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A natureza satanista da esquerda e suas conexões diabólicas

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 4 de nov. de 2025
  • 19 min de leitura

Na escala do tempo, Satanás estabeleceu ideias para enganar o maior número possível de almas, tudo começa com o paganismo, posteriormente tudo que é paganismo e esquerdismo na verdade é puro satanismo.

  — Vídeo/Reprodução: As CONEXÕES OCULTAS entre ESQUERDISMO e SATANISMO

Adauto Jornalismo Policial* with AI Copilot support provided by Microsoft e @nandaguardian


Introdução


E atenção a todos que isso é muito sério. Segundo a encíclica infalível Quad Apostolite Muneris de Leão XI e o decreto contra o comunismo de Pio XII, quem fez o L, ou seja, quem é esquerdista, socialista, progressista, defende qualquer dessas ideologias revolucionárias, está excomungado da Igreja Católica Látia Sentia.


Então, larguem essas ideologias e aceitem nosso Senhor Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.


A regra é clara: fez o L, automaticamente fez pacto com o capiroto.

Hoje estou aqui com o meu...


Comunismo e satanismo


Amigo Paulo Cogos, e nós vamos discutir a relação entre esquerdismo e satanismo.

Seja muito bem-vindo ao canal, Paulinho.


Muito obrigado, Nanda Guardia. É uma grande honra estar aqui no seu canal. E é isso mesmo, o L é o chifre do capiroto.


Explica pra gente por que o comunismo é uma doutrina satânica.


Existe um livro chamado Catecismo Anticomunista do Monsenhor Sigan, onde ele explica que o comunismo é uma rebelião contra a ordem divina.


Em última instância, é uma questão espiritual. O comunismo se opõe à hierarquia do ser. Tudo no universo existe em relação ao ser. O ser é Deus.


E essa relação é sempre hierárquica, porque Deus participa das suas perfeições em graus diferentes.


Por exemplo, Deus participou muita beleza à Nanda Guardian, pouca para mim.

Então, tudo no universo é hierárquico.


O comunista se rebela contra essa hierarquia, porque ele quer igualdade.

Ele quer se igualar a Deus. Lúcifer esquerdista.


Mas o que é igualdade?


A igualdade é a destruição. Como é que...


Revolução Francesa


Você chama uma floresta igualitária?


Deserto é quando não tiver nenhuma árvore.


Ou seja, a ideia de Lúcifer de destruir a criação se traduz no igualitarismo esquerdista.

E aí você vai ver como tudo isso é filho dos grandes movimentos anticatólicos.


O socialismo, por exemplo, quando nós temos a Revolução Francesa, nós temos aquele slogan dos revolucionários franceses: liberté, égalité, fraternité.


Mas o que é isso? Parece muito bonito, mas isso é uma corruptela da verdadeira liberdade.

A liberté revolucionária era o direito de fazer o que quiser, diferente da verdadeira liberdade, que é a capacidade de fazer o que é certo.


A égalité não era aquela igualdade de dignidade que todos os seres humanos criados à imagem e semelhança de Deus têm perante o criador, mas é a igualdade absoluta, é a equalização que destrói todas as virtudes.


Isso é o socialismo.


E nós temos a fraternité.


A fraternité da Revolução Francesa não é a ideia de você fortalecer os seus laços familiares com seus amigos e formar comunidades fortes, mas é a imposição de uma fraternidade forçada, o nacionalismo, os grandes blocos.


Então nós temos a corrupção de tudo que é bom, belo e verdadeiro com a Revolução Francesa.


E as três ideologias filhas da revolução são o liberalismo — no mau sentido, né? Não é a liberdade econômica, mas seria a ideia de liberalismo de rebelião contra a família, de casamento fora do que é o casamento, se é que vocês me entendem.


A égalité se traduziria no socialismo, a igualdade econômica — igual é igual na pobreza, né?


Na repressão, na submissão a uma tirania.


E a fraternité seria o nacionalismo.


O nacionalismo não é de direita.


O que é de direita é o localismo, é você construir de baixo para cima suas comunidades.

Não é o governo impor uma convivência forçada, como é o caso do nacionalismo.


E nós vamos ver que os movimentos de unificação nacionalista, como foi a unificação da Alemanha e principalmente a unificação italiana que destruiu os Estados Papais e foi altamente satânica nas suas bases, com várias sociedades ocultistas secretas participando desse processo, foi um processo de nacionalismo italiano que foi completamente anticatólico.


Karl Marx


Agora, nas suas origens, o comunismo não começa com Karl Marx, ele começa muito antes disso.


Mas o Karl Marx, ele era satanista — totalmente, totalmente ocultista.


Aliás, isso é público ou tem que fuçar um pouco para provar?


Tem que fuçar, tem que fuçar. Isso é ocultado.


A gente já vai falar sobre algumas pessoas, alguns esquerdistas com fortíssimas relações com o satanismo.


Então, Marx era um caso deles.


Sim. Marx era completamente ligado à maçonaria, às elites que controlam o mundo e às sociedades secretas.


É só você ver que a Revolução Bolchevique na União Soviética foi engendrada por banqueiros ligados à maçonaria e às sociedades secretas no Ocidente.


Lenin foi...


Platão


Treinado por esses banqueiros e assim como todos os regimes totalitários também o foram.

Uhum.


Agora, as premissas do comunismo remontam a priscas eras. Então, por exemplo, em Platão, nós temos a ideia de que o mundo perfeito está no plano das ideias, não nas coisas particulares concretas.


Platão não tinha nenhuma apologia a uma sociedade coletivista. O pessoal lê A República com uma lente materialista, mas A República de Platão é sobre a estrutura da alma.


O problema é que alguns neoplatônicos também foram contaminados por um pensamento gnóstico.


A gnose é a ideia de que a matéria, o mundo material, foi criado por um deus mau, um demiurgo do mal, e que nós estamos presos nessa matéria, a não ser que tenhamos um conhecimento oculto, um conhecimento que só eles têm.


Então existia a ideia em algumas sociedades neoplatônicas de que as pessoas deveriam se libertar da matéria.

Uhum.


E aí elas viviam sociedades igualitaristas, o pessoal pitagórico era assim.

E isso vai se traduzir em algumas heresias medievais.


Quando chega na Idade Média, os bogomilos, os cátaros, os albigenses começaram a criar sociedades comunitaristas onde não havia casamento, as mulheres eram compartilhadas, uma coisa horrível.


Obviamente os bens materiais também eram compartilhados de forma igual.


E eles tinham até a ideia de matar mulheres grávidas porque elas aprisionavam o bebê dentro da matéria.


Nossa.


Aí a Igreja Católica ordenou uma cruzada contra esses caras e aí o pessoal vem falar que a culpa é da Igreja Católica, que ela é má, que ela matava os outros.


Não, ela estava defendendo a sociedade contra uma seita de fanáticos infanticidas.


George Soros


Um outro esquerdista também que eu acho que tem total relação com o satanismo é o Jorge Soros, né?


Porque ele financia várias instituições pró-aborto, pró-ideologia de gênero, pró-destruição da família, ideologias antinatalistas de toda sorte.


Por exemplo, a Simone de Beauvoir.


Essa é um exemplo que a gente separou aqui.


Explica a relação da Simone de Beauvoir com o satanismo.


A gente tá falando de vários esquerdistas aqui, tá?


Várias pessoas que os comuns usam como referência.


Daqui a pouco a gente vai trazer alguns políticos e gente da atualidade, não?


E é muito interessante, eu já vou falar da Simone de Beauvoir, mas é muito interessante como as premissas das sociedades coletivistas eram uma rebelião contra a matéria, contra a criação.


E depois eles caem no materialismo, porque eles veem que a matéria só é ordenada pelo mundo espiritual.


Então eles veem que quando se rebelam contra a criação, precisam primeiro destruir a ideia do transcendente na sociedade.


O comunismo, apesar de ter essa origem antimaterialista gnóstica, termina num materialismo crasso, na ideia de que o homem é só matéria, é só um aglomerado de células, que é o que as aborteiras feministas falam.


Homem sem Deus


É, e ainda despreza toda a individualidade, as características individuais de cada um.

Afirmam que todos deveriam ser iguais, né?


Pois é, isso é um completo absurdo, porque quando Deus criou as pessoas, ele pensou na personalidade de cada pessoa.


Exato.


Como tudo na natureza, né?


Uma folha não é exatamente igual à outra.


Tudo na natureza é desigual.


Essa é a beleza da criação.


Eles querem destruir essa beleza na criação.


Então, quando chega na passagem da Idade Média para os pensadores renascentistas — Piccola, Pico della Mirândola, esse tipo de gente aí — o que eles fazem?


Eles tiram Deus do centro e colocam o homem no centro.


Só que o homem sem Deus vai se degradar.


E essa ideia antropocentrista do renascentismo vai gerar uma sociedade sem a visão transcendente.


Some-se a isso a ideia nominalista, a ideia de que não existe uma verdade absoluta, a ideia de bem, a ideia de justiça.


Então eles acabam pegando o que tem de pior no platonismo, misturando com o que tem de pior no materialismo para chegar nas ideologias iluministas.


E eles se contradizem porque, uma vez que abandonam a lógica aristotélica atomista e chegam num relativismo moral e num relativismo epistemológico, para eles não existe verdade absoluta.


Aí como é que você vai apontar as contradições?


Poxa, vocês se rebelaram contra a matéria, mas são materialistas.


Isso é um absurdo.


Eles vão falar: “absurdo no seu ponto de vista. Você tem a sua verdade, eu tenho a minha.”

É assim que eles dialogam.


Por isso que, no frigir dos ovos, eles vão chegar na ideia do materialismo histórico e do materialismo dialético, que aí vai desembocar em Karl Marx.


Por que materialismo histórico?


Os marxistas diziam que as disputas de classe na sociedade são a respeito de como distribuir os bens materiais, o que é um completo descalabro, porque a sociedade nunca foi sobre isso.


Os bens materiais sempre foram meios para objetivos maiores, bons ou maus.


E Marx reduziu a antropologia humana a uma dimensão somente material.


E até os economistas não marxistas caem nesse problema, falando: “Não, o homem é um maximizador de ganhos materiais.”


Tem muitos modelos econômicos baseados nisso, otimização dos lucros, né?

Tem essa coisa assim.


Eu não acho que as cruzadas ou o teto da Capela Sistina foram feitas por lucro material.

O homem é mais do que isso.


Só que Marx vai chegar num ponto ainda pior.


Ele vai dizer que existe um materialismo dialético.


O que significa que, para Marx, o motor da história são as contradições e os conflitos que resultam num novo modo de produção.


Então ele vai dividir a sociedade em classes.


Uhum.


Assim não era a sociedade medieval.


A sociedade medieval era hierarquizada, mas existia harmonia, ou pelo menos se buscava essa harmonia com base no pensamento político aristotélico, que é política.


Não, ele incentiva a luta de classes.


Essa é a base de toda a filosofia do Marx, né?


Exato.


A hora que você vê uma patroa que ajuda a empregada a cuidar da saúde do filho ou a empregada que faz questão de fazer uma boa refeição pro patrão, você matou a luta de classes.


Isso existe, não é a regra sempre, mas existe.


Karl Marx matou a harmonia social, matou a função da política, que era promover a irmandade e a virtude entre os homens, e criou a luta de classes.


A hora que os homens não têm mais a capacidade de agir buscando uma harmonia, eles vão procurar harmonia no Estado.


E aí o inspirador do Marx, que era o Hegel, vai falar: “O indivíduo não existe. O que existe é a vontade geral. O Estado representa a vontade geral.”


Rousseau pensava isso.


Rousseau negava o pecado original. “Todo mundo nasce bom”, dizia Rousseau.


Não é isso que a sociedade o corrompe, né?


Não era isso daí.


É.


E qual que era a solução de Rousseau?


A solução de Rousseau era que o indivíduo se projetasse numa sociedade política que representasse a vontade geral — mesma porcaria.


Os teóricos do absolutismo, que eram profundamente anticatólicos, falavam a mesma coisa.


Positivismo


Hobbes, Jean Bodin — o homem é o lobo do homem.


Eles falavam o contrário de Rousseau, né?


Para Rousseau, o homem nasce bom.


Para Thomas Hobbes, o homem nasce mal, mas não tem redenção.


A única redenção é no Estado.


Então Rousseau nega o pecado original e Hobbes nega a graça, a ação divina no homem.

Cada um por um extremo, cada um falando coisas que parecem contradizer um ao outro, mas os dois negam o quê?


A teologia católica.


E aí tudo isso vai desembocar em ideologias revolucionárias, estatizantes.

Por exemplo, Auguste Comte, positivista, ele vai dizer:


“O homem tem uma fase religiosa, depois uma fase metafísica e depois, finalmente, ele vai chegar na fase onde todas as dimensões do homem são redutíveis às ciências matemáticas.”


Ele vai tentar matematizar a ação humana.


E aí entra o problema da engenharia social.


Sim.


A hora que o homem é só um monte de matéria desprovido de dignidade, porque não tem mais a imagem e semelhança de Deus, não tem mais a sua individualidade, então o que você faz?


Política pública.


Não importa mais as aspirações e as particularidades, e você coloca ele dentro de uma grande equação, de um grande agregado econômico, e faz a política pública que quiser.


E não existe mais nada de errado com isso, porque se as discussões políticas na Idade Média eram a respeito de liberdade política no sentido de direitos — não direitos positivos, bolsa família, esse tipo de coisa — mas direito de não ter sua terra violada, direito de não ser oprimido por um rei com o qual você não consentiu, essa era a discussão na Idade Média.


Aí a discussão agora passa a ser outra.


O homem não tem mais direitos naturais.


Os direitos são dados pelo Estado.


É, são. É o positivismo, né?


Sim.


Aí nós vamos falar em direitos conquistados.


Olha, o trabalhador conquistou o direito ao salário mínimo porque o Estado deu.


Quer dizer, Deus não dá mais.


Quem dá é o Estado.


O Estado agora é o novo Deus.


Isso é idolatria.


E idolatria é o quê?


Satânico.


Satanismo.


Exatamente.


Todo esquerdista ama, ama o Estado.


Paulo Freire


Agora, ô Cogos, você falou sobre Igreja Católica, a gente tem um exemplo cultural no Brasil, né?


Infelizmente, Paulo Freire.


Uhum.


Paulo Freire era, se dizia católico, mas era da teologia da libertação.


Explique a relação da teologia da libertação e quais são os problemas dessas ideias.

O problema é o seguinte.


Quando nós falamos em engenharia social, em políticas públicas, nós nos perguntamos:

“Quem são esses governantes tão iluminados a ponto de saber o que é melhor para mim, melhor do que eu mesmo?”


Isso é o conhecimento oculto dos gnósticos.


Aí nós resgatamos aquela origem do comunismo que é o gnosticismo.


Gnosticismo está por trás de todas as heresias, inclusive do comunismo e inclusive da teologia da libertação.


Porque quando Karl Marx propõe a sua...


Gramsci


A teoria de luta de classes, ele vai dizer que a infraestrutura da sociedade — que seria a parte industrial, material, modo de produção — determina a superestrutura, que são as relações de cultura, instituições.


Só que Karl Marx vai quebrar o nariz.


Os revolucionários materialistas vão ver que não tem ninguém mais tradicionalista do que o trabalhador que precisa sustentar sua família.


Aí vão entrar outros pensadores.


Vai entrar a Escola de Frankfurt — Marcuse, Horkheimer — e vai entrar Gramsci.


Principalmente Gramsci, que tem uma teoria mais completa.


Ele vai notar que você precisa mexer na superestrutura da sociedade.


Você precisa destruir a religião, destruir o senso de família, destruir tudo aquilo que dá virtude e coesão para a sociedade.


Falava isso, Gramsci?


Porque o que eu já li do Gramsci é que ele falava do negócio de que todo mundo será socialista, comunista, sem perceber — uma coisa meio que natural e infiltrada através, por exemplo, dos jornais, da mídia, esse tipo de coisa — mas essa parte eu não conhecia.

Sim, era o conceito de hegemonia.


Gramsci falava na hegemonia no sentido dos esquerdistas controlarem tudo aquilo que forma a opinião das pessoas.


Brasília


A ideia do Gramsci era se infiltrar na imprensa, nas artes, na academia, depois no aparato burocrático do Estado, nas Forças Armadas, tribunais, até que a sociedade inteira estaria defendendo as mesmas ideias que ele apregoava, sem saber que aquilo eram ideias de esquerda.


É, e é o que acontece hoje.


Você falou das artes, até da arquitetura.


Se olhar os prédios de Niemeyer — era comunista — são horríveis.


Eu acho Brasília horrível.


É horrível mesmo.


Não só é feio, como é antifuncional.


Não tem harmonia, não tem atenção aos detalhes, é um monte de bloco, aquela coisa sem alma.


Mas isso vem da Escola de Frankfurt, que eram esquerdistas.


Georg Lukács falava: “Nós precisamos destruir a verdade na sociedade.”


Como fazer isso?


Destrua a manifestação da verdade sensível, que é a beleza.


A beleza é a verdade manifesta sensivelmente.


Por isso, a arquitetura é feia, porque o homem perde o propósito, perde a motivação quando está cercado por prédios feios.


Então essa é a ideia dele: destruir a ideia de ordem, de proporção.


Porque o que é beleza?


Beleza tem três notas: proporção, claridade e integridade.


O esquerdista faz tudo de forma desproporcional, feia, para tirar do homem qualquer senso maior de transcendência.


Uhum.


Faz tudo, parece que está destruído pela metade.


Então, a ideia dele era essa mesmo: oprimir o indivíduo.


Brasília é feita para isso, para o indivíduo se sentir pequeno diante do Estado.


Mas aí você pensa: quando o indivíduo está diante de uma catedral gótica, ele se sente pequeno, mas parte de algo maior.


E a catedral gótica — isso Plínio Corrêa de Oliveira falava — ela é um microcosmo da sociedade.


A sociedade tem desde os trabalhadores braçais mais humildes até os maiores intelectuais, mas eles não se opõem.


Assim como a catedral tem a torre, tem os vitrais, mas também tem cada detalhezinho.


Cada detalhezinho compõe aquele todo.


A sociedade era para ser assim, não era para ser luta de classes.


Exato.


Era para ser uma catedral gótica, não prédio do Niemeyer.


Então veja o satanismo desses caras.


Nós vamos chegando nessa ideia do Gramsci de destruir tudo aquilo que torna a sociedade coesa, para o Estado, para o aparato político substituir a sociedade.


Quando esse aparato político substitui a sociedade, o que ele faz?


Ele substitui o princípio e o fim dessa sociedade.


Quando uma sociedade não tem a sua identidade projetada no Estado, ela vai buscar transcendência.


Meu princípio é Deus e minha finalidade é Deus.


Agora, se o Estado define como você vai agir, como vai empreender, como vai pensar, o princípio é o Estado e a finalidade vai ser o próprio serviço ao Estado.


Por isso que o trabalhador soviético era reduzido a nada.


Ele tinha que trabalhar para o Estado.


Era locado para os trabalhos independentemente da sua vocação.


O Estado mandava onde ele ia trabalhar.


Na Coreia do Norte, é assim até hoje.


Simone de Beauvoir


Por quê?


Porque não existe uma finalidade do homem, não existe a ideia do homem alcançar o céu e salvar sua alma.


Existe a finalidade do monstro estatal continuar subsistindo.


Isso é completamente satânico.


A ideia do Gramsci era essa: destruir a Igreja, a família e o mercado.


Aí entram várias ideologias.


Simone de Beauvoir, por exemplo, a ideia dela era destruição da família.

Ela era casada com o Sartre.


O Sartre era um existencialista.


Qual é a ideia do existencialista?


É uma rebelião luciferiana contra a essência das coisas.


O Sartre fala: “Não, eu posso ser o que eu quiser. O que importa não é a minha essência, é como eu existo.”


Daí vem ideologia de gênero, por exemplo.


Uhum.


Como eu me identifico.


Sim.


E mais atuais, Paulinho, por exemplo, Hillary Clinton também tem um negócio que ela fez — não sei se foi um TCC, um mestrado, alguma história assim — que ela tem em relação ao satanismo.


Tem.


O mentor da Hillary Clinton, o orientador dela para sua tese de doutorado, foi um satanista chamado Saul Alinsky.


E eu não lembro agora se era Hillary ou Saul Alinsky que dedica a sua própria tese ao demônio.


O Saul Alinsky tem um livro chamado Rules for Radicals — regras para radicais.


São regras que, eu não vou negar, funcionam se o sujeito não tiver nenhum pudor moral.


São várias regras que ele tem nesse livro — acho que são 10 ou 11.


Essas regras preconizam a divisão da sociedade para fazer as pessoas perderem a noção de uma verdade absoluta e acabarem brigando por pequenos acidentes de percurso.


Isso é o diabo, porque o diabo significa diábolos, aquele que divide.


A regra do Saul Alinsky é fazer essa divisão diabólica na sociedade, que também tem a ver com a luta de classes, né, que você estava falando.


Relação trabalhista


E a luta de classes se manifesta também na luta de classes feministas — homem contra mulher.


Sim.


Pais contra filhos.


Uhum.


Patrão contra funcionário, né?


Como se o objetivo da vida de um patrão, de um empresário, fosse explorar o funcionário.

Sendo que é justamente o contrário.


Aqui a gente está no escritório, eu como empresária torço para que o meu funcionário, meu colaborador, entregue resultado, cresça junto comigo.


Eu quero proporcionar isso para ele.


Mas segundo a mente esquerdista, a ideia do patrão é que ele acorda todos os dias motivado a explorar as pessoas, como se ele tivesse algum benefício nisso.

Não é.


Ele vai ter benefício com a pessoa, inclusive crescendo.


Para mim, não tem nada melhor do que — a gente tem casos aqui no escritório de pessoas que começaram muito pequenininho e que hoje são sócios da empresa.


E isso é muito bom, poder proporcionar e muitas vezes mudar a vida das pessoas, não?


E qualquer empregado inteligente vai pensar: “Quanto melhor o meu patrão estiver, melhor para mim.”


Teologia da Libertação


“Eu vou ter mais prestígio trabalhando para alguém que tá bem.”


Exato. É, mas no Brasil também tem essa coisa cultural da guerra de rejeitar a riqueza, de não gostar dos ricos, né?


Aham. Aí nós vamos falar de teologia da libertação.


Nós falamos da Simone de Beauvoir, do feminismo para destruir a família, das más doutrinas econômicas contra o mercado, mas e contra a Igreja?


Como é que você faz para destruir os cristãos?


Porque os cristãos seguem a doutrina de papas que são infalíveis no que tange à fé e à moral.


Então, como é que você faz para tirar os cristãos dos trilhos?


Você cria heresias dentro da Igreja.


Uhum.


A teologia da libertação foi desenvolvida pela KGB soviética.


A ideia era: como o povo latino-americano é muito católico, eles não vão cair num materialismo crasso, como foi o comunismo no Leste Europeu.


Então precisamos vender o comunismo numa roupagem cristã.


E aí eles criaram a heresia da teologia da libertação, que foi uma deturpação da verdadeira doutrina social da Igreja.


O que a doutrina social da Igreja verdadeira fala?


Isso são autores como o Papa Pio X, o Papa Leão XIII que escreveu a Rerum Novarum.


É, eu fiz um vídeo sobre isso. É maravilhoso.


A doutrina social da Igreja não tem absolutamente nada de socialista.


Ela diz o seguinte: existe um direito à propriedade privada que é sagrado, dado por Deus.


Santo Tomás de Aquino defendia a propriedade privada como a melhor forma de promover a coesão, evitar os conflitos e fazer com que as pessoas sejam virtuosas e industriosas.


Essa propriedade privada não é para ser violada.


A função do príncipe é preservar os contratos, as fronteiras e punir os criminosos.


Não tem outra.


Só que propriedade privada não é suficiente.


Ela é necessária, mas não suficiente.


É preciso que o empregado seja esforçado, que se esforce para fazer o melhor que puder para seu patrão.


E é preciso que o patrão seja generoso e compreensivo.


Então o que é isso?


Além dos incentivos econômicos, existe também uma dimensão humana do patrão e do empregado.


Os dois precisam ser bons cristãos.


A doutrina social é basicamente isso.


Falou alguma coisa errada?


Não.


Só que aí veio o pessoal da teologia da libertação e distorceu esse conceito dizendo que o Estado precisa obrigar o patrão a fornecer certas condições que muitas vezes não são economicamente viáveis.


Mas como que a teologia da libertação fez isso?


Interferiu nessas relações de patrão e empregado?


Na Bíblia diz que nenhuma vírgula, nenhum pingo de “i” pode ser mudado na palavra.

Eles fizeram isso.


Mudaram pequenas nuances nos textos sem aprovação de um verdadeiro papa.


Porque — vou deixar isso bem claro — nós estamos sem papa desde 1958.


Os supostos papas atuais são infiltrados pela maçonaria.


O pessoal vai me chamar de louco, pode chamar à vontade.


Não tô nem aí, eu só tô aí porque eu vou falar para Cristo no dia que eu morrer.


Só que o fato é que essa teologia da libertação se alastrou.


Por exemplo, o Papa Pio XI escreveu a Quadragesimo Anno, um comentário sobre a Rerum Novarum, que era a encíclica sobre doutrina social de Leão XIII.


Quarenta anos depois, tudo certo.


Só que aí veio um falso papa, João Paulo II, e escreveu a Centesimus Annus, cem anos depois.


E ali ele já deturpou completamente, já falou que era função do Estado garantir uma renda mínima, função do Estado criar uma instituição política global.


BRICS e Satanismo


Só que aí que tá: quando a Igreja Católica fala em instituições políticas de alcance global, o que ela está falando?


Está falando em todos os reis da Terra se submeterem ao Papa — a um papa verdadeiro.


Mas aqui, na teologia da libertação e no modernismo, nós já temos uma deturpação: a ideia de uma governança global laica.


E isso é completamente perigoso.


Isso é o cadinho do anticristo.


O anticristo vai vir quando os grandes blocos políticos do mundo se unificarem.


Então, esses falsos papas estão preparando a vinda do anticristo.


É nesse nível.


Então, o BRICS é satanista também, de certa forma.


É.


Se o BRICS oferecesse, sem violação da propriedade privada, sem violação do princípio da subsidiariedade dos países, da soberania dos países, uma moeda alternativa ao dólar, não teria nada de errado.


Mas tem, porque não é isso que eles estão querendo oferecer.


O que eles estão querendo oferecer é mais um bloco que vai violar soberanias locais e colocar todos os países sob a égide do Partido Comunista Chinês.

É.

E é engraçado que nessas horas não tem papinho de soberania dos esquerdistas, né?


Eles só gritam soberania quando é anti-americano, mas quando é o chinês entrando aqui...


Eu fiz até um vídeo sobre isso, da invasão silenciosa da China — vou deixar aqui no canal.


Aí ninguém se importa com soberania, né, quando são chineses.


Inclusive tem muita gente que entende que os Estados Unidos têm lá um monte de problemas e que, por vezes, já praticaram atitudes imperialistas contrárias ao Brasil, mas romantizam a China e a Rússia.


Pelo amor de Deus, Nossa Senhora de Fátima falou: “Cuidado, porque a Rússia vai espalhar os seus erros pelo mundo.”


O Partido Comunista Chinês criou uma falsa igreja dentro da China, onde o Partido Comunista nomeia bispos.


Mas eles perseguem cristãos na China.


Óbvio que perseguem os cristãos.


Tiram a liberdade de fazer a pregação cristã.


Experiência da Nanda


Então não tem nada de romântico na China, nem na Rússia, nem nos Estados Unidos também.


Nós precisamos todos nos voltar à Igreja Católica e parar de ter essas ideologias heréticas de idolatria a esse Estado ou aquele Estado.


Tem uma coisa muito interessante também: a atual teologia da libertação fala muito numa coisa chamada “preferência pelos pobres.”


Uhum.


Eles falam: “Não, Cristo tem uma preferência pelos pobres.”


O que é isso?


Isso é chamar o rico de amaldiçoado.


Lembra aquele dia que eu até te mostrei aquele papelzinho da missa que eu te mandei, que tava falando sobre “devemos combater o lucro”, alguma coisa assim?


É bem nessa linha mesmo, como se o rico fosse culpado, fosse ruim por natureza.


Quando Jesus fala: “É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que o rico entrar no reino dos céus.”


O que era isso?


É porque havia ali um portal — acho que para Jerusalém — chamado “a agulha”, porque era um portal muito fino, onde os mercadores tinham que descarregar a carga dos camelos para poder passar pela agulha.


Aquela carga era a idolatria, eram os pecados, eram os apegos às coisas do mundo.


Então, quando Jesus fala dos ricos, ele está falando dos ricos de espírito, aqueles que se acham suficientes sem Deus.


Não tem nada a ver com a tua conta bancária.


Isso é uma leitura materialista e herética da Bíblia.


MST


Monte de reis que nadavam em ouro e são santos. São Luís IX, Santa Joana d’Arc.


Então, cuidado com essa leitura materialista.


As pessoas ricas e o dinheiro podem entrar no reino do céu, assim como as pobres, porque Jesus não tem preferência pelo pobre, nem pelo rico.


Jesus tem preferência pelos humildes, pelos que o amam.


Mas os esquerdistas distorcem isso para criar luta de classes.


Inclusive aqui no Brasil, quem criou o MST, que é um grupo terrorista pastoral da terra — eu não sabia.


Dom Paulo Evaristo Arns, que usava boné do MST na missa.


Esse cara tá ardendo no pântano sulfuroso do inferno.


Eu não sabia disso.


Pois é, é absurdo.


É absurdo, sim.


Todos esses caras — Frei Betto, vocês — vão tudo ardendo no colo de Satanás, porque quem estava certo é Padre Cícero, Padim Ciço.


Ele disse: “O comunismo foi uma ideologia criada pelo demônio.”


Ele disse isso.


Disse.


O Frei Gilson também fez um vídeo falando esses dias, falando:


“Ah, que Deus livre o Brasil do comunismo”, alguma coisa assim.


Não acompanho nada dele, nem quero acompanhar.


Uma pessoa que abraça o Lança Leite, você pode cortar, não dou nem bom dia.


Considerações finais


Beleza.


Então tá, Paulinho.


Acho que a gente passou por alguns esquerdistas do passado, alguns esquerdistas modernos e a sua relação com o anticristo, com o satanismo.


Para mim foi um prazer receber você aqui.


Você é uma pessoa muito culta, que conhece, tem um conhecimento muito profundo da Igreja Católica, e é um prazer trazer você aqui no canal para compartilhar esse conhecimento.


Paulinho:


Obrigado, Nanda Guardia.]


Eu tenho uma profunda admiração pelo seu trabalho, pela sua ética, pelo seu brilhantismo.


E eu só queria concluir dizendo:


“Não vendam a sua dignidade e a sua liberdade em troca de picanha, porque isso é exatamente o que Fausto fez.


Ele vendeu sua alma a Satanás em troca de quinquilharia.


Isso é o que Karl Marx chamava de espírito: não caiam nessa, sigam a Jesus Cristo.


Buscai primeiro a justiça de Deus e tudo mais lhe será dado por acréscimo.”


E se você ficou com a gente até o final, comenta: “Eu fiquei.”


Muito obrigado por assistirem, pessoal.


Valeu!





 

REFERÊNCIAS:

                 


@viesmilitar

@jovempannews

                 



 
 
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