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Triste realidade: o crime organizado invade os refúgios turísticos do Nordeste

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 3 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
   — Imagem/Reprodução: Porto de Galinhas. Crime organizado tomou conta dos principais pontos turísticos do Nordeste
— Imagem/Reprodução: Porto de Galinhas. Crime organizado tomou conta dos principais pontos turísticos do Nordeste

Adauto Jornalismo Policial*


A beleza exuberante do litoral nordestino, por tanto tempo sinônimo de paz e acolhimento, vem sendo ofuscada por uma realidade dolorosa: a crescente influência de facções criminosas ameaça os encantos e a esperança de algumas das regiões mais visitadas do Brasil — Porto de Galinhas (PE), Pipa (RN) e Jericoacoara (CE).


O que antes eram destinos sonhados por turistas do mundo inteiro, hoje convivem com a tensão constante da presença oculta do crime. Moradores vivem sob vigilância não oficial, e o turismo — vital para a economia local — acaba refém de acordos silenciosos que mantêm o fluxo comercial às custas do medo.


Em cada recanto paradisíaco, há histórias que revelam um controle estratégico e estruturado por parte das facções. Embora muitas busquem evitar ações violentas que afastem visitantes, é inegável que a vida dos moradores vem sendo moldada por uma lógica paralela, onde a segurança pública falha e o silêncio impera.


As ações policiais, embora contínuas, têm dificuldade em desmantelar completamente esses grupos, que se reorganizam com agilidade. Maranguape (CE), com a maior taxa de homicídios do país, é um exemplo doloroso de como a violência urbana se alastra.


O futuro exige mais do que força policial: é preciso investir em alternativas para os jovens e na reconstrução de estruturas sociais frágeis. Sem isso, o ciclo de medo tende a se perpetuar — deixando um rastro de insegurança nas paisagens que deveriam inspirar descanso e liberdade.


* Com recursos de Inteligência Artificial


 

REFERÊNCIAS:

 
 
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