Bastidores do Poder: O Encontro que Mudou Minha Visão
- José Adauto Ribeiro da Cruz

- há 3 horas
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Mais uma vez, uma conversa exclusiva. Ao longo desta semana, compartilhei conteúdos que considero verdadeiros diamantes, informações que ajudam a compreender como funciona a engrenagem do poder em um ano decisivo como 2026, tanto para o Brasil quanto para os Estados Unidos.
Lá, as eleições de meio de mandato definirão o futuro do presidente Donald Trump e sua capacidade de manter controle sobre Câmara e Senado. Aqui, o destino nacional também será colocado à prova.
O que vou relatar hoje tem origem em um encontro reservado, quase secreto, realizado alguns anos atrás, antes da crise sanitária. Poucas pessoas estavam presentes, algumas desconhecidas do grande público, outras extremamente influentes.
Foi um ambiente elitizado, onde percebi que não era hora de falar, mas de ouvir. E o que ouvi foi suficiente para entender como funcionam os bastidores do poder: estratégias de influência, persuasão, controle das massas e manipulação da opinião pública.
Ali ficou claro que o mundo do poder é muito mais cinzento e nebuloso do que se imagina. Descobri que aqueles que parecem mandar em tudo, muitas vezes não mandam tanto, e que figuras aparentemente secundárias possuem enorme controle.
Mais surpreendente ainda foi perceber que pessoas desconhecidas da população têm vínculos profundos com líderes e grupos poderosos, ditando decisões que afetam milhões.
Foi nesse encontro que compreendi algo que mudou minha visão: o movimento conservador, que eu acreditava ser essencialmente cristão, estava permeado por influências esotéricas.
Muitos que se apresentam como defensores da fé, na verdade, nutrem aversão ao cristianismo e utilizam os cristãos apenas como massa de manobra.
O público cristão, cheio de esperança, acabou sendo conduzido por planos que não tinham nada a ver com sua fé.
Essa percepção foi um divisor de águas. Desde aquele dia, mudei a abordagem do meu canal. Com mais de 20 anos de existência, já testemunhei de tudo: política, bastidores, alianças e rupturas.
Mas foi nesse momento que entendi que quem realmente manda não é quem aparece, e que a manipulação das massas é parte central da engrenagem.
O otimismo que muitos tinham em 2017 e 2018, acreditando que o cristianismo ganhava força, escondia uma realidade dura: os cristãos estavam sendo usados como peça em um jogo muito maior.
Do Nacional ao Internacional: A Arapuca Revelada e a Mudança de Rumo
Antes da crise sanitária, meu canal era um dos maiores expoentes dos assuntos nacionais. Todo domingo os vídeos estavam em alta, em primeiro lugar, e muita gente comentava, elogiava e acompanhava o trabalho.
Foi um período em que o cenário brasileiro dominava minhas análises, e até outros canais que surgiram depois se inspiraram no modelo que eu havia criado.
Mas tudo mudou após uma reunião reservada que me fez enxergar o jogo de outra forma.
Naquele encontro percebi que uma grande arapuca estava sendo montada. Pessoas honestas, de bem, estavam sendo manipuladas para servir como massa de manobra, prejudicando o movimento conservador e o cristianismo.
Essa percepção se confirmou de maneira definitiva em 6 de janeiro de 2021, quando, nos Estados Unidos, incentivados pelo presidente Donald Trump, milhares foram às ruas e acabaram envolvidos em um episódio que mostrou como o poder pode explorar indivíduos e transformá-los em instrumentos de agendas ocultas.
Foi ali que compreendi a lógica do poder: identificar alguém com grande potencial, investir nessa pessoa, transformá-la em celebridade e, ao mesmo tempo, colocá-la em situação frágil para manipulá-la.
Esse processo, chamado de traumatize and monetize, cria uma ponte entre a estrela em ascensão e o poder oculto.
Sempre há alguém que prepara o caminho, seja como um João Batista para Jesus ou como um falso profeta para o anticristo.
E quando a estrela cumpre o papel esperado, é descartada. Se tiver perfil psicopático, continua sendo usada; se não tiver, é comprometida ou eliminada.
Essa revelação me fez mudar completamente a abordagem do canal. Deixei de falar sobre o cenário nacional e passei a focar em temas internacionais.
Foi uma decisão consciente: não queria mais jogar aquele jogo. A partir de 2020, com a disputa pela Casa Branca, essa mudança se mostrou acertada.
Pessoas influentes passaram a acompanhar meu trabalho e reconheceram a qualidade da cobertura internacional.
O que começou como uma ruptura pessoal se transformou em um novo caminho editorial, mais alinhado com a realidade que eu havia descoberto nos bastidores.

