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Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente do PI investiga morte de menina de 4 anos

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 9 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
—Imagem/Reprodução: A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) instaurou inquérito.
    —Imagem/Reprodução: A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) instaurou inquérito.

Tragédia em Teresina: menina de 4 anos morre após ser atingida por penteadeira em escola


Adauto Jornalismo Policial*


A cidade de Teresina amanheceu em choque diante da morte da pequena Alice Brasil Souza da Paz, de apenas 4 anos, vítima de um acidente dentro da sala de brinquedos de uma escola particular.


O episódio, ocorrido na tarde de terça-feira (5), levanta uma dolorosa pergunta: como uma criança pode perder a vida em um ambiente que deveria ser sinônimo de segurança e acolhimento?


Alice estava deitada no chão, brincando, quando uma outra criança, ao se levantar sob uma penteadeira, provocou o tombamento do móvel, que atingiu violentamente a menina.


A cena, descrita por testemunhas e registrada pelas câmeras internas do colégio, revela uma sucessão de instantes que culminaram em uma tragédia irreversível.


Socorro imediato, dor permanente


As professoras agiram com rapidez: uma retirou o móvel, outra levou Alice à enfermaria. A enfermeira iniciou os primeiros socorros e acionou o SAMU.


A equipe escolar seguiu orientações médicas e conduziu a menina até um posto de atendimento, sendo interceptada por uma ambulância no trajeto. A mãe, ao chegar ao local, declarou em coletiva: “Vi o que nenhuma mãe queria ver.”


Alice havia completado 4 anos apenas um dia antes. Era filha de um oficial do Exército e da fotógrafa Dayana Brasil, que levou os filhos à escola para celebrar o aniversário. “É uma dor que dilacera, que parte a alma. Você não tem mais nada o que fazer pela sua filha”, disse a mãe, em lágrimas.


Investigação e medidas


A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do acidente.


O Ministério Público também abriu procedimento administrativo para avaliar as medidas de segurança nas escolas do estado, incluindo a capacitação de funcionários em primeiros socorros.


Em nota, o Grupo Educacional CEV reconheceu a gravidade do ocorrido: “Não há palavras que possam diminuir a dor e o sofrimento vividos, mas reconhecemos a fragilidade da vida humana.”


* Com recursos de Inteligência Artificial


  

REFERÊNCIAS:

 
 
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