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Escalada entre Estados Unidos e Irã  — Caças F22 em Israel e novas sanções aumentam tensão no Oriente Médio

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura
 — Imagem/Reprodução: EUA enviam caças F-22 para Israel após ameaças ao Irã | WW.

Adauto Jornalismo* mais Inteligência Artificial e o canal @AdautoRibeiroReporter com a @CNNbrasil 


Em poucas horas depois de Donald Trump renovar, ele fez isso de novo no discurso dele da última noite, vinte e quatro horas atrás, ele renovou ameaças contra o Irã não muito específicas.


Os Estados Unidos enviaram então caças F22 para Israel. Vai ser um dos mais poderosos aviões de guerra americanos lá na região. A reportagem é da nossa correspondente em Washington, Mariana de Jacomo. A armada dos Estados Unidos no Oriente Médio ganha agora o reforço de uma dúzia de caças F22. Esse é um dos equipamentos mais avançados dos americanos, capaz de atacar alvos na terra e no ar sem ser detectado.


As aeronaves fizeram parte da operação Martelo da Meia-noite, que bombardeou instalações militares iranianas no ano passado. Além dos F22, a força militar americana próxima ao Irã inclui dois porta-aviões, três contratorpedeiros e alguns destroyers. Junto ao cerco militar, os Estados Unidos também aumentaram a pressão econômica sobre o Irã.


O Departamento do Tesouro Americano anunciou novas sanções contra empresas, indivíduos e embarcações que, segundo Washington, são ligadas à venda e produção ilegal de mísseis balísticos do Irã. Tentando evitar o conflito, delegações dos dois países farão uma nova rodada de negociações em Genebra nesta quinta-feira. Trump mandou o genro, Jared Kushner, e o enviado americano para assuntos de conflito, Steve Wkov, para negociar com ministros do governo do Aiatolá Ali Khamenei.


A Casa Branca quer que o Irã acabe com o programa nuclear e abdique de seu arsenal de mísseis balísticos. Teerã, no entanto, se recusa a ceder por considerar esses fatores essenciais à própria sobrevivência no Oriente Médio. O presidente iraniano Massud Pesquan demonstrou otimismo com as tentativas e disse que o país vai conduzir as conversas para superar o estado de nem guerra nem paz, fazendo referência às ameaças de Trump.


Desde o início das ameaças, a Casa Branca não soube explicar qual a estratégia por trás do possível bombardeio, nem quais os planos para depois dos eventuais ataques. Militares do Pentágono tentam avisar o presidente sobre os riscos de um conflito prolongado com o Irã, mas não parecem encontrar ressonância no Salão Oval.


Trump, durante seu discurso do Estado da União, acusou o Irã de desenvolver mísseis capazes de atingir os Estados Unidos, o que Teerã classificou como mentiras. O republicano também reforçou as intimidações a Teerã. A oposição democrata, no entanto, entende que atacar o Irã seria um erro crasso e culpa a falta de habilidade diplomática da Casa Branca pela escalada nas tensões.





 
 
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