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CRIMES POLICIAIS — Polícia diz ter provas de que tenente-coronel preso por feminicídio alterou local do crime

  • há 5 dias
  • 1 min de leitura

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Alertas: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência contra a mulher, violência doméstica e estupro. Se você se identifica ou conhece alguém que está passando por esse tipo de problema, ligue 180 e denuncie.


 — Imagem/Reprodução/Coletiva de imprensa: ‘Polícia Militar sai imaculada disso’, diz comandante-geral da PM sobre tenente-coronel preso por suspeita de matar a mulher.
 — Imagem/Reprodução/Coletiva de imprensa: ‘Polícia Militar sai imaculada disso’, diz comandante-geral da PM sobre tenente-coronel preso por suspeita de matar a mulher.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou nesta quarta-feira, 18, ter provas de que a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi morta.


O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, foi preso preventivamente nesta manhã por feminicídio.


A instituição também disse ter provas de que ele alterou o local do crime para forjar que a vítima teria cometido suicídio.


“As investigações constataram inconsistências significativas contra a conduta de Geraldo Neto após o disparo da arma até a formalização da ocorrência, o que compromete a credibilidade da sua versão.


As provas periciais médico-legais indicam a inviabilidade da hipótese de suicídio, além de apontar indícios de alteração no local do crime”, disse o secretário da Segurança, Osvaldo Nico Gonçalves.


“Hoje, a gente pode concluir que a hipótese de suicídio está afastada e que tem indícios contundentes de que ele fez a alteração do local.


Isso é o que levou ao pedido da prisão”, completou Dênis Saito, delegado do 8° DP, responsável pela investigação.



 
 
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