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CRIMES POLICIAIS — Policial Fábio Anderson Pereira de Almeida que matou marceneiro é preso em SP

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 17 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
 — Imagem/Reprodução: O marceneiro Guilherme Dias Ferreira, assassinado pela polícia ao sair do trabalho.
— Imagem/Reprodução: O marceneiro Guilherme Dias Ferreira, assassinado pela polícia ao sair do trabalho.

Adauto Jornalismo Policial*


O policial militar Fábio Anderson Pereira de Almeida, réu pelo assassinato do marceneiro Guilherme Dias Santos Ferreira, foi preso na madrugada deste domingo. A informação é do portal UOL. O crime ocorreu em Parelheiros, na Zona Sul da capital paulista.

O marceneiro Guilherme Dias Ferreira


Na sexta-feira, a juíza Paula Marie Konno determinou a prisão temporária do agente. Após ser detido, o homem foi levado ao Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte de São Paulo.

Guilherme Dias Santos Ferreira trabalhava em uma fábrica de camas e havia acabado de sair do trabalho

O caso aconteceu no dia 4 de julho. Segundo constam nos autos, o PM estava de folga no dia do crime, e foi alvo de uma tentativa de roubo de sua motocicleta, por dois homens que também chegaram sob uma moto. O policial teria disparado contra os suspeitos, que conseguiram fugir a pé.


Momentos depois, o agente teria avistado Guilherme, do outro lado da rua, correndo. O PM se aproximou da vítima, supondo ser um dos criminosos, e efetuou três tiros contra a vítima, pelas costas. Um dos disparos atingiu a cabeça de Guilherme, que faleceu por traumatismo cranioencefálico.


A vítima corria para pegar um ônibus


A vítima corria para pegar um ônibus. Guilherme trabalhava como marceneiro em uma fábrica de camas e havia acabado de sair do trabalho. Pouco antes do crime, ele avisou a esposa que já estava indo embora. Nas redes sociais, também publicou uma foto batendo o ponto no trabalho.


Ao lado do corpo da vítima foram encontrados uma marmita, talheres, um livro e o uniforme de trabalho. A juíza do caso destacou na ordem de prisão que o policial agiu com intenção homicida, impelido por motivo torpe e que se utilizou de recurso que dificultou a defesa da vítima. O PM vai responder por homicídio doloso.


* Com recursos de Inteligência Artificial


   

REFERÊNCIAS:

                 



 
 
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