicóptero para o navio anfíbio USS Iodima e já estão a caminho de uma prisão federal nos Estados Unidos.


O destino final de Maduro provavelmente será uma prisão federal em Nova York até ser julgado pelas autoridades norte-americanas.


A ofensiva mostra que ações militares precisam de planejamento detalhado e execução impecável.


Muitos duvidavam da capacidade dos Estados Unidos em capturar Maduro, mas com mais de quinze mil militares mobilizados no Caribe, a operação de neutralização era questão de tempo.


O impacto foi imediato: mísseis de diferentes calibres atingiram estruturas que poderiam comprometer a missão.


A Venezuela sem Maduro deve ser conduzida pela vice-presidente Delcy Rodríguez. Mas o ministro da defesa, Generalino López, já sinalizou que pretende assumir o comando do país.


Cabelo, braço direito de Maduro e número dois do chavismo, também está na lista de procurados pelos Estados Unidos, mas não foi capturado, o que indica que o chavismo continuará ativo na Venezuela.


A alta cúpula chavista aumenta e novas ações podem ocorrer caso não haja uma transição de poder.


O governo brasileiro reagiu fechando a fronteira com a Venezuela e enviando tropas para Pacaraima.


O atual presidente brasileiro classificou a captura de Maduro como inadmissível, demonstrando preocupação com os desdobramentos e com seu antigo amigo e aliado Nicolás Maduro.


Na Argentina, Javier Milei comemorou a captura e ofereceu apoio ao povo venezuelano.


A América Latina se divide diante da operação, enquanto a comunidade internacional observa os próximos passos.


Edmundo González Urrutia, eleito legalmente nas urnas, é considerado o verdadeiro presidente da Venezuela.


Ele já declarou que María Corina Machado será sua vice, sinalizando uma possível transição democrática.


Entretanto, durante a coletiva sobre a captura de Maduro, Trump parece ter descartado a participação de María Corina em um novo governo administrado pelos Estados Unidos.


Donald Trump acompanhou toda a operação na Venezuela em tempo real, assistindo às imagens transmitidas pelas câmeras dos agentes e comemorou a captura de Maduro, sinalizando que outras ações na região podem ser desencadeadas.


A pressão militar e política dos Estados Unidos na região será constante.


A operação de captura também mostrou a integração entre diversas forças. O Mossad israelense participou da coleta de informações, reforçando a rede de inteligência da CIA contra Maduro.


Diversos portais afirmam que membros do próprio regime chavista teriam colaborado com a CIA para a captura de Maduro, repassando informações sensíveis e dados precisos de localização.


A DEA, agência antidrogas dos Estados Unidos, teve papel fundamental, já que Maduro é acusado de envolvimento direto com o narcotráfico.


A captura representa um golpe contra o crime organizado na região e envia um recado para outros governos que se beneficiam do tráfico internacional de drogas.


A população venezuelana viveu momentos de tensão durante a madrugada da operação.


Explosões e apagões geraram medo, mas também esperança de mudança. Donald Trump classificou a ação como um marco histórico contra o terror e prometeu que Maduro enfrentará a justiça norte-americana.


O futuro da Venezuela agora depende da capacidade de reorganização política e da pressão internacional. O povo espera por liberdade e estabilidade após anos de opressão.










 
 
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