A burrice de Lula abre caminho para o plano secreto de Trump contra o Brasil
- José Adauto Ribeiro da Cruz

- há 2 dias
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Atualizado: há 11 horas
Nos últimos tempos, surgem notícias curiosas e até mesmo coincidências que parecem saídas de ficção. Foi anunciado que as telas do iPhone e do Apple Watch, antes fabricadas na China, passarão a ser produzidas nos Estados Unidos, em Kentucky, em parceria com empresas como Samsung e LG. Esse movimento mostra uma inversão de rota industrial e levanta debates sobre dependência tecnológica e geopolítica.
Ao mesmo tempo, histórias antigas voltam à tona. A chamada Baron Trump Collection, escrita no século XIX, traz narrativas sobre um garoto chamado Baron Trump e seu cachorro Boger, além de um livro intitulado The Last President. O enredo descreve um outsider da política de Manhattan que chega ao poder com uma plataforma populista, enfrentando resistência do sistema e gerando uma guerra civil nos Estados Unidos. Muitos enxergam nisso uma coincidência impressionante com a trajetória de Donald Trump, mais de um século depois.
Há também episódios envolvendo Nikola Tesla. Quando ele morreu, o governo americano designou um professor do MIT para analisar seus inventos e verificar se havia riscos ou oportunidades para a segurança nacional. Esse professor era John Trump, tio de Donald Trump. A ligação entre Tesla, a família Trump e até Elon Musk, dono da empresa Tesla, alimenta teorias de coincidências e até especulações sobre viagens no tempo. Embora seja impossível afirmar qualquer coisa nesse sentido, é curioso observar como fatos e coincidências se entrelaçam.
O cinema também reforça esse imaginário. No filme O Grande Truque, de Christopher Nolan, Tesla aparece como personagem que ajuda a criar uma máquina capaz de duplicar pessoas, explorando a fronteira entre ciência e ilusão. Essa mistura de realidade e ficção alimenta narrativas que parecem mágicas, mas também revelam o fascínio humano por tecnologia e mistério.
Histórias como a de Houdini, o maior escapista de sua época, ou mesmo figuras como Padre Quevedo no Brasil, que desmascaravam supostos fenômenos paranormais, mostram como a linha entre crença, espetáculo e ciência sempre foi tênue. Até episódios televisivos com personagens como Inri Cristo se tornam parte desse mosaico cultural, onde fé, humor e polêmica se misturam.
Em situações sensíveis, é válido observar que muitas dessas narrativas — sejam coincidências históricas, teorias conspiratórias ou representações artísticas — acabam ganhando força porque dialogam com medos, esperanças e imaginários coletivos.
O importante é distinguir o que é fato, o que é coincidência e o que é pura ficção, sem perder de vista que essas histórias, mesmo improváveis, ajudam a entender como a sociedade interpreta o mundo ao seu redor.
Foi anunciado recentemente que as telas do iPhone e do Apple Watch, antes fabricadas na China, passarão a ser produzidas nos Estados Unidos, em Kentucky, em parceria com empresas como Samsung e LG. Esse movimento mostra uma inversão de rota industrial e levanta debates sobre dependência tecnológica e geopolítica.
Ao mesmo tempo, surgem narrativas curiosas como a Baron Trump Collection, escrita no século XIX, que traz histórias sobre um garoto chamado Baron Trump e seu cachorro Boger, além de um livro intitulado The Last President. O enredo descreve um outsider da política de Manhattan que chega ao poder com uma plataforma populista, enfrentando resistência do sistema e gerando uma guerra civil nos Estados Unidos. Muitos enxergam nisso uma coincidência impressionante com a trajetória de Donald Trump, mais de um século depois.
Há também episódios envolvendo Nikola Tesla. Quando ele morreu, o governo americano designou um professor do MIT para analisar seus inventos e verificar se havia riscos ou oportunidades para a segurança nacional. Esse professor era John Trump, tio de Donald Trump. A ligação entre Tesla, a família Trump e até Elon Musk, dono da empresa Tesla, alimenta teorias de coincidências e especulações sobre viagens no tempo. Embora seja impossível afirmar qualquer coisa nesse sentido, é curioso observar como fatos e coincidências se entrelaçam.
O cinema reforça esse imaginário. No filme O Grande Truque, de Christopher Nolan, Tesla aparece como personagem que ajuda a criar uma máquina capaz de duplicar pessoas, explorando a fronteira entre ciência e ilusão. Essa mistura de realidade e ficção alimenta narrativas que parecem mágicas, mas também revelam o fascínio humano por tecnologia e mistério.
