Quantidade Assustadora de Abalos Sísmicos Ocorridos no Período
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—Jornalista José Adauto Ribeiro da Cruz
Que é essa quantidade terrível de terremotos que estão acontecendo nos últimos dias, isso que aconteceu semana passada foi muito complicado. Eu estudo, eu estudo, eu sou quase um geólogo, eu tenho formação acadêmica de administração de empresas, sou formado, mas eu fiz um curso de geologia que eu larguei faltando só fazer o relatório na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Entendi. Então assim, a minha mente é de geólogo, ainda que eu não tenha diploma.
Eu cheguei a fazer um curso no Instituto de Astronomia e Geofísica da USP. Estudei bastante terremoto. E assim, aquilo nunca aconteceu, brother. Numa mesma placa tectônica, no círculo de fogo ali do Pacífico, sete, oito terremotos. Não tem precedentes isso, nunca aconteceu. É um negócio ao concur.
Então, você acha que faz parte de todas essas transformações que estão na ciência? Na ciência, a gente estuda os chamados eventos recorrentes e os eventos extremos. O evento recorrente é o que acontece todo dia, está sempre ali. Extremo é o que acontece uma vez ou outra. Quando você diz: “Hoje foi o dia mais quente da cidade de São Paulo nos últimos anos, nos últimos três anos”, isso é evento extremo. Mas se todo dia esse recorde vai sendo batido, e hoje também foi o dia mais quente, o que era extremo vira recorrente.
Ou seja, nas épocas em que eventos extremos se tornam recorrentes, isso é um sinal de caos. Se impõe, é inevitável, porque é uma descontinuidade que está ferindo uma continuidade. Então está em choque, algo novo está chegando e infelizmente nós estamos no limite da idade de Yellowstone nos Estados Unidos. Yellowstone explode a cada setecentos mil anos, segundo as últimas quatro explosões. Já faz setecentos mil anos desde a última, porque conseguimos medir na escala geológica, fica nas camadas geológicas.
Se algum psicopata ou louco não jogar uma bomba atômica em cima de Yellowstone… e não é só Yellowstone, tem mais: a falha de San Andreas, outros supervulcões e outras falhas. Então assim, não já basta invasão de seres de fora, não já basta possível guerra nuclear, ainda tem essa coisa que está balançando sob nossos pés geológicos e biológicos, e ninguém consegue controlar isso.
Pode ser produzido por tecnologia humana? Pode. Mas essas tecnologias que algumas potências têm para produzir terremoto em outro lugar nunca conseguem ultrapassar seis graus na escala Richter. É sempre para baixo. E é um ou outro, não é aquilo ali. O círculo de fogo do Pacífico inteiro, Venezuela, dois terremotos na Califórnia, Filipinas, Japão, Nova Guiné. Você fala: “Meu Deus, são continentes tremendo ao mesmo tempo”.
Eu não sou alguém medroso, eu sou alguém que diariamente se finaliza como se não fosse ter amanhã. Eu sou alguém pronto a qualquer hora para deixar essa vida e já estou realizado sem nenhum problema. Isso não me gera pânico. Eu pratico a disciplina do poa, que é a arte de morrer bem. As duas vezes em que meu corpo morreu dentro do hospital e foi ressuscitado com choque, na hora que percebi que ia embora, eu disse com dignidade. Não pedi: “Ah, Deus me salve”, mas sim com dignidade. Então eu lido bem com isso.
Eu me mantenho frio para analisar as coisas. Não entro em pânico, pelo menos até hoje não julgo com as emoções. Olho para os fatos e digo: os fatos são gritantes. Não é mais nem eventos extremos tornando-se recorrentes. É o limite do limite de uma corda que já se rompeu. Não tem mais como arremendar isso.
Tem pergunta aí, Romer? Tem sim. Olha, tem uma pergunta do Leandro Zoio. Ele mandou o seguinte: “Vocês acreditam que terremotos da Venezuela podem ter sido causados pelo Harp? Os Estados Unidos podem estar por trás de eventos cataclísmicos para fazer que eles dependam de um possível salvador?” O que você acha, João?
