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CRIMES POLICIAIS: Em gravação, policial diz que "estavam com Moraes na mira para atirar"

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 25 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 30 de jul. de 2025

O ministro Moraes, Lula, e seu vice, Geraldo Alckmin, seriam [mortos] “neutralizados” por militares das Forças Especiais do Exército
— Imagem/Reprodução: O ministro Moraes, Lula, e seu vice, Geraldo Alckmin, seriam [mortos] “neutralizados” por militares das Forças Especiais do Exército

Adauto Jornalismo Policial*


CRIMES POLICIAIS: A Polícia Federal encontrou uma mensagem do agente da PF Wladimir Soares em que ele cita o plano de morte contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após as eleições de 2022.


O áudio faz parte do material apreendido com os 40 indiciados pela trama golpista para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


No áudio, ainda sob sigilo judicial, o policial diz a colegas que “estavam com Moraes na mira para atirar”.


Nas mensagens, Soares também afirma qual armamento seria usado, segundo apurou a CNN com fontes ligadas à investigação.


O agente da PF foi preso em novembro do ano passado sob a acusação de ter se infiltrado na segurança de Lula, então presidente eleito, para repassar informações sensíveis ao grupo investigado. E fazer parte de um grupo de cinco pessoas que assassinariam autoridades.


A prisão foi autorizada pelo STF após análises de material apreendido em posse de Sérgio Rocha Cordeiro, capitão da reserva do Exército e ex-assessor especial do Gabinete Pessoal da Presidência da República.


De acordo com a investigação, Wladimir Soares forneceu detalhes estratégicos sobre o esquema de segurança de Lula. Para a PF, seria parte do plano de morte.


A operação Contragolpe da PF desvendou um plano para que, dentro da trama golpista, o ministro Moraes, Lula, e seu vice, Geraldo Alckmin, fossem “neutralizados” por militares das Forças Especiais do Exército, segundo a PF.


Quatro militares e Wladimir Soares foram presos. O relatório da PF detalha como o grupo agiria, com militares em frente ao prédio onde o ministro morava, à época, na Asa Sul de Brasília, “de prontidão para o ato”.


A análise completa desse e de outros áudios será enviada pela PF ao Supremo em relatório complementar, com a expectativa de que o ministro relator levante o sigilo.


A defesa do agente da PF citado disse à reportagem que ainda não teve acesso a todos os áudios do caso.


* Com recursos de Inteligência Artificial


   

REFERÊNCIAS:

 
 
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