Histórias como a de Houdini, o maior escapista de sua época, mostram como a linha entre crença, espetáculo e ciência sempre foi tênue. Houdini desmascarava supostos fenômenos paranormais, mas também enfrentava situações que não conseguia explicar. Sua morte, causada por um soco inesperado no abdômen que rompeu o apêndice, é um exemplo de como até figuras lendárias podem sucumbir a algo banal.
Essas narrativas se conectam ainda a episódios contemporâneos, como a relação entre Trump e Elon Musk, marcada por doações políticas e contratos bilionários. Há relatos de jovens envolvidos em programas de eficiência governamental, ligados à Palantir, que atuavam de forma agressiva em órgãos públicos e até se tornaram protagonistas de histórias de heroísmo em Washington. Esses casos, divulgados em redes sociais, são usados como argumento para propostas de federalização da capital americana.
Como opinião em situações sensíveis, é possível dizer que essas histórias — sejam coincidências históricas, teorias conspiratórias ou representações artísticas — acabam ganhando força porque dialogam com medos, esperanças e imaginários coletivos.
O importante é distinguir o que é fato, o que é coincidência e o que é pura ficção, sem perder de vista que essas narrativas ajudam a entender como a sociedade interpreta o mundo ao seu redor.
Política e economia se misturam em narrativas que parecem até ficção. A situação atual é delicada: Donald Trump já vinha sinalizando há algum tempo a intenção de endurecer com o Brasil, e esse episódio envolvendo jovens ligados a programas de eficiência governamental deu força para ele defender a federalização de Washington DC. Elon Musk, ao compartilhar a publicação de Trump e elogiar o garoto envolvido, reforçou essa aproximação — o que sugere que, apesar de divergências anteriores, os dois voltaram a se alinhar em público.
O ponto mais sensível, porém, é a escalada de tensões comerciais e políticas. O Brasil, historicamente, sempre manteve uma postura de neutralidade, fazendo negócios com diferentes blocos sem se envolver diretamente em conflitos. Agora, ao ser citado como um dos grandes compradores de petróleo russo, passa a ser visto como parte do financiamento indireto da guerra na Ucrânia. Isso levou a OTAN e autoridades americanas a falarem em sanções pesadas, tarifas de até 50% e até investigações sobre práticas internas, como o uso do Pix.
Como opinião em situações sensíveis: trata-se de um cenário sem precedentes. O Brasil, que sempre esteve relativamente à margem das grandes disputas geopolíticas, agora aparece no centro de acusações de financiar uma guerra. Isso abre uma incógnita perigosa, porque não há referência histórica para guiar a resposta. O risco é que medidas como tarifas elevadas e sanções criem impactos profundos na economia e na diplomacia brasileira, colocando o país em uma posição inédita de vulnerabilidade.
Geopolítica, economia e poder financeiro se entrelaçam em situações de altíssimo risco. A justificativa usada pelos Estados Unidos — de que países como Brasil, Índia e China estariam financiando a guerra na Ucrânia ao comprar petróleo russo — não é apenas retórica: historicamente, guerras e sanções já foram deflagradas por motivos semelhantes, especialmente quando o petrodólar foi colocado em xeque.
Nos anos 1980 e 1990, vimos isso com o Iraque. Saddan Hussein, inicialmente apoiado pelos EUA contra o Irã, depois rompeu acordos e passou a vender petróleo aceitando outras moedas. Esse movimento foi interpretado como uma ameaça direta ao sistema do dólar como moeda global de energia, e a Guerra do Golfo foi a resposta. O mesmo ocorreu com a Líbia de Muammar Kadafi, que tentou negociar petróleo em euros. Sempre que o dólar é desafiado, a reação americana costuma ser dura.
Hoje, o temor é que iniciativas como a moeda dos BRICS ou acordos bilaterais em outras moedas corroam a centralidade do dólar. Por isso, tarifas de até 500% e sanções setoriais são discutidas como instrumentos de pressão. O risco maior, porém, está no protocolo de destruição total: quando não apenas pessoas ou governos são sancionados, mas instituições inteiras, como bancos. Se um banco brasileiro fosse sancionado, o efeito dominó poderia gerar a maior crise financeira da história do país, já que metade das maiores empresas nacionais são bancos.
Como opinião em situações sensíveis: esse cenário é inédito e preocupante. O Brasil, que sempre se manteve relativamente neutro em disputas globais, agora aparece como alvo direto de acusações de financiar uma guerra. Isso abre espaço para medidas que podem ir desde tarifas comerciais até um apagão digital, caso empresas como Amazon Web Services sejam proibidas de operar com instituições brasileiras. O resultado seria devastador para a economia e para a estabilidade política.
Em resumo, não se trata apenas de tarifas ou sanções pontuais: há um pano de fundo estratégico. Os EUA temem perder o controle do sistema financeiro global baseado no dólar, e qualquer país que desafie esse arranjo corre o risco de ser colocado sob pressão extrema.
O que você trouxe mostra como esse tipo de sanção financeira e tecnológica pode se transformar em algo devastador. Quando empresas como Amazon, Microsoft, Oracle ou Google são obrigadas a cortar serviços digitais de instituições sancionadas, o efeito imediato é a paralisação de sistemas bancários e aplicativos. Isso gera o risco clássico da corrida aos bancos: mesmo instituições saudáveis podem quebrar se todos os clientes tentarem sacar ao mesmo tempo, alimentados por rumores ou medo. É o fenômeno da profecia autorrealizável.
A etapa seguinte seria ainda mais grave: o congelamento das reservas internacionais. Como boa parte dos ativos brasileiros está em bancos nos EUA e na Europa, se esses países decidirem bloquear o acesso, o Brasil ficaria sem recursos para estabilizar câmbio ou enfrentar crises internas. É como guardar dinheiro na casa de quem pode virar seu inimigo e, de repente, trancar a porta.
O ápice desse processo seria a desconexão do Swift, o sistema global de pagamentos. A Rússia se preparou por 15 anos para esse cenário, criando alternativas como o sistema MIR e acordos com a China. O Brasil, por outro lado, não tem essa preparação. Ser desligado do Swift significaria isolamento financeiro imediato, com impacto em comércio exterior, seguros de transporte e até fornecimento de insumos médicos e farmacêuticos.
Como opinião em situações sensíveis: esse tipo de sanção não é apenas uma medida econômica, mas um instrumento de guerra silenciosa. Ao cortar acesso a tecnologia, reservas e sistemas de pagamento, um país pode ser levado a crises simultâneas — alimentar, energética, de saúde e previdenciária. O risco é que isso seja usado não apenas para pressionar políticas externas, mas também para criar instabilidade interna e abrir espaço para mudanças de regime.
Esse cenário mostra que, no mundo atual, a guerra não se trava apenas com armas, mas também com linhas de código, sistemas financeiros e infraestrutura digital.
Conflitos geopolíticos e econômicos se conectam a questões estratégicas de energia, tecnologia e minerais. A lógica é clara: sempre que o sistema do dólar como moeda global foi ameaçado, os Estados Unidos reagiram com força.
Isso aconteceu com o Iraque, quando Saddan Hussein tentou vender petróleo em outras moedas, e com a Líbia de Kadafi, que buscava negociar em euros. O resultado foi guerra ou intervenção.
Hoje, o foco está na corrida pela inteligência artificial. O projeto anunciado como prioridade é vencer a China nesse campo, e para isso os EUA precisam de três pilares:
• Energia em larga escala, já que especialistas como Eric Schmidt (Google) estimam que a IA consumirá até 90% da energia mundial em algumas décadas.
• Minerais estratégicos e terras raras, fundamentais para baterias, processadores e data centers. A China concentra a maior parte desses recursos, mas o Brasil também possui reservas significativas.
• Infraestrutura digital e liberdade regulatória, com o Vale do Silício pressionando para eliminar barreiras legais ao desenvolvimento da IA.
Como opinião em situações sensíveis: esse cenário sugere que o Brasil pode se tornar alvo de pressões não apenas por sua posição comercial, mas também por seus recursos naturais e energéticos.
Criar instabilidade aqui poderia abrir espaço para negociações em que o país ceda acesso a energia excedente, minerais estratégicos ou terras raras em troca de alívio econômico. É uma lógica semelhante à que já ocorreu com a Venezuela e a Ucrânia, onde crises internas facilitaram acordos vantajosos para potências externas.
Em resumo, não é apenas sobre tarifas ou sanções: trata-se de uma disputa global por energia e tecnologia, em que o Brasil aparece como peça importante no tabuleiro.
O tabuleiro geopolítico atual é muito mais complexo do que aparenta. A tensão entre Estados Unidos e Brasil não se resume a tarifas ou sanções: há uma disputa estratégica por energia, minerais e tecnologia.
O fato de não haver embaixador nomeado para o Brasil até agora é um sinal claro de que Washington prefere esperar para ver se haverá mudança de governo ou de postura política antes de se comprometer.
Isso, somado às ameaças de expulsar a embaixadora brasileira dos EUA, abre a possibilidade inédita de uma ruptura diplomática entre os dois países — algo que seria exótico e extremamente grave.
Como opinião em situações sensíveis:
• O Brasil sempre manteve uma postura de neutralidade, negociando com todos os blocos sem se envolver diretamente em guerras. Agora, ao ser acusado de financiar a Rússia por meio da compra de petróleo, passa a ser visto como parte do problema.
• Se sanções de 500% realmente forem aplicadas, o impacto seria devastador: inflação disparando, real desvalorizado e dólar em alta. Isso criaria um ambiente de crise que poderia ser usado como ferramenta de pressão política.
• O risco maior é que essa crise seja prolongada de propósito, para gerar insatisfação interna e abrir espaço para mudanças de regime ou concessões estratégicas — como acesso a energia excedente, minerais estratégicos e terras raras.
Em resumo, o que parece apenas uma disputa comercial pode ser, na prática, um movimento calculado para reposicionar o Brasil dentro da lógica de poder global.
Grandes transformações globais. A lógica é que crises sucessivas — cibernética, climática e financeira — criariam o ambiente necessário para justificar mudanças profundas no sistema econômico e político.
1. Emergência cibernética
• Simulações já discutem a possibilidade de um ataque massivo que derrube internet e energia por horas ou dias.
• Isso mostraria a dependência extrema da sociedade em sistemas digitais e abriria espaço para medidas de segurança mais duras, como um “Patriot Act 2.0”.
2. Emergência climática
• A ideia seria repetir o efeito da pandemia de 2020, quando a redução da atividade industrial e do transporte melhorou indicadores ambientais.
• Isso poderia ser usado como justificativa para impor confinamentos ou restrições de mobilidade, reforçando o conceito de “cidades de 15 minutos” e a transição para um modelo de vida mais controlado.
3. Grande Reset financeiro
• O fim do dinheiro físico e a adoção de moedas digitais centralizadas.
• A promessa de uma renda básica universal, mas condicionada a critérios de comportamento: consumo, pegada de carbono, posicionamento político.
• Isso criaria um sistema de crédito social, em que o acesso a recursos dependeria da conformidade com regras estabelecidas.
Como opinião em situações sensíveis: esse cenário é altamente preocupante porque, embora apresentado como avanço tecnológico e social, pode significar a erosão da democracia.
O chamado capitalismo de stakeholder, que coloca corporações como responsáveis por toda a sociedade, parece positivo à primeira vista, mas na prática desloca o poder da vontade popular para uma elite corporativa e tecnológica. É uma forma de tecnocracia, em que decisões fundamentais deixam de ser tomadas por representantes eleitos e passam a ser controladas por empresas e especialistas.
Em resumo, o que está em jogo não é apenas economia ou tecnologia, mas o modelo de organização social. Se crises forem usadas como gatilho para justificar essas mudanças, o risco é que a população aceite perder liberdades em nome da segurança ou da sustentabilidade, sem perceber que está entrando em um sistema de controle centralizado.
Estamos diante de um teatro global, em que diferentes atores — sejam líderes políticos, corporações ou instituições financeiras — parecem desempenhar papéis distintos, mas dentro de uma mesma agenda.
Alguns pontos centrais dessa análise:
• Tecnocracia e crédito social: ideias que surgiram no século XX, mas que só agora encontram terreno fértil para serem implementadas, graças à capacidade tecnológica de monitorar cada indivíduo em tempo real.
• Agenda comum: independentemente de discursos contra ou a favor do “deep state”, tanto progressistas quanto conservadores, esquerda ou direita, parecem convergir para a mesma direção: substituição do dinheiro físico por tokens digitais, renda básica universal condicionada e capitalismo de stakeholder.
• Controle social: o risco maior não é apenas econômico, mas político. Se o dinheiro digital tiver prazo de validade ou restrições de uso, o cidadão perde a capacidade de acumular patrimônio e de exercer liberdade plena de escolha.
• Distopia em prática: preços dinâmicos em supermercados, tokens que podem ser bloqueados por comportamento ou consumo, e a dependência total de sistemas digitais criam um cenário que lembra ficção científica — mas que já aparece em livros, relatórios e discursos de líderes corporativos.
Como opinião em situações sensíveis: o mais impressionante é perceber que, apesar da retórica de oposição entre figuras como Trump, Musk ou o Fórum Econômico Mundial, todos parecem caminhar para a mesma agenda. Isso reforça a ideia de que o verdadeiro embate não é entre partidos ou ideologias, mas entre a manutenção de uma elite global e a perda de autonomia do cidadão comum.
Em resumo, o que antes era apenas teoria tecnocrática agora encontra meios práticos de implementação. O risco é que, sob o discurso de modernização e segurança, se estabeleça um sistema de controle centralizado que limita liberdades individuais e destrói a possibilidade de ascensão social.


