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Neuralink, imigração e geopolítica: coincidências ou estratégia oculta?

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 26 de jan.
  • 4 min de leitura
  — Imagem/Reprodução: TESTES OCULTOS REVELADOS: O PERIGO DA NEURALINK PARA HUMANIDADE...[com DANIEL LOPEZ]

Segundo o canal The Drey Dossier, Elon Musk teria acelerado os projetos da Neuralink para enfrentar concorrentes apoiados por países do Oriente Médio, como Emirados Árabes e Arábia Saudita, que vêm investindo pesado em tecnologias de interface cérebro-computador.


A autora sugere que, nesse contexto, a empresa estaria conduzindo testes experimentais em pessoas detidas nos Estados Unidos por entrada irregular no país.


Ela aponta que os locais autorizados pela FDA para implantes cerebrais em humanos — o Barrow Neurological Institute, no Arizona, e a Universidade de Miami, na Flórida — ficam próximos de grandes centros de detenção de imigrantes.


Em Miami, por exemplo, o Chrome Detention Center registrou mortes em custódia com sintomas neurológicos, como convulsões e hemorragias cerebrais. No Arizona, centros de detenção em Florence e Eloy apresentaram aumento significativo no tempo de confinamento solitário.


Outro ponto levantado é o Havaí. Oficialmente, a Neuralink não possui pesquisas ali, mas contratos federais envolvem uma empresa chamada NRI LLC em experimentos neurológicos para o Departamento de Defesa, próximos ao Tripler Army Medical Center.


Coincidentemente, funcionários da Neuralink residem no Havaí e, em 2025, foi inaugurado um grande centro de detenção em Honolulu. Há relatos de que imigrantes sem documentos estariam sendo transferidos para lá, muitas vezes sem que familiares ou advogados soubessem seu paradeiro.


O dossiê também menciona que, no mesmo período, Elon Musk teria conseguido junto à Casa Branca a demissão de funcionários da FDA ligados à área de pesquisas neurológicas, o que teria facilitado os avanços da Neuralink. Além disso, o ICE, agência responsável pelo controle de imigração, teria declarado colaboração direta com o Departamento de Defesa.


Por fim, a autora conecta esse cenário à disputa internacional. Musk teria discutido o tema em um jantar na Casa Branca com Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, sugerindo que a pressão da concorrência internacional poderia estar por trás da pressa e dos riscos assumidos pela Neuralink.


Concorrência tecnológica e mistérios em torno da Neuralink


O encontro de Elon Musk com Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, gerou especulações sobre os rumos da Neuralink. O episódio ocorreu logo após a startup Paradromics, sediada em Austin, no Texas, receber aprovação da FDA para iniciar testes humanos com implantes cerebrais voltados à restauração da fala, previstos para começar no primeiro trimestre de dois mil e vinte e seis.


A Paradromics surge como uma concorrente direta da Neuralink, disputando a liderança na interface cérebro-computador. O que chama atenção é o peso dos investimentos: a Paradromics recebe apoio financeiro da Arábia Saudita, por meio do fundo trilionário Neom, responsável por projetos futuristas de cidades no deserto.


Já a Neuralink conta com aportes dos Emirados Árabes, incluindo o fundo V Capital, de Dubai, que já investiu dezenas de milhões de dólares na empresa.


De um lado, Elon Musk com o apoio dos Emirados Árabes; do outro, a Paradromics com o respaldo da Arábia Saudita. A disputa é marcada por investimentos pesadíssimos e pela influência política de Mohammed bin Salman, que mantém relações estreitas com Donald Trump e planeja injetar somas bilionárias nos Estados Unidos.


Esse cenário teria pressionado Musk a acelerar suas pesquisas, possivelmente explorando caminhos considerados obscuros, segundo a tese levantada pelo dossiê.


Além disso, há relatos sobre um centro de detenção inaugurado na Flórida pelo presidente Donald Trump, chamado Alligator Alcatraz. Inspirado na famosa prisão de Alcatraz, em São Francisco, essa instalação fica nos pântanos dos Everglades, onde a fuga seria praticamente impossível devido à presença de jacarés.


Investigações independentes afirmam que imagens de satélite teriam registrado grandes estruturas semelhantes a fornos em funcionamento dentro do complexo, o que alimenta ainda mais especulações sobre o que estaria acontecendo ali.


Neuralink, privacidade e o risco de um futuro tecnocrático


Relatos e especulações levantaram suspeitas de que centros de detenção nos Estados Unidos poderiam estar sendo usados para experimentos com imigrantes ilegais, incluindo procedimentos médicos realizados sem consentimento.


Essas narrativas, ainda sem comprovação oficial, reforçam um cenário de desconfiança em torno da relação entre tecnologia, poder estatal e vulnerabilidade de populações marginalizadas.


A discussão se amplia para além dos rumores, trazendo reflexões sobre como a sociedade contemporânea parece ter aceitado abrir mão da privacidade em troca de conforto e segurança.


Se antes havia resistência à vigilância governamental, hoje redes sociais e influenciadores digitais normalizaram a exposição voluntária da vida íntima. Esse processo é visto como uma forma de engenharia social que preparou terreno para um monitoramento cada vez mais profundo.


Nesse contexto, surge a ideia de que estamos caminhando não para o comunismo, mas para uma tecnocracia, marcada pelo fim da democracia representativa e pela ascensão de líderes técnicos e corporativos.


A automação, a inteligência artificial e a abundância de recursos poderiam levar ao colapso do modelo capitalista baseado na escassez, substituído por sistemas de distribuição universal de renda ou créditos de energia, como já sugerido por Elon Musk.


As perguntas levantadas pelo público refletem preocupações éticas e espirituais:


• O Neuralink seria um avanço médico legítimo ou parte de uma corrida transumana pouco transparente?

• Qual é a linha vermelha ética que a humanidade corre o risco de cruzar?

• Existe risco real de hackeamento da mente humana?

• A conexão entre cérebro e máquina pode destruir a noção de livre arbítrio?


As respostas apontam para um duplo caminho: de um lado, a promessa de benefícios médicos para pessoas com problemas neurológicos; de outro, o temor de que a tecnologia seja usada para fins de controle, manipulação e vigilância total.


A possibilidade de monitorar pensamentos, implantar memórias falsas ou mesmo alterar a percepção de livre arbítrio coloca em xeque valores fundamentais da condição humana.


Uma palavra de fé para tempos de dificuldade


Para quem está em casa passando por dificuldades, a metáfora do jogo ajuda a entender a vida como um percurso cheio de pistas e desafios. Jesus é apresentado como o socorro presente na hora da tribulação, aquele que deixa sinais para que possamos encontrá-lo. A mensagem é clara: entregue sua vida a Ele, confie, e o mais Ele fará.


No sermão do monte, Ele disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” Essa promessa é vista como a melhor escolha que alguém pode fazer. O testemunho pessoal reforça que essa decisão marca um antes e depois na vida.


A palavra final é de bênção e esperança: que Deus abençoe cada pessoa que enfrenta momentos de luta, lembrando que há sempre um caminho de alívio e renovação.



 
 
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