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MULHERES EMPODERADAS — Karoline Leavitt, nova secretária de imprensa de Trump

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 21 de ago. de 2025
  • 5 min de leitura
   — Imagem/Reprodução: Karoline Leavitt é a pessoa mais jovem da história a ser nomeada para o cargo.
— Imagem/Reprodução: Karoline Leavitt é a pessoa mais jovem da história a ser nomeada para o cargo.

Adauto Jornalismo Policial**


A força de Karoline Leavitt


Ela já começou com entusiasmo, afirmando em uma entrevista recente à Fox News que “não há maior defensor de uma imprensa livre e justa do que Donald Trump” — e ainda o chamou de “o presidente mais transparente da história americana”. Uma declaração ousada, especialmente considerando que sua defesa da imprensa costuma vir acompanhada de apelidos como “inimigo do povo” e comentários nada sutis sobre jornalistas, como quando disse que não se importaria se alguns fossem alvo de tiros, desde que fossem das “notícias falsas”.


Em outro momento, ele sugeriu que a área destinada à imprensa poderia servir como escudo humano em caso de ataque: “Vê essas pessoas? Eles são o meu copo”, disse, apontando para os jornalistas. Quanto à tal transparência, seguimos aguardando pacientemente pelos registros fiscais e de saúde — só para começar com os mais básicos.


Karoline Leavitt faz história com Trump


Karoline Leavitt já entra para a história como a mais jovem secretária de imprensa da Casa Branca, aos 27 anos, nomeada pelo presidente eleito Donald Trump. Sua chegada ao cargo desperta curiosidade e expectativas: será que sua juventude trará uma nova energia à comunicação oficial da presidência?


Ou será que enfrentará os mesmos desafios que marcaram o primeiro mandato, com disputas internas e trocas frequentes de cargos?


Se o segundo mandato seguir o roteiro do primeiro — repleto de tensões nos bastidores e mudanças inesperadas — Leavitt pode não apenas ser a mais jovem a assumir o posto, mas também a mais jovem a deixá-lo.


Seja por decisão própria ou por reestruturações típicas da administração, o futuro permanece incerto. Por ora, os olhos estão voltados para ela, com a expectativa de que consiga navegar esse ambiente com habilidade, firmeza e, quem sabe, um toque de renovação.


“Vamos fazer MAGA!”


Karoline Leavitt assumiu o cargo de secretária de imprensa da Casa Branca com uma declaração pública alinhada ao slogan da campanha presidencial de Donald Trump, demonstrando forte identificação com a agenda política do presidente eleito.


Leavitt possui histórico de atuação junto à equipe de comunicação de Trump, tendo exercido a função de secretária de imprensa assistente durante o primeiro mandato, sob a liderança de Kayleigh McEnany, além de atuar como porta-voz oficial na campanha presidencial de 2024.


 — Imagem/Reprodução: Karoline Leavitt segura seu “Niko” de um mês durante a primeira viagem do bebê à praia
— Imagem/Reprodução: Karoline Leavitt segura seu “Niko” de um mês durante a primeira viagem do bebê à praia.

Sua nomeação ocorre em um contexto de alta visibilidade e mobilização, evidenciado pelo fato de que, mesmo em licença maternidade, Leavitt retornou às atividades públicas apenas quatro dias após o parto, realizando sua primeira participação em rede nacional de televisão.


O retorno coincidiu com o período subsequente à tentativa de atentado contra Trump, reforçando o caráter estratégico e simbólico de sua reentrada na comunicação institucional da presidência.


Confiança de Trump em Karoline Leavitt


Karoline Leavitt está atrás de Donald Trump em um tribunal criminal de Manhattan em Nova York
— Imagem/Reprodução: Karoline Leavitt está com outros funcionários atrás de Donald Trump em um tribunal criminal de Manhattan em Nova York na segunda-feira, 15 de abril de 2024, antes da seleção do júri no julgamento de Trump. Ele acabou sendo considerado culpado em 34 acusações criminais.

A nomeação de Karoline Leavitt recebeu forte endosso do presidente eleito Donald Trump, que expressou plena confiança em sua capacidade de desempenhar o papel com excelência. Em comunicado oficial, Trump afirmou: “Karoline é inteligente, resistente e provou ser uma comunicadora altamente eficaz.” Ele complementou com uma projeção clara sobre seu desempenho: “Tenho a maior confiança de que ela se destacará no pódio.”


Essas declarações não apenas reforçam a credibilidade da escolha, como também sinalizam expectativas elevadas quanto à atuação de Leavitt na linha de frente da comunicação presidencial. A ênfase em atributos como resiliência e eficácia comunicacional sugere que ela será peça-chave na estratégia de narrativa do novo mandato.


Há sempre a Fox News


— O plano B mais previsível da política americana. A passagem secreta entre a Casa Branca de Trump e os estúdios da Fox já virou praticamente uma rota oficial, com tapete vermelho e café servido. Para ex-alunos como Karoline Leavitt, que talvez já estejam pensando na próxima linha do currículo, é reconfortante saber que o caminho está bem pavimentado.


Leavitt, aliás, já conhece o terreno: estagiou lá durante a faculdade, o que pode ser considerado uma espécie de estágio probatório para futuros cargos públicos. E ela não está sozinha — nomes como Hope Hicks, Sarah Sanders e Kayleigh McEnany já fizeram a transição Casa Branca → Fox com a leveza de quem troca de sala no mesmo prédio.


Agora, com ex-apresentadores como Pete Hegseth e Sean Duffy cotados para cargos no gabinete, Leavitt pode aproveitar para fazer um pouco de networking no corredor do café. Afinal, na política atual, o teleprompter pode ser tão estratégico quanto o púlpito.


Mantenha um diário — e não esqueça de sorrir para a câmera


Antes da nomeação de Karoline Leavitt, o veterano Sean Spicer publicou uma coluna em The Hill com conselhos para quem assumisse o cargo de porta-voz de Trump. Entre dicas práticas e pitadas de nostalgia, ele fez um apelo quase paternal: tire fotos. Muitas fotos. Segundo ele, depois que a poeira baixar, essas imagens ajudam a revisitar momentos que passaram voando — e, com sorte, arrancam sorrisos em vez de suspiros.


Além de serem ótimos lembretes de que você sobreviveu, esses registros podem virar matéria-prima para um futuro livro de memórias. Afinal, se Grisham, Sanders, Scaramucci, Omarosa e até o próprio Spicer conseguiram transformar suas experiências em páginas impressas, por que não Leavitt? A Casa Branca de Trump pode ser um lugar de altos e baixos, mas também é um terreno fértil para histórias que ninguém acreditaria se não estivessem documentadas.


Spicer ainda empresta uma frase que todo pai de criança pequena já ouviu — e que, curiosamente, também se aplica ao ritmo frenético da política: “Os dias são longos, mas os anos são curtos.” Um lembrete gentil de que, mesmo nos momentos mais caóticos, há beleza em registrar o caminho.


E, claro, se algum dia essas anotações precisarem ser usadas em um tribunal... bem, digamos que é sempre bom ter um diário organizado. Hicks que o diga.


* Com suporte de IA Copilot fornecido pelo Microsoft

** Com informações de Kase Wickman, escritora e jornalista com experiência em redações, freelance e conteúdo de marca. Ela também é autora de um livro sobre o filme "As Apimentadas"


  

 REFERÊNCIAS:

                 

 
 
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