Minha opinião sobre isso: eles já sabem. Acho que querem saber a sua. De novo, o conhecimento que eu penso ter define como sendo possível, sim, forças humanas produzirem terremotos, mas até cinco, cinco e meio graus na escala Richter, um ou outro aqui e ali. Mas produzir nessa proporção, em tantos países diferentes, em vários continentes, e de magnitude acima de sete, seis… tem algo a mais. Isso não é produção.
Mas você acha que são questões meramente geológicas ou há questões espirituais, cósmicas envolvidas? Geológicas, terrivelmente geológicas, infelizmente. Eu queria que tivesse alguma coisa espiritual, mas ninguém tem poder para resolver um problema de tectônica de placas de um planeta. Infelizmente, é você estar em outro lugar.
Tem mais. A Carolzinha mandou: “Até que ponto as elites poderão dominar a vida do cidadão comum, que basicamente só trabalha e paga as contas?” É, dá pena. Eu vejo as pessoas, não é por preguiça, mas por outro lado a pessoa está tão atarefada para pagar boleto, conta, cuidar de filho, que às vezes não tem nem tempo para se informar sobre isso.
Eu tenho palestras disponíveis gratuitamente no meu canal do YouTube. Meu canal é Jean Vauelan. Então assim, já era. Nós ainda estamos vivendo observando o cenário de uma peça que ainda está de pé, mas a peça já acabou, o tipo de vida que nós estamos levando. É só o resto do impulso do dinheiro analógico, das regras da economia como a gente conhece.
Mas até 2029, 2030, o que os bilionários estão dizendo, Carol, é que fora eles ninguém na Terra vai ter nada, mas vai ser todo mundo feliz. Mas vai ser feliz. Exatamente. Por quê? Porque eles vão dominar tudo. Mas você tem que obedecer.
E você acha que esse “você não terá nada, mas será feliz” será por substâncias que eles vão dar para as pessoas? Não. Eu já li uns quatro ou cinco livros de caras que estavam à frente da quarta revolução industrial, capitalismo stakeholder. Existe o capitalismo que produz bem-estar, trabalho, riqueza. Mas existe o capitalismo cassino, do mercado, que especula, gera base monetária falsa para criar disputa de renda que nem existe.
Mas não gera emprego, não gera riqueza. É só especulação, e essa especulação passa a mandar em tudo. Qual é o problema? Quando você tem uma fortuna de duzentos bilhões de dólares, já tem dez navios, vinte iates, trinta carros, cinquenta… você não tem mais como colecionar coisas. Aí você vai guardar dinheiro aonde? Tudo que é banco, você vai ter que comprar título para poder ter lugar para colocar seu dinheiro.
Sim, mas vai ter que digitalizar tudo, né? Tem que digitalizar. Não pode ser material. Esses caras estão dizendo que o excedente da riqueza deles é tão grande e isso é tão maravilhoso que eles vão usar esse excedente para acabar com a pobreza do hemisfério sul. Então, todo mundo no hemisfério sul vai ter que perder a noção de cidadania, deixar de amar o seu torrão onde nasceu, para amar a empresa que vai lhe mandar os vouchers.
“Olha, você vai receber aqui quinhentos reais de voucher para comprar o que quiser, mil reais de voucher para comprar comida, quinhentos para fazer isso.” Vouchers para tudo, mas você vai agradecer à empresa. Ou seja, Blade Runner, o velho ou o grande irmão de Orwell, o grande irmão de 1984.
E aí, se você teve uma multa de trânsito, esse mês vai receber menos porque teve multa. Como é que sabem? Porque o estado cibernético sabe tudo. É onipresente. Para receber esses valores, você vai permitir a leitura da sua retina digital. Escanear a retina, pá, pá. Nós vamos estar vivendo o tempo da computação ubíqua, em que vai ser chip por todo lado. O estado sabe onde você está. Ubíquo, para quem não sabe, é estar em todos os lugares.
