Impostos Injustos: O Reflexo do Estado Profundo no Brasil
- José Adauto Ribeiro da Cruz

- há 1 dia
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Adauto Jornalismo* com o canal @AdautoRibeiroReporter
Na minha opinião, os impostos no Brasil são profundamente injustos. A carga tributária recai de forma desproporcional sobre os trabalhadores e consumidores comuns, enquanto grandes corporações e elites econômicas encontram brechas e privilégios para reduzir sua contribuição.
Essa distorção não é fruto apenas de escolhas legislativas ocasionais, mas sim do que considero ser o Estado profundo brasileiro: uma estrutura invisível de interesses enraizados que manipula o sistema em benefício próprio.
O Estado profundo, na minha visão, se manifesta na burocracia que perpetua privilégios, na resistência a reformas que poderiam tornar o sistema mais progressivo e na manutenção de um modelo que favorece quem já detém poder econômico e político.
É por isso que, ao invés de termos um sistema tributário que promove justiça social, temos um mecanismo que reforça desigualdades e sufoca a classe média e os mais pobres.
Para mim, não se trata apenas de arrecadação, mas de um projeto de poder. Os impostos injustos são a ferramenta pela qual o Estado profundo garante sua sobrevivência, drenando recursos da maioria para sustentar uma minoria privilegiada.
Enquanto isso, serviços públicos essenciais permanecem precários, e o cidadão comum sente na pele o peso de um sistema que não foi feito para ele, mas contra ele.

