top of page

SEGURANÇA PÚBLICA — Adolescente é executada a tiros em casa na grande BH

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 26 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 29 de jul. de 2025

   — Imagem/Reprodução © Gladyston Rodrigues/EM/D.A. Press: Testemunhas contaram à PM que bebiam cerveja quando o atirador invadiu a casa.
— Imagem/Reprodução © Gladyston Rodrigues/EM/D.A. Press: Testemunhas contaram à PM que bebiam cerveja quando o atirador invadiu a casa.

Adauto Jornalismo Policial*


Uma adolescente de 17 anos foi executada a tiros enquanto bebia cerveja com amigos em casa. O atirador assumiu o crime e disse que o fez a mando de outro homem, que teve o cunhado assassinato devido a supostas informações vazadas pela menina.


O caso aconteceu no Bairro Maria Helena, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na noite dessa sexta-feira (25/7).


A menina foi encontrada com perfurações no rosto, nos ombros, costas e braços e foi recolhida pelo rabecão ao Instituto Médico-Legal.


Testemunhas relataram à Polícia Militar que estavam se reunindo com a vítima quando um homem invadiu a casa.


De acordo com o boletim de ocorrência, o homem, armado, mandou que o grupo de cinco pessoas se deitasse no chão.


Apenas uma adolescente se deitou, os outros correram, e a vítima foi o único alvo dos disparos.


Depois da execução, o homem saiu da casa, subiu em uma moto vermelha, onde um motociclista o aguardava, e fugiu. Os militares encontraram o veículo nas proximidades do Aglomerado do Landi e os perseguiram por dentro do bairro.


Conforme os registros, os militares perderam os suspeitos de vista e depois encontrou o condutor da moto em pé, ao lado do veículo estacionado. Ao perceber a chegada dos policiais, ele saiu correndo por um beco e não foi alcançado.


O atirador foi visto saindo de uma casa. Ele tentou fugir, mas foi algemado. Assim que se acalmou, ele admitiu que executou a adolescente a mando do piloto. Segundo ele, a vítima passou informações que levaram ao homicídio do cunhado do piloto e o crime foi motivado por vingança.


A arma não foi encontrada com ele. Questionado, o atirador contou que a entregou a um outro homem durante a fuga, em um momento em que a viatura os perdeu de vista. 


A moto tinha registro de furto e foi apreendida. As investigações do caso seguem com a Polícia Civil.


* Com recursos de Inteligência Artificial


  

REFERÊNCIAS:

 
 
bottom of page