É chip em todos os lugares: no corpo, na camisa, em tudo. Então você não vai ter direito à intimidade, nem à privacidade dos seus pensamentos. Eles querem monitorar até o próprio pensamento. E se você tiver uma doença e for pedir emprego, se tiver histórico familiar, cadê o humanismo? Esse é o drama da gente. Fazer o quê? Não dá mais para fazer nada. A hora de sair correndo e pedir socorro foi lá atrás. Agora já era.
E essa insistência do governo norte-americano em convencer a população de que os fenômenos alienígenas são reais? Qual seria o objetivo por trás da formalização ou reconhecimento dessa realidade? Olha, é algo que sempre foi negado. Eu acompanho isso desde que me entendo por gente. Em 1947, na verdade 1945, quando eu não era nascido ainda, mas acompanho historicamente. Eu me tornei ufólogo com 16 anos.
Harry Truman governou os Estados Unidos de 1945 até 1953. Quando houve o problema de Roswell em 1947 e, em 1952, um belo dia o céu amanheceu com objetos voando em cima da Casa Branca, Truman queria abrir o jogo. Mas qual o problema? No dia 22 de maio de 1953, James Forrestal, chefe dos 12 magistrados, o MJ12, que estudava os casos, disse “não vamos abrir”. Num primeiro momento ele resistiu, mas começou a estudar tudo que os nazistas sabiam como herança da guerra.
Ele resolveu concordar com Truman, só que Eisenhower já era presidente. Jogaram Forrestal do 16º andar. Ele não escorregou, foi suicidado. Essa coisa de ver cientistas desaparecendo hoje é a mesma. Forrestal foi liquidado. Eisenhower ficou numa posição difícil, mas em 1954 foi visitar a base Edwards, onde houve uma visita de seres extraterrestres filmada. A partir daí calaram Eisenhower. Os “majestic” dominaram e a tentativa de revelar não foi adiante.
Aí surge Kennedy, em 1961 e 1962, junto com Nikita Kruschev na União Soviética. Os dois quase foram para a guerra porque apareciam objetos nos radares. Criaram uma comissão com seis cientistas de cada país para acompanhar os radares e evitar que os presidentes apertassem o botão por engano. Mas para isso era necessário abrir informações. Os 12 não aceitavam que Kennedy levasse isso adiante. Ele começou a escolher nomes para o pacto com a União Soviética, mas não escolheu nenhum dos 12.
Quando Kennedy morreu, estava em cima da mesa dele a lista dos escolhidos. Ele foi assassinado. Os 12 controlam essa informação até hoje. Isso foi em 1963. Os Estados Unidos prometeram liberar os segredos 30 anos depois. Em 1993, disseram que não iam esclarecer porque ainda havia gente viva. Em 2023, 60 anos depois, prometeram liberar, mas não liberaram. Por quê? Porque o governo teria que reconhecer que tem armamentos, naves que caíram, sedes, e alguém teria que assumir a responsabilidade. Reconhecer que mentiram durante décadas.
Então não podiam liberar. Liberaram besteiras, mas não o essencial. Kennedy morre, entra Lyndon Johnson, depois Nixon. Nixon, bêbado, leva um amigo para a base Homestead. Isso está até em filme. Eu faço palestras sobre isso desde os 16 anos. Tudo que vários de nós passamos a vida afirmando e sendo chamados de mentirosos ou loucos, o filme agora mostra que era verdade.
Depois disso, Clinton falou, Obama falou em liberar. Ronald Reagan falou na Assembleia Geral da ONU, quis liberar, mas os “majestic” não deixaram.
Tem também a pergunta da Natânia Rodrigues: “Eu acompanho a evolução da idiotização da nova geração, onde fazem coisas como farmar, seguir trends e atitudes que parecem deixá-los cada vez mais improdutivos e colados em redes sociais. Vocês acreditam que isso tem sido criado para deixar a nova geração menos inteligente, menos produtiva, para que sejam mais suscetíveis a manipulações?” Olha, seguramente sim. Isso faz parte do jogo.
