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Israel avança em Gaza enquanto Irã enfrenta pressão interna e externa

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 26 de jan.
  • 3 min de leitura
   — Imagem/Reprodução: Israel ataca alvos militares no Irã! Misteriosa arma israelense explodiu fábrica ARMAS iranianos.

O regime iraniano vive um momento de forte pressão. Após a derrota na guerra contra Israel e os Estados Unidos, até mesmo os guardas revolucionários reconhecem que o passado não voltará. Ainda assim, o governo continua a jogar dos dois lados quando o assunto é o programa nuclear.


Enquanto isso, o Hamas anunciou uma resposta considerada positiva sobre o acordo de reféns. O presidente Donald Trump classificou como um bom começo, mas a realidade mostra que o grupo não recuou nem demonstrou boa vontade. Pelo contrário, a resposta expôs sua tentativa de ganhar tempo.


As Forças de Defesa de Israel informaram que já controlam grande parte da Faixa de Gaza e estão perto de alcançar os objetivos estratégicos da operação Gideon. Ao mesmo tempo, outro militante libanês ligado à força Quds do Irã foi eliminado.


Apesar de falar em negociações, militantes do Hamas atacaram um centro de distribuição de ajuda humanitária em Rafah, ferindo voluntários. A Fundação Americana GHF divulgou fragmentos de granadas usadas no ataque e afirmou que esse é o risco enfrentado por quem tenta alimentar civis.


A administração Trump espera anunciar um acordo durante a visita do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu à Casa Branca, mas o Hamas ainda impõe obstáculos e exige mudanças no texto. A resposta veio com ressalvas que, na prática, representam recuo.


Nos últimos dias, foguetes foram lançados da Faixa de Gaza contra civis israelenses, lembrando que ainda há muito trabalho para eliminar depósitos de armas escondidos em túneis e bunkers. Em Barata, aldeia palestina ao norte de Jerusalém, forças de segurança prenderam uma célula terrorista pronta para atacar.


No norte, o Irã tenta reconstruir sua presença no Líbano por meio do Hezbollah, mas Israel tem identificado e impedido esses avanços. Ataques foram realizados no sul do Líbano como parte de uma campanha de eliminações direcionadas. O Hezbollah tenta mostrar força, mas enfrenta discussões internas sobre desarmamento.


Relatórios da imprensa iraniana indicam que o regime investe cada vez mais em segurança interna, o que significa maior repressão contra sua própria população. O povo iraniano vive sufocado e se pergunta até quando isso vai durar.


Fontes políticas afirmam que o Irã deve retomar em breve negociações com os Estados Unidos sobre um novo acordo nuclear, mas há preocupação de que isso leve o programa para uma rota clandestina.


Ataques em Gaza, negociações frágeis e o apelo pela paz de Jerusalém


Dois trabalhadores humanitários americanos, ex-integrantes dos Navy Seals, foram feridos em Gaza durante um ataque contra um centro de distribuição de alimentos. Eles estão internados no hospital Soroca, em Be’er Sheva.


O ataque ocorreu logo após uma distribuição bem-sucedida que atendeu milhares de civis, e a Fundação Humanitária GHF já havia alertado sobre ameaças do Hamas contra funcionários e beneficiários da ajuda.


O embaixador dos Estados Unidos em Israel, Mike Hukabi, declarou que “com o Hamas, nenhuma boa ação fica sem punição”, lembrando que essa foi a primeira vez em que americanos foram feridos em tais ataques.


A porta-voz das Forças de Defesa de Israel reforçou que grupos terroristas continuam tentando sabotar a entrega de ajuda humanitária, prejudicando cruelmente a própria população da Faixa de Gaza.


Israel segue enfrentando ataques de mísseis vindos do Irã, do Iêmen, do Líbano e de Gaza. Durante todo esse período, a organização de emergência médica Magen David Adom esteve na linha de frente, salvando vidas e socorrendo feridos.


Agora, com a fase mais crítica da guerra aparentemente passando, o foco se volta para a recuperação das comunidades e hospitais ainda sobrecarregados.


No campo político, o Hamas enviou uma resposta oficial à proposta de cessar-fogo, considerada positiva por Donald Trump, que demonstrou otimismo em relação a um acordo dentro de uma semana.


No entanto, o grupo apresentou condições que representam recuo, incluindo exigências simbólicas e garantias de que os combates não seriam retomados após sessenta dias de trégua.


Israel, por sua vez, insiste em manter uma faixa de segurança dentro de Gaza e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reafirmou que não haverá mais um “Estado do Hamas” na região.


Na prática, não há motivos para comemorar. O Hamas age como se tivesse vencido a guerra e continua impondo exigências desproporcionais, enquanto civis palestinos e iranianos comuns seguem pagando o preço do conflito.


Se suas condições forem aceitas, isso representará um fracasso da ofensiva israelense e permitirá ao grupo se reestruturar.


O relatório encerra com um apelo: orar pela libertação dos reféns em Gaza, pela proteção dos soldados israelenses e pela paz de Jerusalém, estendendo o pedido a todos os povos que sofrem por causa de grupos terroristas no Irã, em Gaza, no Líbano, na Síria, no Iêmen e em outras partes do Oriente Médio.





 
 
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