top of page

Bunkers e Poder Global — Entre Estratégia e Profecia

  • há 21 horas
  • 3 min de leitura
  — Imagem/Reprodução: PASTOR REVELA O QUE SERÁ A MARCA DA BESTA E CHOCA COM DECLARAÇÕES | PR. CARLOS CARDOZO.

Adauto Jornalismo* com Inteligência Artificial e o canal @AdautoRibeiroReporter 


Pastor, falando sobre isso, o senhor pode ter uma resposta a respeito do chamado número da besta, que ao longo do tempo trouxe muitas teorias. Já se ouviu falar que seria o www, o código de barras e outras coisas semelhantes.


Na realidade, quando se observa o www, há quem associe ao sistema, assim como o nome Visa, que também já foi interpretado como ligado ao número da besta e ao sistema bancário.


No caso dos códigos de barras, existe a ideia de que três barras específicas representariam esse número, sendo a primeira, a do meio e a última, o que reforçaria a noção de um sistema de digitalização universal.


Assim, todo sistema ligado à informática estaria vinculado ao número seis, considerado o número do homem. Há muita mística em torno disso e algumas visões que relacionam até mesmo novas enfermidades, como a gripe suína, a esse contexto.


Também circulam teorias sobre um adesivo de hidrogel desenvolvido por empresas de tecnologia, que viria com QR code invisível e poderia conectar pessoas à internet.


A ideia seria que, por meio desse rastreamento, o governo conseguiria identificar surtos localizados, isolando bairros em vez de cidades inteiras.


Durante a pandemia, muitos enxergaram um teste desse sistema. Na China, por exemplo, só podia circular quem tivesse o QR code verde.


No Brasil, houve situações em que pessoas não puderam entrar em restaurantes ou hotéis sem apresentar comprovante de vacinação.


Isso foi interpretado como um ensaio de controle social, em que empresários eram obrigados a seguir determinações governamentais.


A reflexão é que, sem essa “marca”, ninguém compra, vende ou negocia. Para alguns, trata-se de um prenúncio do sistema do anticristo, um código que vincula pessoas a cadastros e pode até mesmo controlar o acesso ao dinheiro.


O cenário seria montado de forma silenciosa, testando o comportamento da sociedade, que em grande parte se submeteu às regras.


O que mais chama atenção é o impacto religioso. Igrejas foram obrigadas a impor regras como uso de máscara e divisórias, e muitos fiéis aceitaram sem perceber que poderia ser um ensaio de controle.


A pandemia existiu, mas não na proporção que alguns acreditam ter sido apresentada, e nesse contexto a China se posicionou estrategicamente, aproveitando para comprar petróleo a preços baixíssimos e reforçar sua influência global.


A China hoje possui a maior reserva de alimentos e de petróleo do mundo, estando preparada para ampliar seu poder global. Muitos enxergam o país como um protótipo de modelo a ser expandido para outras regiões.


Esse cenário se conecta a movimentos de grandes bilionários que vêm construindo bunkers e refúgios apocalípticos, acreditando que algo fora do controle pode acontecer. Mark Zuckerberg, por exemplo, investiu bilhões na construção de um bunker na Califórnia.


Sam Altman, criador do ChatGPT, também possui um refúgio e chegou a afirmar que carrega consigo um dispositivo capaz de desligar a inteligência artificial caso ela se torne autônoma e ameace a humanidade.


Elon Musk, por sua vez, demonstra obsessão por Marte, vivendo em espaços reduzidos como protótipo de habitação no planeta vermelho, acreditando que a Terra pode enfrentar um colapso inevitável.


Outros nomes ligados ao setor tecnológico, como Antonio Martinez, ex-Facebook, também estão construindo seus próprios bunkers, reforçando a ideia de que há uma preparação silenciosa para um possível apocalipse tecnológico ou ambiental.


Reportagens recentes chegaram a citar uma probabilidade significativa de colapso da internet mundial, o que poderia gerar caos global.


Esse movimento encontra paralelo em textos bíblicos. No livro do Apocalipse, capítulo seis, há a descrição de reis, ricos e poderosos se escondendo em cavernas e rochas das montanhas diante da ira divina.


Muitos interpretam essa passagem como uma referência aos bunkers modernos, construídos em locais subterrâneos e rochosos.


O mercado de refúgios apocalípticos, inclusive, cresceu exponencialmente após a pandemia, com aumento expressivo na procura por estruturas capazes de sustentar famílias por anos em caso de colapso.




 
 
bottom of page