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GLOBAL WAR — O Plano de Trump para colocar LULA na PRISÃO !

  • Foto do escritor: José Adauto Ribeiro da Cruz
    José Adauto Ribeiro da Cruz
  • 21 de set. de 2025
  • 7 min de leitura

Hoje começo com uma boa e uma má notícia para Lula. A má notícia: Donald Trump pode estar arquitetando um plano sensacional para colocá-lo atrás das grades. Pode soar como teoria da conspiração, pode parecer clickbait, mas não é. Trabalho com fatos, e como sempre, vou comprovar isso.


 Reprodução/Vídeo: Enquanto isso, no Brasil, a Casa Branca afirmou que não há previsão de medidas adicionais contra o governo brasileiro.

Adauto Jornalismo Policial* com informações do @mundopolarizado


A boa notícia — ao menos para Lula, que tem apreço por Cuba — é que ele pode passar o resto da vida preso em Guantánamo. Melhor ainda: acompanhado de seu grande amigo Nicolás Maduro. Um destino que, para alguns, parece até poético. Só que o mar do Caribe, nesse cenário, ele só veria pelas janelinhas da cela.


Vamos direto ao ponto. Há algum tempo, Donald Trump classificou o Cartel de Los Soles como uma organização terrorista. Por quê? Porque, para combater as drogas, o governo norte-americano conta basicamente com o DEA — a agência antidrogas — que, apesar de equipada, tem histórico de ligações suspeitas com os próprios cartéis. E, por mais que tenha poder de polícia, não é o mesmo que mobilizar as forças armadas contra uma organização.

O Mundo Polarizado é um canal de documentários sobre geopolítica, economia, negócios, curiosidades, e atualidades. Somos uma empresa independente que não recebe financiamento público e nem de nenhum grupo ou instituição ou partido político.

Nos Estados Unidos, desde o 11 de setembro, há leis específicas para o combate ao terrorismo. Trump, ao reclassificar o cartel como terrorista, abriu caminho para ações militares. E não parou por aí: conseguiu convencer países como Argentina, Peru, Paraguai, Equador, El Salvador e Guiana a fazerem o mesmo. Com esse apoio regional, a atuação americana ganhou força.


Simultaneamente, Nicolás Maduro já tinha um mandado de prisão emitido pelos Estados Unidos e uma recompensa de quinze milhões de dólares por sua captura. As investigações comprovaram que ele é o chefão do cartel. Com isso, Maduro passou a ser não apenas um criminoso internacional, mas também um líder terrorista.


E é aí que o plano de Trump ganha contornos mais ousados. Com Maduro classificado como terrorista, as forças armadas americanas podem invadir o território venezuelano e capturar os envolvidos — como já fizeram no Iraque, no Afeganistão, e como Israel tem feito no Oriente Médio. Maduro, Padrino López e outros nomes do regime chavista tornaram-se alvos legítimos sob essa nova ótica.


Enquanto isso, no Brasil, a Casa Branca afirmou que não há previsão de medidas adicionais contra o governo brasileiro. Mas a secretária de imprensa Caroline Leavitt deixou claro: Trump não tem medo de usar recursos militares e econômicos para proteger a liberdade de expressão. Ainda assim, não pode simplesmente invadir o Brasil ou prender Lula e Alexandre de Moraes por esse motivo.


O destino, porém, tem seus caprichos. Recentemente, uma operação do Ministério Público Federal de São Paulo e da Polícia Federal, com cem agentes nas ruas, revelou uma organização criminosa do PCC infiltrada na Faria Lima, em bancos de investimento e empresas do mercado financeiro.


A partir daí, surgiram conexões com o Exército, os Correios, empresas estatais e ministérios. Descobriu-se que a empresa de combustíveis do PCC abastece aviões e veículos do governo federal e de outros governos.


Essa notícia é recente, mas já fiz documentários sobre o tema — alguns entre os mais de mil vídeos apagados do meu canal — mostrando as relações do PT desde os anos 1980 com as FARC e outras organizações terroristas da América Latina. Guerrilheiros, traficantes, todos conectados. Basta procurar no Google: há inúmeras reportagens antigas que comprovam essas ligações.


O Foro de São Paulo, por exemplo, foi responsável por colocar Hugo Chávez e depois Nicolás Maduro no poder, além de Daniel Ortega, Evo Morales e Gustavo Petro — todos com histórico de envolvimento com o narcotráfico. O Foro foi fundado por organizações guerrilheiras, terroristas e narcotraficantes. Isso está documentado, faz parte da história.

Trump, diante desse cenário, quis declarar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.


No início, parecia apenas uma medida contra o tráfico, uma tentativa de impedir que drogas chegassem aos Estados Unidos. Mas a preocupação aumentou quando o Brasil se recusou a classificar essas facções como terroristas.


Por que o governo Lula protege o PCC e o Comando Vermelho? A resposta simplista seria: há conexões, há ligações. E não sou eu quem diz — são os documentos do Ministério Público, da Polícia Federal e de veículos de imprensa respeitados.


A imprensa brasileira tentou defender a legislação nacional, alegando que classificar o PCC como terrorista seria perigoso. Em reunião com o governo Lula, representantes dos Estados Unidos sugeriram essa classificação. Especialistas alegaram que a medida seria política e violaria a legislação brasileira.


Mas há um detalhe importante: muitos juristas que aparecem na mídia como comentaristas e professores renomados fazem parte das maiores bancas de advocacia do país. E sabem quem eles defendem?


Se você pensou em bandidos, corruptos, traficantes e vagabundos, acertou. A opinião de certos grupos é sempre favorável ao PT, a Lula, ao PCC, ao tráfico de drogas — sempre a favor de tudo que não presta. E por quê? Porque ganham rios de dinheiro com isso.


Voltando à matéria: os Estados Unidos podem enquadrar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas em breve, segundo um deputado. E aqui entra o ponto mais importante — Trump pode declarar o PCC como organização terrorista. Mas por que o governo Lula se preocupa com isso?


Vamos imaginar. Rafael Oliveira comentou que a Soulf deveria mandar quatro das oito embarcações para exercícios nas águas tropicais do sul até o fim do ano. Talvez mande mais. Mas antes, precisa resolver a questão da Venezuela. Outro apoiador, Gordin, também entrou no canal. Valeu!


Se Trump declarar o PCC como organização terrorista, ele pode começar a fazer no Brasil o que está fazendo na Venezuela. E aí vem a pergunta: onde entra Lula nisso? Não sabemos ao certo, mas Trump sabe. A Polícia Federal sabe. O Ministério Público provavelmente sabe. Mas ninguém se mete com Lula. Assim como Maduro é o chefão na Venezuela, Lula é o homem forte no Brasil. Se não é o chefão, é a marionete colocada por ele.


O que importa são as conexões que estão surgindo entre o regime lulista, o PT e países ditatoriais reconhecidos por apoiar o tráfico. Ditaduras na África, no Oriente Médio — muitos desses países vivem do tráfico.


Há quem pense que ganham bilhões com petróleo, mas não é bem assim. Gustavo Petro já alertou: a Venezuela abandonou seus campos de petróleo, deixou tudo se deteriorar, porque a cocaína vale mais que o petróleo.


E não é só cocaína. Há heroína, crack, maconha, todos os derivados. Isso vale muito dinheiro. E eles sabem disso. Sabem e lucram com isso.


Então, qual é a estratégia? Vamos resumir. Se Trump conseguir, como fez com Nicolás Maduro, estabelecer uma conexão entre o governo Lula — o próprio Lula, membros do alto escalão, talvez até do judiciário — ele pode aplicar a Lei RICO.


Hoje, estamos nos tornando especialistas em legislação norte-americana. Já conhecemos a Lei Magnitsky, e agora começamos a entender a Lei RICO. Essa é uma legislação federal dos Estados Unidos, promulgada em 1970…


A Lei RICO, promulgada nos Estados Unidos em 1970, foi criada para combater o crime organizado. Ela permite que indivíduos sejam processados por atividades criminosas que ocorrem dentro de um padrão contínuo, mesmo que não estejam diretamente envolvidos em todas as infrações. Isso significa que até mesmo o chefão que apenas dá ordens pode ser responsabilizado pelos atos praticados por seus subordinados.


Essa legislação se aplica a uma ampla gama de organizações — não apenas à máfia, embora tenha surgido por causa dela — e prevê sanções criminais e civis severas para os envolvidos. Na Venezuela, por exemplo, ela está sendo usada para prender Nicolás Maduro, Diosdado Cabello, Padrino López e outros líderes da organização criminosa que opera no país.


O foco da Lei RICO é a empresa — ou seja, a organização criminosa. Pode ser o PCC, o Cartel de Los Soles, ou qualquer outra estrutura que funcione como uma entidade coordenada.


A lei investiga toda a organização e todos os que estão ligados a ela. Para uma condenação, é necessário provar que o réu esteve envolvido em um padrão de duas ou mais atividades criminosas específicas, como fraude, suborno ou lavagem de dinheiro.


A responsabilidade do grupo é um dos pilares da lei: os líderes podem ser responsabilizados pelos crimes cometidos por outros membros, desde que esses crimes estejam relacionados à conduta da organização. E o escopo é amplo — a definição de “empresa” pode incluir corporações, gangs, facções e outras formas de associação.


É aí que entra a grande sacada. Trump não pode simplesmente entrar no Brasil e combater o PT ou Lula alegando defesa dos direitos humanos ou da liberdade de expressão. Mas ele pode agir se houver evidências de que o líder está à frente de uma organização criminosa. E aqui não se trata de acusação — trata-se de uma explicação sobre o que pode acontecer.


Não estou dizendo que Lula é do PCC. Estou apenas mostrando que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal começaram a apresentar provas, investigações e evidências — algumas inclusive vindas do governo americano — que remontam à fundação do PT. Há registros na internet, em documentos públicos, que apontam ligações de políticos do partido com organizações criminosas, grupos guerrilheiros e narcotraficantes.


Por uma coincidência inquietante, tudo parece se encaixar no mesmo processo que está sendo aplicado na Venezuela. E é por isso que o Brasil reluta em classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Maduro também não queria classificar o Cartel de Los Soles como terrorista. Mas adiantou ele não querer?


Fica a dúvida. E com ela, o convite à reflexão.




* With AI Copilot support provided by Microsoft


 

REFERÊNCIAS:

@jovempannews

                 


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