Adauto Jornalismo analisa os possíveis rumos pelas próximas semanas no conflito Brasil x Estados Unidos
- José Adauto Ribeiro da Cruz

- 16 de ago. de 2025
- 3 min de leitura

Brasil e Estados Unidos em rota de colisão narrativa: tensão cresce entre Judiciário, mídia e aliados internacionais
Há fortes rumores e indícios de que o principal canal de televisão do Brasil (TV Globo) e seus acionistas sejam sancionados nos próximos dias, por insistirem em divulgar informações falsas sobre as verdadeiras motivações do governo Trump e por apoiar a censura midiática ainda se as próximas eleições forem sem Bolsonaro, elas podem não ser reconhecidas pelos EUA e outros países.
Vamos fazer uma análise preditiva com base nas declarações recentes de políticos brasileiros e americanos, considerando os rumos possíveis para o cenário político e institucional do Brasil nos próximos meses.
Nos últimos dias, figuras como o senador Flávio Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro intensificaram críticas ao ministro Alexandre de Moraes, chamando-o de “ditador” e acusando-o de perseguição política2. Paralelamente, congressistas americanos ligados ao ex-presidente Donald Trump também se manifestaram, pedindo sanções contra Moraes e revogação de vistos de ministros do STF.
Além disso, há rumores de que o principal canal de televisão do Brasil estaria na mira de sanções — não por autoridades brasileiras, mas por pressões externas, supostamente ligadas à divulgação de informações consideradas falsas sobre o governo Trump e à defesa de medidas interpretadas como censura.
Análise Preditiva: Cenários Possíveis
1. Escalada de Pressão Internacional
A articulação de políticos brasileiros com alas conservadoras dos EUA pode resultar em ações simbólicas, como restrições de vistos ou declarações diplomáticas de repúdio.
A Lei Magnitsky, mencionada por aliados de Bolsonaro, exige evidências concretas de violações de direitos humanos. Embora improvável sua aplicação direta, a retórica pode ser usada para alimentar narrativas de perseguição política.
2. Polarização Midiática e Judicial
Se houver sanções ou campanhas contra veículos de imprensa brasileiros, isso pode intensificar o embate entre liberdade de expressão e regulação de conteúdo.
O projeto de lei em discussão no Brasil que prevê remoção de conteúdo ilegal sem decisão judicial pode ser interpretado como instrumento de censura, especialmente por críticos internacionais.
3. Deslegitimação Eleitoral e Risco de Reconhecimento Internacional
A fala de Flávio Bolsonaro sobre os EUA não reconhecerem eleições sem a presença de Jair Bolsonaro é grave e sinaliza uma tentativa de internacionalizar a disputa política interna6.
Embora os EUA tradicionalmente reconheçam eleições com base em critérios institucionais e não em candidaturas específicas, a pressão política pode gerar ruído diplomático, especialmente se houver mudança de governo nos EUA em 2026.
4. Judicialização e Reação Institucional
O julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe, marcado para setembro, será um divisor de águas. Dependendo do resultado, pode haver:
Reações internacionais mais contundentes.
Mobilização de base política e social no Brasil.
Tentativas de deslegitimar o processo judicial como parte de uma “narrativa persecutória”.
Projeção de Tendências
Tendência | Probabilidade | Impacto Potencial |
Sanções simbólicas dos EUA | Média | Alto (retórico e político) |
Aumento da polarização judicial | Alta | Alto (institucional) |
Deslegitimação eleitoral externa | Baixa | Médio (dependente de contexto) |
Pressão sobre mídia brasileira | Média | Alto (liberdade de imprensa) |
Conclusão
O Brasil está no centro de uma disputa narrativa que ultrapassa fronteiras. A convergência entre políticos brasileiros e alas conservadoras americanas pode gerar pressões externas inéditas, mas também riscos internos de instabilidade institucional.
A chave será observar como o Judiciário, a imprensa e os atores internacionais respondem às tentativas de deslegitimar processos democráticos e judiciais.
* Com recursos de Inteligência Artificial
REFERÊNCIAS:


