CRIMES DE GUARDAS MUNICIPAIS — Quem comanda a GCM de Sete Lagoas?
- José Adauto Ribeiro da Cruz

- 28 de jul. de 2025
- 3 min de leitura
Atualizado: 13 de ago. de 2025

Adauto Jornalismo Policial*
Jeferson Douglas Soares Estanislau (Sete Lagoas, 10 de janeiro de 1985), mais conhecido como Douglas Melo, é um político brasileiro filiado ao Partido Social Democrático (PSD).
Atualmente exerce o cargo de prefeito de Sete Lagoas sua cidade natal.
Exerceu por 3 vezes o mandato de deputado estadual por Minas Gerais. Nas eleições de 2018, foi candidato a deputado pelo MDB e foi reeleito com 49.027 votos e em 2022 foi reeleito novamente com 64.170 votos em 2024 foi eleito prefeito de Sete Lagoas com 49.367 votos, 43,23% dos votos válidos.
Sob seu comando episódios envolvendo violência da GCM de Sete Lagoas:
CRIMES DE GUARDAS MUNICIPAIS — Guardas afastados após morte de caminhoneiro em Sete Lagoas
Confusão termina com caminhoneiro morto durante procissão de São Cristóvão em Sete Lagoas
Douglas Melo afasta guardas civis envolvidos em morte de caminhoneiro
Caminhoneiro morre e guarda é atropelado em festa do santo dos motoristas
Caminhoneiro é morto após atropelar guarda durante carreata em Sete Lagoas
Sete Lagoas (MG): Guardas ligados à morte de caminhoneiro durante carreata são afastados
Guardas envolvidos em morte de caminhoneiro na carreata de São Cristóvão são afastados em MG
Episódios relacionados as GCMs no estado de Minas Gerais:
Desde 2024, diversos episódios envolvendo Guardas Civis Municipais (GCMs) em Minas Gerais chamaram atenção, tanto por avanços institucionais quanto por casos polêmicos. Aqui estão alguns dos principais:
Casos de uso da força e controvérsias:
Sete Lagoas (2025): Um guarda civil matou o caminhoneiro Marcos Vinício durante a procissão de São Cristóvão. A GCM alegou legítima defesa, mas testemunhas contestaram a versão oficial. O agente foi liberado após não ter a prisão em flagrante ratificada.
Controvérsia pública: O caso gerou protestos e carreata de caminhoneiros exigindo justiça, além de debates sobre o uso de armas por GCMs e a necessidade de câmeras corporais.
Mobilizações e reivindicações:
Contagem (2024): A Associação dos Guardas Civis Municipais de Minas Gerais realizou três manifestações exigindo melhorias salariais e plano de carreira. Houve denúncias de intimidação por superiores para evitar participação nos atos.
Santa Bárbara (2025): Representantes da GCM participaram de reunião estadual para discutir integração, tecnologia e apoio legislativo. O evento contou com presença de deputados e apresentação de sistemas como o Sinesp CAD 3.0.
Mudanças legislativas e institucionais:
Belo Horizonte (2025): Projetos de lei foram apresentados para ampliar o papel da GCM, permitindo policiamento ostensivo e prisões em flagrante. As propostas seguem decisão do STF que reconheceu a atuação das guardas em segurança urbana.
PEC da Segurança Pública: O governo federal incluiu as guardas municipais no rol dos órgãos de segurança pública, com atuação delimitada para não sobrepor funções das polícias Civil e Militar.
Até o momento, não há registros públicos de outro homicídio cometido por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) de Sete Lagoas antes da morte do caminhoneiro Marcos Vinício Ribeiro Dias, ocorrida em 27 de julho de 2025 durante a procissão de São Cristóvão.
O que se sabe:
A GCM atua armada desde 2021, mas este episódio é o primeiro amplamente noticiado envolvendo uso letal da força por um agente da corporação.
A repercussão foi intensa, com afastamento dos envolvidos, protestos da categoria de caminhoneiros e anúncio da implementação de câmeras corporais nos uniformes dos guardas.
A Polícia Civil instaurou investigação e sindicância para apurar os fatos.
* Com recursos de Inteligência Artificial
REFERÊNCIAS:


