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ARGENTINA FECHA FRONTEIRA E MOBILIZA EXÉRCITO PARA COMBATER FACÇÕES DE LULA

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 30 de out. de 2025
  • 4 min de leitura

Notícia urgente. O governo da Argentina fecha fronteira com Brasil e mobiliza um grande contingente militar para combater terroristas do Comando Vermelho e do PCC, pressionando o presidente Lula, que é contra classificar essas facções como terroristas.


  — Imagem/Reprodução: Essa ação ocorre em meio a um cerco cada vez mais apertado ao Brasil.

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Ao mesmo tempo, Donald Trump ignora totalmente o Brasil após afirmar que poderia intermediar possíveis negociações entre os Estados Unidos e a Venezuela para pôr fim às operações contra o terror na América do Sul. Você está ao lado de Donald Trump? Dessa vez, deixe seus comentários abaixo.


Em um dia marcado por escaladas dramáticas na luta contra o narcotráfico, o governo dos Estados Unidos intensificou sua ofensiva regional ao afundar mais um navio venezuelano em águas internacionais do Caribe nesta quinta-feira, 30 de outubro de 2025, elevando para pelo menos 15 o número de embarcações destruídas desde setembro e para mais de 60 as mortes confirmadas em ações contra supostos narcoterroristas.


Essa ação ocorre em meio a um cerco cada vez mais apertado ao Brasil, impulsionado pela megaoperação Contenção, realizada na terça-feira no Rio de Janeiro, que resultou em pelo menos 132 CPFs cancelados — jargão policial para mortes de suspeitos em confrontos com o Comando Vermelho. A operação, a mais letal da história do estado, mobilizou 2.500 agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Polícia Civil e Militar, além de apoio federal, com helicópteros, 32 veículos blindados e 12 máquinas de demolição para destruir barricadas nos complexos do Alemão e da Penha. O saldo inclui 56 prisões, dezenas de feridos e a apreensão de armas, drogas e veículos, mas também quatro baixas entre as forças de segurança — heróis tombados em tiroteios intensos na mata, onde moradores relataram a remoção de corpos por civis.


A operação, que visava capturar líderes do CV protegidos por cerca de 70 homens armados, chocou o mundo e serviu de detonador para reações em cascata na região. O governo argentino, liderado pelo presidente Javier Milei, decretou alerta máximo e enviou um contingente militar robusto para a fronteira com o Brasil, temendo que traficantes do CV e do Primeiro Comando da Capital (PCC) fujam do país vizinho e se infiltrem em território argentino para se esconder ou expandir operações.


Há quase 15 dias, em meados de outubro, a Argentina havia aprovado a presença de tropas dos Estados Unidos em seu solo para exercícios conjuntos antinarcóticos, como a operação Tridente, que envolve forças navais e de inteligência em bases como Mar del Plata e Ushuaia. Agora, essa cooperação ganha contornos de urgência. O ministro da Defesa argentino, Luis Petri, anunciou o envio de tropas do Exército, veículos blindados, caminhões militares, helicópteros e unidades de ciberdefesa para reforçar a vigilância em regiões como Misiones, na divisa com Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “Vamos exercer todo o poder que o Estado tem nas fronteiras”, declarou Petri, enfatizando tarefas de inteligência, engenharia e proteção aérea contra narcoterroristas com poder de fogo militar, incluindo drones armados.


A ministra da Segurança, Patricia Bullrich, complementou que todos os brasileiros entrando na Argentina serão examinados minuciosamente com base na teoria da debandada — a dispersão de criminosos para países vizinhos quando acuados. Essa mobilização, que se estende a análises criminais detalhadas de passageiros e veículos, representa um fechamento efetivo da fronteira, criando uma zona de alta tensão que inclui o isolamento estrito de 39 brasileiros já presos na Argentina, cinco do CV e sete ou oito do PCC, identificados por tatuagens, rituais de iniciação e inteligência compartilhada com agências internacionais.


Bullrich justificou a medida ao classificar o PCC e o CV como organizações narcoterroristas no registro de pessoas e entidades vinculadas a atos de terrorismo, destacando suas ameaças transnacionais. O PCC, fundado nos anos 1990 em São Paulo como resposta a abusos prisionais, evoluiu para uma multinacional do crime, controlando o tráfico em dois terços dos estados brasileiros, com alianças a cartéis colombianos e africanos, lavagem de bilhões em redes globais e expansão para portos europeus como os de Portugal. Responsável por atentados contra autoridades e extorsões em periferias, gera lucros anuais na casa dos bilhões para financiar armas e corrupção.


Já o CV, nascido nos anos 1970 no Rio como autoproteção contra o regime militar, domina favelas como Alemão e Penha com violência brutal, execuções públicas, confrontos armados e lei marcial, expandindo para Paraguai, Bolívia e Colômbia com armas contrabandeadas, inclusive do Exército venezuelano. Ambas as facções destroem famílias inocentes com milhares de mortes anuais ligadas ao tráfico e usam redes sociais para propagandear proteção enquanto semeiam terror em comunidades carentes.


Enquanto isso, os Estados Unidos, sob o presidente Donald Trump, pressionam o Brasil de forma inédita, rejeitando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como intermediador nas tensões com a Venezuela. Há quase dois meses, Brasília recusou uma proposta de Washington para classificar PCC e CV como terroristas, optando por coordenação em vez de escalada militar. Lula havia proposto mediar uma trégua durante encontro com Trump na Malásia, mas aliados do secretário de Estado, Marco Rubio, vetaram a ideia, vendo o Brasil como simpático ao regime de Nicolás Maduro.


Essa recusa agrava o isolamento brasileiro, especialmente após declarações polêmicas de Lula no início desta semana, em 24 de outubro, durante coletiva em Jacarta, na Indonésia. “Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também”, afirmou o presidente, argumentando uma troca entre oferta e demanda que ignora, segundo críticos, a necessidade de cortar o suprimento para quebrar o ciclo. A fala, que Lula retratou no dia seguinte como frase mal colocada, afirmando posicionamento claro contra o crime organizado, indignou a população brasileira, que vê nas facções o controle de mais de mil favelas e periferias.



 

REFERÊNCIAS:

                 


@viesmilitar

@jovempannews

                 

 
 
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