Infelizmente não tem ninguém bonzinho na história fazendo coisas para o ser humano ser empoderado no sentido de se sentir digno e despertar seus próprios potenciais. Tudo é feito para manipulação, para apequenar o ser humano, para torná-lo mais facilmente manipulado. Essa é a realidade que a gente vê. Se tivesse alguma coisa que o cidadão, o indivíduo pudesse fazer para minimizar isso, seria a leitura, a pesquisa, aprender a estudar por conta própria.
Eu tenho toda quarta-feira no meu canal do YouTube um programa chamado Valores Supremos da Consciência. Tem um horário fixo, às duas da tarde. E por quê? Porque eu não consigo fazer nada na realidade exterior a mim mesmo que modifique coisa alguma. Eu só consigo modificar a mim mesmo na minha vida interior. É aqui que eu realizo a minha grandeza existencial, me tornando alguém que cobra de si mesmo dignidade, tentando ser digno o tempo todo. Posso até não conseguir, mas basta tentar, basta ter esse alinhamento.
Em fazendo isso, eu tento ser aquilo que Gandhi falava: um instrumento da mudança que eu quero ver no mundo. Se eu gostaria que o mundo fosse um lugar honesto, ainda que ninguém mais seja honesto, eu cobro de mim honestidade para que eu me sinta íntegro. Seja na vida ou seja na morte desse corpo, a minha consciência vai continuar a existir. Pelo menos é o que eu peço. A sensação de dignidade. Então eu invisto, eu trabalho nisso.
Se isso permite que eu expresse a minha cidadania política, consenso crítico, para eu não apoiar essas merdas que estão aí, para eu não beijar o pé que me pisa, para eu não beijar a mão que me escraviza, para eu não financiar o sistema que vai me destruir. É você bancar o sistema que te mata. Mais do que isso eu não posso fazer, a não ser que eu me torne terrorista, aí vai repetir os mesmos erros, a estupidez. Então, sendo minimamente elegante comigo mesmo, eu só consigo fazer isso.
Ou seja, manter a lucidez e manter a minha preocupação em eu mesmo me achar digno. Não é o mundo. Não quero convencer ninguém de nada, nem sou candidato. Eu tenho a impressão que quando a gente adota essa atitude, parece que as coisas vêm até nós. Claro, tudo conspira. Esse livro, alguém te fala, vamos a um lugar, os elétrons que estão cansados de corrupção e baixaria… agindo assim, você me ajuda.
Eu vou só finalizar a minha parte dizendo: lá atrás, na mitologia grega surgiu Caos, Tártaros; na mitologia ariana, Brama, Virgem, Chil. Esses três seres depois criaram Nix. Nix criou vários seres, dentre os quais uma chamada Nêmesis, a Noite. Nêmesis formou sua personalidade de deusa observando que os excessos além da conta desequilibravam os contextos existenciais.
Quando Arumilá produziu a revelação de Ifá, dizia que ninguém na vila deveria acumular bens a ponto de fazer com que alguém naquela vila não pudesse ter nada. Ou seja, não impedia a riqueza, mas o excesso, a ambição desmedida, desequilibrava. Nêmesis ficava olhando para os próprios deuses, seus pares, que queriam ter uma majestade muito grande. Nêmesis começou a corrigi-los, podando esses excessos.
Só que desde que os humanos surgiram, Nêmesis saiu de cena. Há um momento na mitologia grega em que ela sai de cena, nas confusões do Olimpo. Isso tem a ver com Dioniso e outras deusas que se desligaram. Prometeu, por exemplo, era um deus que Zeus odiava, mas foi como um Edward Snowden: saiu do Olimpo e começou a dizer que aquilo era uma desgraça, uma bagunça, uma administração corrupta. Essa coisa de dar o fogo ao ser humano foi uma tentativa de ajudar. Mas a punição foi severa.
Devido a essas confusões, houve uma debandada e Nêmesis parece que jogou a toalha, falou: “Não dá mais”. Quando os humanos surgiram, criaram algo que nem os deuses tinham: o sentimento de ódio. Os deuses eram dementes, doidos, pervertidos, mas não tinham ódio. Nós humanos matamos por ódio, desonramos por inveja. Nós humanos somos maravilhosos porque podemos dar vida.
Qual é a condição do ser humano? É singular. Porque o ser humano pior que possa existir na Terra pode dar a vida dele por uma filha que ama. Ou seja, o cara é um monstro, mas também alguém capaz de se sacrificar. Nós humanos temos esse espectro, essas contradições. Já que Deus não faz nada diretamente, quem dera só nos extremos, para ver se esses milionários teriam alguma lucidez no sentido de: “OK, sejam ricos, mas vamos acabar com os países da Terra porque não temos mais onde esconder dinheiro, porque os países descobrem com suas leis fiscais e impostos.” Chegar a esse ponto é surreal.
Análise do Vídeo
O texto extraído da transcrição do vídeo faz uma longa reflexão que mistura observações geológicas, críticas sociais, teorias conspiratórias e referências mitológicas. Podemos organizar a análise em alguns grandes eixos:
🌍 Geologia e catástrofes naturais
O narrador inicia falando sobre a quantidade incomum de terremotos recentes, destacando que nunca houve tantos eventos em uma mesma placa tectônica no círculo de fogo do Pacífico.
Ele diferencia eventos recorrentes (que acontecem com frequência) de eventos extremos (raros), e alerta que quando extremos se tornam recorrentes, isso é sinal de caos.
Há menção a Yellowstone e à falha de San Andreas, com a ideia de que estamos no “limite” de grandes explosões vulcânicas.
Reconhece que tecnologias humanas podem induzir terremotos, mas apenas de baixa magnitude, e não na escala global observada.
🛰️ Conspirações e controle social
O texto aborda a possibilidade de manipulação tecnológica e política, como o uso do projeto HAARP para provocar terremotos.
Há críticas ao avanço do estado cibernético, com vigilância total, chips, escaneamento de retina e perda da privacidade.
O narrador sugere que bilionários planejam um futuro em que “ninguém terá nada, mas será feliz”, dominando a vida das pessoas por meio de vouchers digitais e controle econômico.
Essa visão é apresentada como uma forma de capitalismo especulativo, que não gera riqueza real, mas manipula populações.
👽 Alienígenas e segredos de Estado
O texto mergulha em uma narrativa histórica sobre ufologia, mencionando Roswell (1947), Truman, Eisenhower, Kennedy e os chamados Majestic 12, grupo que teria controlado informações sobre extraterrestres.
Aponta que presidentes como Truman, Kennedy e Reagan teriam tentado revelar a verdade, mas foram impedidos.
A ideia central é que os EUA ocultam há décadas provas de contatos e tecnologias alienígenas, e que assassinatos e conspirações políticas estariam ligados a esse segredo.
📚 Filosofia, dignidade e mitologia
O narrador defende que, diante da manipulação global, o indivíduo só pode transformar a si mesmo, buscando dignidade, honestidade e consciência crítica.
Ele cita Gandhi e a importância de ser o instrumento da mudança que se deseja ver no mundo.
Usa a mitologia grega e ariana para ilustrar o papel de Nêmesis (deusa que corrigia excessos) e Prometeu (que trouxe o fogo aos humanos), relacionando-os à luta contra abusos de poder e desequilíbrios sociais.
Ressalta que os humanos têm algo que os deuses não tinham: ódio, mas também a capacidade de sacrifício por amor, mostrando a contradição da condição humana.
🔎 Síntese interpretativa
O texto é uma mistura de análise científica, crítica política e reflexão espiritual. Ele parte de fenômenos naturais (terremotos, vulcões) para discutir:
A fragilidade da civilização diante da natureza.
O risco de manipulação tecnológica e econômica por elites globais.
A ocultação de informações sobre extraterrestres como parte de um controle maior.
A necessidade de resistência individual por meio da consciência, da dignidade e da busca por conhecimento.
A mitologia como metáfora para os excessos humanos e a ausência de equilíbrio.
Em resumo, é uma narrativa que combina catastrofismo geológico, teorias de conspiração, crítica social e filosofia existencial, com forte tom de alerta e de convite à reflexão sobre o papel do indivíduo em meio ao caos.



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