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EDITORIAL — Trump declara guerra a aliança do Brasil com países terroristas

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 19 de ago. de 2025
  • 3 min de leitura
    — Imagem/Reprodução: Os alertas sistemáticos emitidos pela administração Trump deixam claro o objetivo.
  — Imagem/Reprodução: Os alertas sistemáticos emitidos pela administração Trump deixam claro o objetivo.

Adauto Jornalismo Policial*


Não é improvável que, em breve, o governo Trump venha a classificar o Brasil como um “Estado patrocinador do terrorismo”, com base nas relações diplomáticas mantidas com regimes considerados hostis pelos Estados Unidos, como Cuba, Venezuela e Irã.


Os alertas sistemáticos emitidos pela administração Trump deixam claro o objetivo: denunciar a guinada ideológica do governo brasileiro em direção à esquerda e seu apoio a nações reconhecidas internacionalmente por práticas autoritárias e terroristas.


Está em curso uma escalada sem precedentes por parte dos EUA, com o propósito de proteger a democracia brasileira e garantir a integridade do processo eleitoral de 2026.


A imposição de tarifas de 50% e a aplicação de sanções contra autoridades brasileiras acusadas de práticas antidemocráticas — como Alexandre de Moraes — incluindo a revogação de vistos e a invocação da Lei Magnitsky, representam apenas o início de uma estratégia mais ampla para enfrentar o avanço da tirania no Brasil.


Essas medidas iniciais podem evoluir para ações ainda mais severas, culminando, eventualmente, em uma ruptura diplomática entre os dois países. Tal rompimento, embora político, não afetaria a histórica aliança militar entre Brasil e Estados Unidos.


A possível designação do Brasil como Estado patrocinador do terrorismo não se trata de mera especulação, mas de uma leitura objetiva dos fatos que emergiram desde o retorno de Trump à presidência. A nova abordagem americana busca corrigir o abandono das relações hemisféricas promovido pela administração Biden.


A recente imposição de sanções contra Mozart Júlio Tabosa Sales, atual secretário do Ministério da Saúde, e Alberto Kleiman, coordenador-geral da COP 30, reforça essa tendência. Ambos foram responsabilizados por sua participação na criação do programa "Mais Médicos", acusado de explorar mão de obra cubana em benefício de um regime comunista.


O comunicado do secretário de Estado, Marco Rubio, foi contundente: trata-se de “uma mensagem inequívoca de que os Estados Unidos promovem a responsabilização daqueles que permitem o esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano”.


É nesse ponto que os EUA pretendem fundamentar sua denúncia, alertando o Brasil e o mundo sobre os efeitos nocivos da política externa brasileira alinhada a Cuba.


No X (antigo Twitter), o deputado federal Eduardo Bolsonaro, uma das vozes mais atuantes na defesa da liberdade, manifestou apoio imediato às sanções, revelando ao povo brasileiro os bastidores dessa movimentação internacional. De solo americano, onde atua em prol dos interesses nacionais, Eduardo alertou que nem mesmo os integrantes dos Três Poderes estão imunes às futuras sanções.


O que está em jogo transcende tarifas, medidas diplomáticas ou discursos inflamados. Trata-se de expor as práticas antidemocráticas do STF e o alinhamento sistemático do governo Lula com regimes comunistas e terroristas, comprometendo a democracia e os direitos fundamentais do povo brasileiro.


A história ensina que regimes autoritários, como o que se desenha no Brasil sob tutela do STF, buscam minar a autoestima e a autonomia dos cidadãos para consolidar seu domínio.


Diante disso, cabe a nós, brasileiros, reagir com firmeza, apoiando o presidente Trump em sua missão de libertar o Brasil da influência corrosiva da esquerda radical que se espalhou pelo país nos últimos anos.


* Com suporte de IA Copilot fornecido pelo Microsoft


  

 REFERÊNCIAS:

                 

 
 
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