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Processo nos EUA pressiona Globopar e pode afetar negócios da TV Globo

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 16 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
— Imagem/Reprodução: A Globopar holding da Rede Globo enfrenta bilionária ação judicial nos Estados Unidos  no valor de US$ 1,9 bilhão.
— Imagem/Reprodução: A Globopar holding da Rede Globo enfrenta bilionária ação judicial nos Estados Unidos no valor de US$ 1,9 bilhão.

Adauto Jornalismo Policial*


A Globopar, holding que controla a Rede Globo, enfrenta uma ação judicial nos Estados Unidos movida pelo fundo de investimento W.R. Huff, que exige a reestruturação de uma dívida de US$ 1,9 bilhão.


Embora a empresa não possua ativos bloqueáveis em solo americano, especialistas alertam que uma derrota no processo pode dificultar futuras negociações no mercado dos EUA — considerado estratégico para a emissora.


O fundo representa três grupos de investidores que detêm cerca de US$ 94,3 milhões da dívida. Caso a corte de Nova York dê ganho de causa aos credores, a Globopar pode ser incluída no Capítulo 11 da Lei de Falências americana, equivalente à concordata no Brasil. Isso transferiria o controle da reestruturação para um administrador judicial, com poderes definidos pelo tribunal.


A Globopar afirma que já negocia com dois comitês de credores e que a ação do W.R. Huff não deve prejudicar o processo coletivo. No entanto, analistas apontam que o caso expõe a lentidão da reestruturação e pode gerar custos elevados, além de abalar a imagem da empresa junto a parceiros internacionais.


O Capítulo 11 prevê um prazo inicial de 120 dias para que o devedor apresente um plano de recuperação, mas esse período pode ser estendido. Processos desse tipo costumam se arrastar por anos, dependendo da postura das partes envolvidas.


A situação, embora ainda controlada, coloca pressão sobre a Globopar para acelerar acordos e evitar que a disputa judicial comprometa a expansão da Globo em território americano.



* Com recursos de Inteligência Artificial


  

REFERÊNCIAS:

 
 
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