A firmeza dos EUA contra Maduro — uma resposta necessária à tirania disfarçada de soberania
- José Adauto Ribeiro da Cruz

- 19 de ago. de 2025
- 3 min de leitura

Adauto Jornalismo Policial*
A chegada de três destróieres de mísseis guiados da classe Aegis à costa da Venezuela marca mais um capítulo da postura firme e coerente do governo Trump diante da ameaça representada pelo regime de Nicolás Maduro. O envio dos navios USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson, com cerca de quatro mil marinheiros e fuzileiros navais, não é um gesto de provocação — é uma ação legítima contra os cartéis de drogas que operam sob a complacência de governos autoritários na América Latina.

A diferença entre proteger civis e usar o povo como escudo está clara. Cinismo não é soberania
Enquanto os Estados Unidos se mobilizam para proteger seus cidadãos e combater o narcotráfico internacional, Maduro responde com delírios revolucionários, prometendo armar 4,5 milhões de milicianos com fuzis e mísseis. A retórica beligerante do ditador venezuelano não passa de um teatro grotesco, encenado para manter o controle sobre uma população empobrecida e oprimida. Falar em “soberania” e “paz” enquanto se distribuem armas à força camponesa é uma contradição que só os cúmplices da tirania fingem não enxergar.
A recompensa de US$ 50 milhões oferecida pelos Estados Unidos por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro é um recado claro: o mundo livre não tolera mais líderes que se escondem atrás de discursos populistas para perpetuar a miséria e a repressão. A iniciativa não começou com Trump — já sob Biden, o Departamento de Justiça havia oferecido US$ 25 milhões pela captura do ditador. O agravamento da situação apenas reforça a necessidade de medidas mais duras.
As declarações do ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, classificando as ações americanas como “tolas” e comparando-as a um “filme de faroeste hollywoodiano”, são tão vazias quanto previsíveis. Quando um regime se vê encurralado, recorre ao sarcasmo e à vitimização. Mas o cinismo não apaga os fatos: a Venezuela sob Maduro é um Estado falido, onde a democracia foi substituída por um aparato militar e ideológico que sufoca qualquer oposição.
A crítica de Padrino ao governo americano, acusando-o de governar “arbitrária e caprichosamente”, é uma tentativa desesperada de inverter a realidade. Os Estados Unidos, com todos os seus desafios internos, continuam sendo uma referência de liberdade, justiça e respeito às instituições. Já o regime venezuelano, aliado a ditaduras como Cuba e Irã, representa o que há de mais retrógrado e perigoso no cenário internacional.
A presença militar americana na região não é uma ameaça à paz — é um sinal de que o mundo livre está atento e disposto a agir. A América Latina não pode continuar refém de regimes que usam a bandeira da soberania para justificar a opressão. A Venezuela precisa ser libertada, e o governo Trump demonstra, mais uma vez, que não hesitará em enfrentar os inimigos da liberdade.
* Com suporte de IA Copilot fornecido pelo Microsoft
REFERÊNCIAS:



